sábado, 5 de novembro de 2011

Será que você não tem inveja de alguém?



Às vezes fica nítido quando somos invejados. Já parou para pensar se a pessoa que te inveja ainda não sabe que ela é invejosa?
Não, ela provavelmente não sabe, ou não reconhece, e ainda encontra mil razões para justificar porquê não gosta de você, e você sempre estará errada na visão dela.
Como o orgulho, onde a pessoa orgulhosa (pensa que) ésempre a vítima, e sempre está certa sobre tudo (que mesmo estando errada é a única que não vê).
Mas, e se a pessoa invejosa for você? Você nunca sentiu inveja?
Então, vejamos como detectar a inveja dentro de você, observe essas reações:
♥ Quando sem conhecer você já acha que uma pessoa por ser bonita, é snob.
♥ Quando você acha que algo que a outra pessoa possui ficaria bem melhor em, ou com você.
♥ Quando o fracasso (grande ou pequeno) de uma pessoa, de certa forma te alegra, como se você estivesse um passo à frente dela.
♥ Quando a vitória de alguém te incomoda, como se você tivesse ficado para trás.
♥ Quando mesmo sabendo que existe algo bom, ou bonito em uma pessoa, é incapaz de reconhecer, nem tampouco elogiar.
♥ Quando para cortar a auto-estima de alguém você faz comentários do tipo: “Menos, você não é tudo isso!”, ou “Você é bonita masss, …”
♥ Quando busca sempre defeitos em uma pessoa, no que ela diz, nas suas atitudes ou na sua aparência, e se/quando encontra, sente prazer em comentar.
Quando você estiver diante de uma dessas situações, você vai se lembrar que é errado, e vai agir diferente.
A lista na verdade, é bem maior do que a nossa aqui no blog, mas se de alguma forma você se encontrar nesta situação, não siga em frente com esses pensamentos ou atitudes, repreenda a inveja e determine que não vai permitir que esse sentimento domine você.
E faça tudo contrário à lista acima, começando por não julgar as pessoas pela sua aparência e evitar comentários que diminuam uma pessoa, seja diante dela ou com outras pessoas.
Que Deus abençoe você!

Fonte:Bíblia e a Ciência

Nascemos com nosso destino traçado?


Em Romanos 9:22-23, Paulo fala em “vasos de ira, preparados para a perdição” e “vasos de misericórdia, preparados de antemão para a glória”. Não seria isso dupla predestinação: uns para a salvação e outros para a perdição?
Devemos nos aperceber de que, em Romanos 9, Paulo trata de dois tipos de predestinação: de papéis ou funções e de caracteres. Analisemos os dois tipos:
1. Predestinação de papéis ou funções - Esse tipo de predestinação é mostrado com o exemplo de Jacó e Esaú, em Romanos 9:11-13: “E ainda não eram os gêmeos nascidos, nem tinham praticado o bem ou o mal (para que o propósito de Deus, quanto à eleição, prevalecesse, não por obras, mas por aquele que chama), já fora dito a ela [Rebeca]: O mais velho será servo do mais moço. Como está escrito: Amei a Jacó, porém Me aborreci de Esaú.” Aqui, Paulo não está falando em “eleição” ou predestinação para a salvação ou perdição, e sim para papéis ou funções no mundo. Jacó, o mais novo, teria um papel mais importante que o do irmão Esaú. Antes do nascimento dos gêmeos, Deus escolheu Jacó para ser o ancestral do Messias. E por que escolheu Jacó e não Esaú? Porque Deus é soberano. Ele escolhe quem quer. Contudo, devemos entender que a escolha soberana de Deus não se dá no vácuo, isto é, por um mero capricho. Em Sua presciência, Deus sabia que tipo de pessoa seria Jacó: mesmo tendo sido enganador algumas vezes, ele “lutaria com Deus” e consigo mesmo para ser uma pessoa melhor e diferente. Sua luta com Deus no vau do ribeiro Jaboque (Gn 32:24-32) foi o momento de seu arrependimento e conversão, tanto que teve seu nome mudado de Jacó, enganador, para Israel, príncipe de Deus. Desse modo, Jacó se tornou habilitado para ser ancestral do Messias, e Jesus nasceu de sua família. Por esse papel destacado na história, Jacó se tornou um “vaso de honra” (Rm 9:21).
Já Esaú, por ter sido “impuro” e “profano” (Hb 12:16), não foi escolhido para o importante papel de ancestral de Cristo. Contudo, ele ainda poderia ser salvo, se assim o desejasse. A escolha de seu irmão Jacó para um papel de destaque não significava que ele, Esaú, devesse perder sua salvação. Esaú e seus descendentes, os edomitas, não tiveram a mesma importância histórica que tiveram Jacó e os israelitas. Foram ”vasos para desonra”, ou “vasos com menos honra” (Rm 9:21). Mas deve-se lembrar de que um vaso “para desonra” ou “menos honra”, como uma lixeira, por exemplo, não é menos útil que um “vaso para honra”, como um vaso para flores, por exemplo. Vasos “para honra” ou “para desonra” não têm nada que ver com salvação ou perdição, e sim com posições de maior ou menor destaque no mundo.
2. Predestinação de caracteres - Esse tipo de predestinação é apresentado pela figura de dois tipos de vasos: “vaso de ira” e “vaso de misericórdia”. “Que diremos, pois, se Deus, querendo mostrar a Sua ira e dar a conhecer o Seu poder, suportou com muita longanimidade os vasos de ira, preparados para a perdição, a fim de que também desse a conhecer as riquezas de Sua glória em vasos de misericórdia, que para a glória preparou de antemão, os quais somos nós, a quem também chamou, não só dentre os judeus, mas também dentre os gentios?” (Rm 9:22-24). Esse tipo de predestinação indica que Deus “predestinou”, ou “determinou”, que quem tiver um caráter justo se salvará e quem tiver um caráter mau se perderá. Note que é o tipo de caráter que é predestinado, e não pessoas. Cada pessoa é livre para escolher que tipo de caráter irá desenvolver. Quem (pelo poder de Deus) desenvolver um caráter justo será salvo, tornando-se “vaso de misericórdia”. E quem, ao contrário, desenvolver caráter mau se perderá, tornando-se, assim, “vaso de ira”. A esta altura de nossa análise, é importante deixar bem claro que os vasos não devem ser ”misturados”, isto é, “vaso de honra” não é o mesmo que “vaso de misericórdia”, nem “vaso de desonra” o mesmo que “vaso de ira”. Os vasos “para honra e para desonra” têm que ver com maior ou menor destaque na história, e é Deus quem escolhe; os vasos “para ira e para misericórdia” têm que ver com o tipo de caráter que poderá resultar em perdição ou salvação, e são as pessoas que escolhem que tipo de vaso desejam ser, ou que caráter irão desenvolver.
Pelas informações bíblicas, vemos que Jacó tanto foi um ”vaso de honra” (pela escolha divina) quanto um “vaso de misericórdia” (por sua escolha em se arrepender e mudar de vida). Ele teve papel destacado no mundo, tornando-se ancestral de Cristo, bem como estará, como “vaso de misericórdia”, entre os salvos (ver sua menção entre os heróis da fé, em Hebreus 11:21, 22). Já seu irmão Esaú, além de ter sido um “vaso para desonra” (ou menos honra), ou seja, não ter tido papel de destaque no mundo, pelo seu caráter “impuro e profano” (Hb 12:16), tornou-se também um “vaso de ira” e, a menos que tenha se arrependido antes de morrer, estará entre os perdidos.
Nosso papel no mundo (de maior ou menor destaque) depende, em grande medida, dos dons ou habilidades naturais com os quais Deus nos dotou ao sermos gerados e das oportunidades que Ele nos propicia ao longo da vida. Essa decisão é dEle. Nossa parte é desenvolver ao máximo essas potencialidades. Mas não nos esqueçamos: todos são úteis, com muita ou pouca honra, com maior ou menor destaque. Mas, quanto à salvação ou perdição, podemos escolher se vamos ser “vasos de misericórdia” ou “vasos de ira”. O tipo de caráter desenvolvido determinará se estaremos entre os salvos ou entre os perdidos. Você já fez sua escolha? 

Por Ozeas C. Moura, doutor em Teologia Bíblica e professor de Teologia no Unasp, campus de Engenheiro Coelho, SP. Publicado na RA de Ago/2010.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Qual foi o “sinal” que Deus colocou em Caim? (Gn 4:15)



Por Alberto R. Timm
Algumas pessoas têm sugerido, especulativamente, que o sinal que Deus colocou em Caim foi a cor negra, que acabou dando origem ao povo africano. Essa teoria, porém, é completamente destituída de fundamentação bíblica e de comprovação histórica. Para entendermos melhor o assunto, devemos reconhecer, em primeiro lugar, que esse sinal não foi um sinal de maldição, mas de proteção. Foi somente depois de amaldiçoado pelo assassinato de seu irmão Abel (Gn 4:8-12) que Caim recebeu de Deus sinal, “para que o não ferisse de morte quem quer que o encontrasse” (Gn 4:15). Devemos lembrar também que a raça humana pós-diluviana derivou dos três filhos de Noé (Gn 7:13; 10:1-32), que eram descendentes de Sete (ver Gn 5) e não de Caim, o que elimina praticamente a possibilidade da perpetuação de qualquer característica genética de Caim.
Quer esse “sinal” (hebraico ‘oth) tenha sido realmente uma marca visível colocada sobre a pessoa de Caim, como querem alguns, ou apenas um sinal a ele mostrado como garantia de proteção, como sugerem outros, o certo é que não dispomos de informações suficientes para identificá-lo mais precisamente. Isso significa que toda e qualquer tentativa de uma identificação exata desse sinal não passa de mera conjectura artificialmente imposta ao texto bíblico.

Fonte: Sinais dos Tempos, agosto de 1998, p. 29 (usado com permissão).

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Quem foi a esposa de Caim?


Sobre o casamento de Caim, deve-se dizer que as informações são bem escassas. Sabemos apenas que ele se retirou "da presença do Senhor e habitou na terra de Node, ao oriente do Éden" (Gn 4:16) e, nesse lugar, "coabi­tou com sua mulher; ela concebeu e deu à luz a Enoque" (4:17). "Coabitar", nesse verso, é ter relações sexuais.
Perceba que o relato bíblico diz apenas que, em Node, Caim teve relações sexuais com sua mulher. Provavelmente, já era ca­sado com uma de suas irmãs, sobrinhas,ou sobrinha-neta, etc. antes de fu­gir da presença do Senhor.
A Bíblia não relata especificamente quem foi a esposa de Caim. A Bíblia não diz qual a idade de Caim quando matou Abel (Gênesis 4:8). Uma vez que eram ambos fazendeiros, eram provavelmente adultos, possivelmente já com suas próprias famílias. Adão e Eva certamente haviam tido mais filhos além de Caim e Abel na época em que Abel foi assassinado – e com certeza tiveram muito mais filhos depois (Gênesis 5:4). O fato de Caim ter temido por sua própria vida depois de ter matado Abel (Gênesis 4:14) indica que provavelmente havia muitos outros filhos e talvez até netos ou bisnetos de Adão e Eva naquele tempo. A esposa de Caim (Gênesis 4:17) era filha ou neta de Adão e Eva.
Como Adão e Eva foram os primeiros (e únicos) seres humanos, seus filhos não tinham outra escolha a não ser o casamento entre si. Neste ponto, Deus não proibiu o casamento dentro de uma mesma família; somente o fez muito mais tarde, quando já havia suficiente número de pessoas para que o casamento dentro da mesma família não fosse mais necessário. Note que Abraão era casado com Sara, sua irmã por parte de pai (Gn 20:12), e Moisés era filho de um casamento entre tia e sobrinho (a mãe dele era tia do marido, conforme Êxodo6:20). Casamentos com parentes tão próximos fo­ram proibidos por Deus ainda nos dias de Moisés (ver Levítico 18:9-14).
A razão pela qual o incesto freqüentemente resulta em anormalidades genéticas nos filhos se explica no fato de que duas pessoas de genética semelhante (por exemplo, irmão e irmã), ao terem filhos, os expõem a uma maior probabilidade de defeitos genéticos, pois tanto o pai quanto a mãe têm os mesmos defeitos em seus próprios genes. Quando pessoas de famílias diferentes têm filhos, é altamente improvável que ambos tenham os mesmos defeitos genéticos. O código genético humano tem se tornado altamente “poluído” através dos séculos à medida que os defeitos genéticos vão se multiplicando, ampliando e sendo passados de geração em geração. Adão e Eva não tinham defeitos genéticos, o que permitiu que tanto eles quanto as primeiras gerações de seus descendentes pudessem gozar de uma saúde muito melhor do que a que temos agora. Os filhos de Adão e Eva tiveram poucos defeitos genéticos, se é que os tiveram. Por isso, era seguro que se casassem entre si. Pode parecer estranho ou causar repulsa imaginar a esposa de Caim como sua própria irmã. No começo, uma vez que Deus começou com um homem e uma mulher, a segunda geração não teve outra escolha a não ser o casamento entre si.

Fonte:Eternamente com Jesus

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Por que no passado, podia-se ter mais de uma mulher e hoje não?



Não era permitido por Deus que os homens tivessem mais de uma mulher. Desde o princípio, Deus já tinha dito para “não adulterarmos” (Êxodo 20:14).

Se analisarmos com diligente estudo a Palavra de Deus, vermos que o Senhor nunca aprovou a poligamia. Em Levítico 18:18 Deus diz: “E não tomarás com tua mulher outra, de sorte que lhe seja rival, descobrindo a sua nudez”. Em Deuteronômio continua: “Tampouco para si multiplicará mulheres, para que o seu coração não se desvie…” (Deuteronômio 17:17- leia também Deuteronômio 22:19 e 29).

A experiência de ter o coração desviado de Deus por ter tido mais de uma mulher cumpriu-se na vida de Salomão. Ouça o que registra o primeiro livro de Reis 11:1-4: “Ora, além da filha de Faraó, amou Salomão muitas mulheres estrangeiras: moabitas, amonitas, edomitas, sidônias e hetéias, mulheres das nações de que havia o SENHOR dito aos filhos de Israel: Não caseis com elas, nem casem elas convosco, pois vos perverteriam o coração, para seguirdes os seus deuses. A estas se apegou Salomão pelo amor. Tinha setecentas mulheres, princesas e trezentas concubinas; e suas mulheres lhe perverteram o coração. Sendo já velho, suas mulheres lhe perverteram o coração para seguir outros deuses; e o seu coração não era de todo fiel para com o SENHOR, seu Deus, como fora o de Davi, seu pai”.

Outros grandes homens da Bíblia caíram por causa da prática da poligamia. São eles: Davi (II Samuel, capítulos 11 e 12). Sansão (Juizes, capítulo 16). Isto nos mostra que a poligamia nunca foi uma coisa boa e que não era da vontade de Deus que tal coisa se propagasse; mas infelizmente, aconteceu.

O plano de Deus sempre foi que o homem tivesse uma companheira; isto é bem claro episódio de Gênesis, quando Deus criou a mulher – ele fez uma esposa para Adão e não duas, três, etc.

Depois de analisar as Escrituras com reverência e atenção, concluímos que o povo antigo praticava a poligamiaporque queria, e não porque Deus permitisse. No Antigo Testamento temos diversos textos que nos mostram que desde aquela época o Senhor queria que o homem fosse marido de uma só mulher. Essas experiências servem de advertência para nós. Nunca devemos desobedecer a Deus quando ele diz que devemos ter umaesposa somente.


Fonte:
Rádio Novo Tempo

terça-feira, 1 de novembro de 2011

O Dia de Finados não Passa de Tradição


O dia de finados teve origem entre os clérigos romanos no início da paganização do cristianismo, institucionalizada na Igreja Católica Romana. Antes mesmo de o dia de finados ser criado, o culto aos mortos já existia no mundo pagão, e quando começou a ser praticado – inicialmente de forma sutil e depois mais abertamente – pela Igreja Católica Romana, sofreu a crítica de um pequeno grupo de cristãos da época, centrados no ensino da Palavra de Deus, e que foram rechaçados pelos líderes de Roma. Posteriormente, essa prática só aumentou.
Na época carolíngia, que compreende os séculos 9 e 10dC, surgiu o registro dos vivos e mortos a serem lembrados nas missas, como ocorre ainda hoje em toda Igreja Católica Romana, tomando o lugar dos antigos dípticos, tabuinhas de cera onde figuravam os nomes dos doadores de oferendas. Esses registros eram chamados libri vitae (livros da vida) e incluíam os vivos e os mortos.
Não muito tempo depois de criados esses registros, os mortos foram separados dos vivos nessas listas. Já no 7º século, na Irlanda, passou-se a escrever os nomes dos mortos em rolos que eram lidos nos monastérios e igrejas. Essa tradição deu origem às necrologias, lidas nos ofícios católicos romanos, e aos obituários que lembravam os serviços e obras dos defuntos nas datas em que completavam aniversário de falecimento. Os libri memorialis, como eram conhecidos, na época carolíngia continham de 15 mil a 40 mil nomes a serem lembrados. As necrologias da Abadia de Cluny, na França, faziam menção a 40 ou 50 nomes de defuntos por dia.
No 11º século, exatamente entre 1024 e 1033dC, Cluny instituiu a comemoração dos mortos em 2 de novembro, estabelecendo a conexão deste dia com o chamado dia de todos os os santos. O dia de todos os santos foi criado pela Igreja Católica Romana em 835dC e comemorado no dia 1º de novembro em honra aos mortos, mas foi o abade beneditiano Odílio (962-1049dC), de Cluny, que modificou e substituiu o tal dia de finados, que seria um dia reservado às orações pelas almas no purgatório. O dia de finados começou a ser aceito por Roma em 998dC, juntamente com a celebração do dia de todas as almas, e foi oficializado no início do século 11, sendo cristalizado já no século 20.
É interessante notar que o dia de todos os santos, de onde tudo começou, foi copiado dos cultos pagãos dos celtas e dos gauleses. A festa dos espíritos era celebrada pelos celtas em 1º de novembro. Nessa data os celtas ofereciam sacrifícios para liberar os espíritos que eram aprisionados por Samhain, o príncipe das trevas. O império romano também absorveu o dia de pomona, dos gauleses, transformando as duas festas em uma só. Posteriormente, a Igreja Católica Romana tomou a data para celebração do dia de todas as almas, absorvendo a crendice dos pagãos.
Em 1439, quando Roma bateu o martelo decisivamente pró doutrina do purgatório, o dia de finados foi fortalecido, sendo confirmado definitivamente com o Concílio de Trento, no século 16, que inseriu na Bíblia católica romana os livros apócrifos. É no livro apócrifo de 2 Macabeus que se baseia o culto aos mortos, promovido por Roma todo mês de novembro.
Os católicos romanos alegam que Judas realizou sacrifício pelos mortos no livro de Macabeus (2 Macabeus 12.44-45), mas não podemos de forma alguma tomar este livro como sendo parte das Escrituras Sagradas. O autor de Macabeus, ao final do livro, pede desculpas por algum erro que possa ter cometido. Se fosse um livro inspirado por Deus, o Senhor precisaria pedir perdão por alguma coisa? Veja o que o epílogo do livro de Macabeus afirma: “Finalizarei aqui a minha narração. Se ela está felizmente concebida e ordenada, era este meu desejo; se ela está imperfeita e medíocre, é que não pude fazer melhor”, 2 Macabeus 15.38.
As pessoas as vezes preferem acreditar mais em tradições humanas e experiências pessoais do que procurar estudar a Bíblia para verificar o que ela realmente fala a respeito do assunto. Não há base, em nenhum trecho das Sagradas Escrituras, para o purgatório. Não se deve orar pelos mortos porque a Bíblia diz que, depois da morte, segue-se o juízo (Hebreus 9.27).
Veja o absurdo ensinado pelos romanistas ao falarem do purgatório: “Se alguém disser que, depois de receber a graça da justificação, a culpa é perdoada ao pecador penitente e que é destruída a penalidade da punição eterna, e que nenhuma punição fica para ser paga, ou neste mundo ou no futuro, antes do livre acesso ao reino a ser aberto, seja anátema” (A Base da Doutrina Católica Contida na Profissão de Fé, Seção VI, papa Pio IV).
Como pode-se ver, a doutrina do purgatório simplesmente menospreza a obra expiatória de Cristo na cruz do Calvário, quando a Bíblia diz que o que Jesus fez é definitivo. Se alguém está em Cristo, nenhuma condenação há (Romanos 8.1), há completo livramento do juízo vindouro (João 5.24). Como, então, ensinar que Deus queima seus filhos no purgatório para satisfazer à sua justiça já satisfeita pelo sacrifício de Cristo, ou mesmo para satisfazer a si mesmo, como se o que Cristo fez não fosse suficiente? Como Deus pode purgar pecados já expiados? Além disso, teria o papa mais poderes que Jesus, já que Roma ensina que Jesus, que do Céu intercede pelos pecadores, vê-se impossibilitado de livrar as almas que estão no purgatório, e só o papa possui a chave daquele cárcere?
Orar por quem já morreu NÃO adianta. É antibíblico e inócuo. O dia de finados não se sustenta, porque ele é uma mera tradição religiosa, nada mais que isso. É uma invenção religiosa, bem explorada pelo comércio e pela Igreja Católica Romana. Uma farsa, como qualquer outra. Devemos orar pelos vivos. Isso sim é bíblico!

Pense Nisso…

Ator confirma relação entre espiritismo e ufologia



Ator contratado da TV Globo – vai fazer a próxima novela das 6 -, prestes a completar 53 anos de carreira, com prestígio nacional construído a partir de memoráveis papéis na televisão, premiado no teatro e com atuação marcante também no cinema, Vereza pretende lançar até março, quando completa 71 anos, o livro “Efeito Especial – Estilhaços Biográficos. Vida Privada de Karl Marx”.
Seu contato com o espiritismo, religião que segue até hoje, surgiu a partir de um incidente ocorrido durante a gravação do seriado “Delegacia de Mulheres”, da TV Globo, há 22 anos. “Explodiu pólvora no meu ouvido esquerdo e, por causa disso, fiquei três anos em depressão e internado em vários sanatórios”, conta. O episódio é relatado com detalhes em seu livro.
Divorciado, Vereza mora sozinho com uma empregada. Na sala do apartamento, entre outras, há imagens de Nossa Senhora da Conceição, de uma figura indiana, uma estátua de São Jorge. Pede para que nenhuma das imagens seja fotografada, “em respeito a elas”.
Entre uma xícara de café e outra, Vereza conta que é médium intuitivo. Relata que espíritos batem a sua porta, o chamam pelo seu nome, acendem e apagam a luz, ligam o computador. “Não tenho medo de que me achem louco”, diz o ator. Ele tem muita fé em sua religião, mas diz que não pede ajuda para compor seus personagens. “Aí é o talento que Deus me deu”.
[Minuto Profético: Destaco duas perguntas desta entrevista:]

iG: O senhor vê pessoas mortas? CARLOS VEREZA: Nunca vi nenhum espírito, mas já senti. Às vezes escuto o meu nome, “Caaarlos, Caaarlos”, bem nitidamente. Às vezes eles batem na minha porta. Quando vejo, não tem ninguém. Já nem abro mais a porta, já estou acostumado de tanto que batem. Eles queimam interruptores, acendem a luz do nada... Mas isso não é todo dia. Queria falar também que tenho uma relação muito forte com ufologia.

iG: Qual é a relação da ufologia com a mediunidade? CARLOS VEREZA: Total. Perguntei a um espírito qual é a diferença entre um alienígena e um espírito. Ele falou “nenhuma”. 



NOTA: O depoimento do ator Carlos Vereza é apenas mais um entre tantos que confirmam a total relação do espiritismo com a ufologia. A revista espiritualistaSexto Sentido, nº 78 apresentou também, tempos atrás, uma matéria onde afirmava: “Os contatos mediúnicos do século 19 eram muito parecidos com as mais recentes canalizações de mensagens de extraterrestres”. Mas isso ainda não é tudo. Imagine só o potencial de engano possível no tempo do fim proveniente da aliança Vaticano-Espiritismo-Ufologia... Precisa dizer mais? 


Fonte:Minuto Profético