terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Para ouvires a voz de Deus!



1. Baixa o volume do mundo ou desliga o teu amor por ele. Nós só ouvimos quem amamos e se amamos o mundo não conseguiremos ouvir Deus - mesmo que Ele fale.


2. Vira ovelha em vez de tentar decifrar a voz – ovelha é que ouve e não espertalhão! João 10:4,5


3. Se és ovelha e Deus não fala mais contigo, deve-se a que não obedeceste da última vez que te falou.


4. Nunca queiras que Deus te fale conforme o que queres ouvir, mas, conforme a verdade. Se Deus falar conforme gostas de ouvir é porque foste transformado. Não te ensoberbeças. Se não gostares de ouvir, precisas ser transformado além de precisares obedecer tudo que ouviste do jeito que ouviste! Não te dês por satisfeito porque ouviste – transforma-te logo.


5. Em vez de tentar calar o mundo, simplesmente não o ames porque o mundo nunca se calará enquanto houver sol e lua.


6. Ama a Deus em vez de tentar fazê-Lo falar. Deus fala facilmente, tanto quanto se cala facilmente.


7. Deus é real e não é mítico – tem isso em conta quando O quiseres ouvir


8. Barulho não é a voz que Deus ouve nem a que usa para falar, 1 Reis 19:12.


9. Um coração limpo, com todos pecados confessados e abandonados um por um, vê sempre Deus, ouve só Deus, Mat.5:8.


10. A voz de Deus não é milagre - é algo normal. Mas, poder ouvi-la é uma consequência do que és!


11. Deus fala para que obedeças, não para que te alegres com isso.


12. Deus fala para que vivas ou faças viver e não para que te orgulhes às custas d’Ele.


13. Nunca te manifestes se O ouvires, pois só mostra que não queres obedecer o que impões aos outros. Tenta antes ver se fala para ti ou por ti e nem te atrevas a pensar acrescentar à Palavra de Deus, Prov.30:6.


14. Deus fala a verdade que muitos não querem ouvir – talvez nem tu. Por isso é que devemos ser verdadeiros antes de podermos ouvir bem e de bom grado, sem murmurações. Leva também em conta que, quando somos transformados, reagimos de outro jeito perante a voz de Deus – não mais do jeito violento de antigamente, como alguém que precisa obrigar-se a fazer e a tomar o Reino de Deus pela violência.


15. Espera inimizade do mundo se fores amigo de Deus e Ele te falar – até do teu coração, se fores mundano.


16. Espera que os lobos apareçam se és ovelha e não te assustes e nem recuses ser ovelha por medo de errar ou de ser comido. Medo de errar é desculpa para não ter de fazer.


17. Ouve o Pastor e não o lobo sempre que o lobo fica uivando ou imitando o Pastor. Porque, se o lobo não te assustar mais, pode ainda impedir de ouvires Quem te fala fielmente e só a Ele, extorquindo a tua atenção e tirando-a da sintonia espontânea, natural e voluntariosa que deve ser.


18. Não te impressiones com nada, a não ser com Deus caladinho.


19. Não podes ter um espírito de contradição ou uma vontade de cumprir a tua coisa, nem de cumprir as coisas de Deus do teu jeito ou no teu tempo. Deus é suave demais em Seu falar e a obstinação não se dá com a obediência que é leve e persistente. Lembra a mansidão, fruto do Espírito. A obediência não se cansa, vai mais longe que tudo e persiste até ao fim porque é leve – não existe nada que persevere tanto como esse tipo de obediência. Não temas parar de ser violento, com medo de não conseguir ser perseverante de outro modo.


20. Sempre que Deus te falar, terás de ir até ao fim com Ele, do jeito leve d’Ele e ainda com tudo o que Ele te falou


21. Deus não é de pedra, nem para ouvir nem para falar. Então, “Vede, pois, como ouvis”, Luc.8:18: se ouves só quando se grita ou se ouves quando se sussurra em teu ouvido, 1Sam.9:15.


22. Quando gritamos para que alguém nos ouça? 1. É quando a pessoa está longe. Os que gritam, estão longe de Deus. 2. Quando alguém não quer ouvir. Por essa razão é que Deus não fala com quem não tem coração de ouvir, pois Ele recusa gritarias. 3. Quando existe muito barulho à nossa volta. Baixa o volume de todas as coisas para que tenhas como O ouvir.

Essas são apenas algumas das condições e algumas das circunstâncias em que se ouve Deus falando. 

Por José Mateus

A epidemia do vício em sexo



A revista Newsweek de 5 de dezembro de 2011 traz como matéria de capa o tema “The sex addiction epidemic” [A epidemia do vício em sexo]. O subtítulo da reportagem informa que “o vício em sexo destrói casamentos e carreiras e abala a autoestima”. 


Segundo o texto, o comportamento sexual compulsivo, também chamado de desordem hypersexual, pode sistematicamente destruir a vida da pessoa tanto quanto o vício em álcool ou drogas. E esse problema está afetando um número crescente de pessoas. 


Steven Luff, coator do livro Olhos Puros: um Guia Para a Integridade Sexual Masculina [em tradução livre], considera o vício sexual uma “epidemia nacional”, referindo-se aos Estados Unidos. E é diferente no resto do mundo? O que dizer de campanhas pelo dito sexo seguro que somente se preocupam com a disseminação de doenças (DST) e a gravidez não desejada? O governo brasileiro é especialista nisso...

Ainda segundo a matéria, em boa parte essa “epidemia” se deve à revolução digital. Enquanto as gerações passadas tinham que correr o rico de embaraço público nas livrarias, bancas de jornal e seções de vídeos pornográficos nas locadoras, a internet tornou a pornografia acessível, livre e anônima. E milhões de pessoas diariamente acessam sites que disponibilizam esse tipo de material. “Nem todos os que olham uma imagem de pessoas nuas vão se tornar viciados em sexo. Mas a exposição constante vai acionar o gatilho para as pessoas que são suscetíveis”, diz o Dr. David Sack, chefe-executivo do Los Angeles’s Promises Treatment Centers. 

Quando li essa reportagem, me lembrei de alguns textos/conselhos importantes de Ellen G. White, escritos há um século, mas que hoje são mais atuais do que nunca. Por exemplo: 

“O excesso sexual é meio eficaz para destruir o amor aos exercícios devocionais; tirará do cérebro a substância necessária para nutrir o organismo, vindo positivamente a debilitar a vitalidade” (Testemunhos Seletos, v. 1, p. 272). 

“[Satanás] sabe que, se puder despertar as paixões inferiores e as conservar em ascendência, nada tem que se incomodar quanto a sua experiência cristã [da pessoa], pois as faculdades morais e intelectuais serão subordinadas, ao mesmo tempo que as tendências animalescas predominarão, mantendo-se em ascendência; e essas paixões inferiores se fortalecerão pelo exercício, enquanto as qualidades mais nobres se tornarão cada vez mais débeis” (Testemunhos Para a Igreja, v. 2, p. 480). 

White também afirma que esses excessos sexuais e perversões seriam “sinais dos últimos dias, tal como nos dias anteriores ao dilúvio o casamento, tratado como o foi, tornara-se então um crime” (Testemunhos Para a Igreja, v. 2, p. 252). 

“Mesmo homens e mulheres que professam piedade dão rédea solta a suas paixões de concupiscência, e nem pensam que Deus os considera responsáveis pelo dispêndio da energia vital que lhes enfraquece o poder na vida e enerva-lhes todo o organismo” (Testemunhos Seletos, v. 1, p. 267).

“Tenho sentido profundamente, ao ver a poderosa influência das paixões animais no controle de homens e mulheres de inteligência e habilidade fora do comum. Seriam capazes de se empenhar numa boa obra, de exercer poderosa influência, não estivessem escravizados por baixas paixões. Minha confiança na humanidade tem sido terrivelmente abalada” (Orientação da Criança, p. 442).

O inimigo de Deus sabe que seu tempo é curto e que logo Jesus colocará ponto final em suas obras malignas. Por isso, mais do que nunca na história deste planeta, Satanás utiliza todos os meios à sua disposição para escravizar os seres humanos e impedir-lhes de se preparar para o fim. Ele usa eficazmente os alimentos (para corromper corpo e mente), a mídia (para poluir os pensamentos) e o sexo (para degradar a moral). Mas a verdade (que é Cristo) liberta (João 8:32), por isso, devemos manter comunhão ininterrupta com Ele, se quisermos vencer o “leão que ruge procurando alguém para devorar” (1 Pedro 5:8).

Em tempo: a cegueira de alguns é tamanha, que mesmo causas aparentemente lícitas passam a ser defendidas com meios ilícitos (confira).