quarta-feira, 31 de outubro de 2012

22 formas do amor

Vida – é o Amor existencial.
Razão – é o Amor que pondera.
Estudo – é o Amor que analisa.
Ciência – é o Amor que investiga.
Filosofia – é o Amor que pensa.
Religião – é o Amor que busca Deus.
Verdade – é o Amor que se eterniza.
Ideal – é o Amor que se eleva.
Fé – é o Amor que se transcende.
Esperança – é o Amor que sonha.
Caridade – é o Amor que auxilia.
Fraternidade – é o Amor que se expande.
Sacrifício – é o Amor que se esforça.
Renúncia – é o Amor que se depura.
Simpatia – é o Amor que sorri.
Altruísmo – é o Amor que se engrandece.
Trabalho – é o Amor que constrói.
Indiferença – é o Amor que se esconde.
Desespero – é o Amor que se desgoverna.
Paixão – é o Amor que se desequilibra.
Ciúme – é o Amor que se desvaira.
Egoísmo – é o Amor que se animaliza.
Que tipo de amor é o seu?
( – autoria desconhecida)

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Deus presta atenção à minha oração?




Responde Deus a todas as orações? Por que às vezes sentimos como que se Ele tivesse tempo para todos, menos para nós? Alguma vez você já se sentiu tão pequeno, tão indigno e tão pecador que pensou não ter direito de que Deus prestasse ouvidos à sua oração? Então existe algo que você precisa entender hoje: seu senso de insuficiência é a sua melhor oração. O primeiro passo para começar a perceber em nós a resposta divina é sentir que somos fracos e carentes.

Quando oramos e contamos a Deus tudo que acontece em nossa vida, quando chega a noite e Lhe abrimos o coração para falar sem a preocupação do relógio, não é porque devamos fazer um relatório do que fizemos ao longo do dia, mas para criar em nós o sentido de dependência e necessidade dEle.

Ainda que não falássemos nada, se simplesmente caíssemos de joelhos reconhecendo que precisamos dEle, o Senhor Jesus ouviria e atenderia nossas necessidades.

Você que é mãe, talvez consiga entender o que estou dizendo. Olhe para esse nenê maravilhoso que você tem no colo. Não sabe falar, mas tem necessidades, precisa de alimento, de atenção e do calor da mãe. Tudo que sabe fazer é chorar, mas você não está esperando que ele fale para atender suas necessidades. Você se esforça para adivinhar o que ele está precisando, porque o ama. Você é mãe em função dele. Esse pequeno bebê é objeto de todo seu carinho e atenção, não importando se é oito da noite ou duas da madrugada.

É mais ou menos assim que Deus nos trata. Ao orar, você para de fugir de Deus. Você abre o coração e Lhe permite entrar. Permite que Ele participe de seus sonhos e planos. Permite que Ele faça parte dos detalhes mais íntimos de sua vida. Você nunca mais está só. Ele e você tornam-se uma só pessoa. Ele em você santificando sua vontade e vivendo em você as grandes obras de vitória.

Agora que ambos são um e vivem juntos, aprenda a confiar nEle. Aprenda a não se desesperar quando as respostas divinas não são conforme suas expectativas humanas. Orar é sentir a insuficiência humana e abrir o coração a Deus como a um amigo. Muitas vezes Ele terá de dizer-lhe: “O que Eu faço, tu não o sabes agora, mas depois o entenderás”.

Deus sempre dirige a nossa vida como nós também a dirigiríamos, se pudéssemos ver o fim desde o princípio, diz Ellen White. E o futuro se encarregará de mostrar-nos como as horas em que pensávamos que Deus não atendia as nossas orações, foram as horas em que Ele esteve mais próximo de nós. (Alejandro Bullon)

Tem um pedido especial de oração? Quero orar por você! Deixe-o em minha agenda virtual:OroPorVocê.Com

Fonte:Amilton Menezes

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

A causa primária do câncer


Sabiam que no ano de 1931 um cientista recebeu o prêmio Nobel por descobrir a CAUSA PRIMÁRIA DO CÂNCER?

Foi o senhor Otto Heinrich Warburg (1883-1970). Prêmio Nobel em 1931 por sua tese “A causa primária e a prevenção do câncer”.

Segundo este cientista, o câncer é a consequência de uma alimentação antifisiológica e um estilo de vida antifisiológico.

Por que? Porque uma alimentação antifisiológica – dieta baseada em alimentos acidificantes + sedentarismo, cria em nosso organismo um ambiente de ACIDEZ.

A ACIDEZ por sua vez EXPULSA o OXIGÊNIO das células!

Ele afirmou: “A falta de oxigênio e a acidez são as duas caras de uma mesma moeda: quando você tem um, você tem o outro.”

Outra afirmação interessante: “As substâncias ácidas repelem o oxigênio; em oposto, as substâncias alcalinas atraem o oxigênio.”

Ou seja, um ambiente ácido, sim ou sim, é um ambiente sem oxigênio.

E ele afirmava que: “Privar uma célula de 35% de seu oxigênio durante 48 horas, pode convertê-la em cancerígena.”

Ainda segundo Warburg: “Todas as células normais tem como regra absoluta o oxigênio, porém as células cancerosas podem viver sem oxigênio – uma regra sem exceção.”

E também: “Os tecidos cancerosos são tecidos ácidos, enquanto que os saudáveis são tecidos alcalinos.”

Em sua obra “O metabolismo dos tumores”, Warburg demonstrou que todas as formas de câncer se caracterizamn por duas condições básicas: a acidose (acidez do sangue) e a hipoxia (falta de oxigênio). Também descobriu que as células cancerosas são anaeróbias (não respiram oxigênio) e NÃO PODEM sobreviver na presença de altos níveis de oxigênio; em troca, sobrevivem graças a GLICOSE sempre que o ambiente está livre de oxigênio… Portanto, o câncer não seria nada mais que um mecanismo de defesa que tem certas células do organismo para continuar com vida em um ambiente ácido e carente de oxigênio.

Resumindo:

Células sadias vivem em um ambiente alcalino e oxigenado, o qual permite seu normal funcionamento:

Células cancerosas vivem em um ambiente extremamente ácido e carente de oxigênio:

IMPORTANTE:

Uma vez finalizado o processo da digestão, os alimentos de acordo com a qualidade de proteína, hidrato de carbono, gordura, minerais e vitaminas que fornecem, gerarão uma condição de acidez ou alcalinidade no organismo.

O resultado acidificante ou alcalinizante se mede através de uma escala chamada PH, cujos valores se encontram em um nível de 0 a 14, sendo PH 7, um PH neutro.

É importante saber como os alimentos ácidos e alcalinos afetam a saúde, já que para que as células funcionem de forma correta e adequada, seu PH deve ser ligeiramente alcalino. Em uma pessoa saudável, o PH do sangue se encontra entre 7,40 e 7,45. Leve em conta que se o PH sanguíneo caísse abaixo de 7, entraríamos em estado de coma próximo a morte.

Então, que temos a ver com tudo isto?

Alimentos que acidificam o organismo:

* Açúcar refinado e todos os seus subprodutos – o pior de tudo: não tem proteínas, nem gorduras, nem minerais, nem vitaminas, só hidrato de carbono refinado que estressa o pancreas. Seu PH é 2,1, ou seja, altamente acidificante

* Carnes – todas

* Leite de vaca e todos os seus derivados – queijos, requeijão, iogurtes, etc.

* Farinha refinada e todos os seus derivados – massas, bolos, biscoitos, etc.

* Produtos de padaria – a maioria contém gordura saturada, margarina, sal, açúcar e conservantes

* Margarinas

* Refrigerantes

* Cafeína – café, chás pretos, chocolate

* Álcool

* Tabaco

* Remédios, antibióticos

* Qualquer alimento cozido – o cozimento elimina o oxigênio e o transforma em ácido – inclusive as verduras cozidas.

* Tudo que contenha conservantes, corantes, aromatizantes, estabilizantes, etc.

Enfim: todos os alimentos enlatados e industrializados. Constantemente o sangue se encontra autorregulando-se para não cair em acidez metabólica, desta forma garantindo o bom funcionamento celular, otimizando o metabolismo. O organismo DEVERIA obter dos alimentos, as bases (minerais) para neutralizar a acidez do sangue da metabolização, porém todos os alimentos já citados, contribuem muito pouco, e em contrapartida, desmineralizam o organismo (sobretudo os refinados). Há que se levar em conta que no estilo de vida moderno, estes alimentos são consumidos pelo menos 3 vezes por dia, os 365 dias do ano!!! Curiosamente, todos estes alimentos citados, são ANTIFISIOLÓGICOS!!…Nosso organismo não foi projetado para digerir toda essa porcaria!!!

Alimentos Alcalinizantes

* Todas as verduras cruas (algumas são ácidas ao paladar, porém dentro do organismo tem reação alcalinizante, outras são levemente acidificantes porém trazem consigo as bases necessárias para seu correto equilíbrio); cruas produzem oxigênio, cozidas não.

* Frutas, igualmente as verduras, por exemplo o limão tem um PH aproximado de 2.2, porém dentro do organismo tem um efeito altamente alcalinizante (quem sabe o mais poderoso de todos). As frutas produzem quantidades saudáveis de oxigênio!

* Sementes: além de todos os seus benefícios, são altamente alcalinizantes, como por exemplo as amêndoas.

* Cereais integrais: O único cereal integral alcalinizante é o milho, todos os demais são ligeiramente acidificantes, porém muito saudáveis!.. Todos os cereais devem ser consumidos cozidos.

* O mel é altamente alcalinizante.

* A clorofila das plantas (de qualquer planta) é altamente alcalinizante (sobretudo a aloe vera, mais conhecida como babosa).

* Á água é importantíssima para a produção de oxigênio. “A desidratação crônica é o estressante principal do corpo e a raiz da maior parte de todas as enfermidades degenerativas”, afirma o Dr. Fereydoon Batmanghelidj.

* O exercício oxigena todo teu organismo, o sedentarismo o desgasta.

O Doutor George W. Crile, de Cleverand, um dos cirurgiões mais importantes do mundo declara abertamente:

“Todas as mortes mal chamadas “naturais”, não são mais que o ponto terminal de uma saturação de ácidos no organismo.”

Como dito anteriormente, é totalmente impossível que um câncer prolifere em uma pessoa que libera seu corpo da acidez, nutrindo-se com alimentos que produzam reações metabólicas alcalinas e aumentando o consumo de água pura; e que por sua vez, evita os alimentos que produzem acidez, e se abstém de elementos tóxicos. Em geral o câncer não se contrai nem se herda… o que se herda são os costumes alimentícios, ambientais e o estilo de vida que produz o câncer.

Mencken escreveu:

“A luta da vida é contra a retenção de ácido”.

“O envelhecimento, a falta de energia, o nervosismo, as dores de cabeça, enfermidades do coração, alergias, eczemas, urticária, asma, cálculos renais e arterioscleroses entre outros, não são nada mais que a acumulação de ácidos.”

O Dr. Theodore A. Baroody disse em seu livro “Alkalize or Die” (Alcalinizar ou Morrer):

“Na realidade não importa o sem-número de nomes de enfermidades. O que importa sim é que todas elas provém da mesma causa básica: muito lixo ácido no corpo!”

O Dr. Robert O. Young disse:

“O excesso de acidificação no organismo é a causa de todas as enfermidades degenerativas. Quando se rompe o equilíbrio e o organismo começa a produzir e armazenar mais acidez e lixo tóxico do que pode eliminar, então se manifestam diversas doenças.”

E a quimioterapia?

Não vou entrar em detalhes, somente me limito a enfatizar o óbvio: a quimioterapia acidifica o organismo a tal extremo, que este recorre às reservas alcalinas do corpo de forma imediata para neutralizar tanta acidez, sacrificando assim bases minerais (Cálcio, Magnésio, Potássio) depositadas nos ossos, dentes, articulações, unhas e cabelos. É por esse motivo que se observa semelhante degradação nas pessoas que recebem este tratamento, e entre tantas outras coisas, se lhes cai rapidamente o cabelo. Para o organismo não significa nada ficar sem cabelo, porém um PH ácido significaria a morte.

É necessário dizer que isto não é divulgado porque a indústria farmacêutica e da quimioterapia são alguns dos negócios mais multimilionários que existem hoje em dia?

É necessário dizer que a indústria farmacêutica e a indústria alimentícia são uma só entidade?

Você se dá conta do que significa isto?

Quantos de nós temos escutado a notícia de alguém que tem câncer e sempre se diz: “É…. poderia acontecer com qualquer um…”

Com qualquer um?

A ignorância justifica, o saber condena.

“Que teu alimento seja teu remédio, que teu remédio seja teu alimento.” Hipócrates

domingo, 28 de outubro de 2012

Um remédio milagroso chamado perdão


Não há qualquer dúvida. Perdão é o assunto chave quando se trata de relacionamento na Bíblia. É essencial para o nosso relacionamento com Deus, com os outros, e até mesmo em nosso interior. O perdão é essencial para o crescimento emocional e espiritual.

As Escrituras ensinam que a graça e a salvação são incondicionais. Isto é absolutamente verdadeiro no sentido de que não há uma maneira de ganhar a graça ou o amor de Deus; não há nada que possamos fazer para consegui-los; não há nenhuma condição de mérito que devamos satisfazer para recebê-los. Nossa salvação nos é dada gratuitamente, como uma dádiva do amor de Deus. Mas, quando lemos atentamente as Escrituras, descobrimos que antes de nos perdoar, Deus espera que perdoemos os outros. É como se Deus nos tivesse feito psicologicamente de uma maneira que não conseguiremos receber seu perdão a menos que perdoemos primeiro.

Em Lucas 6:37, Jesus afirma este princípio: “Perdoai e sereis perdoados”. Ou ainda como em algumas versões: “Soltai, e soltar-vos-ão”. Ele enfatiza isso mais de uma vez. Naquela que chamamos de oração do Senhor, Ele disse: “Perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores (Mateus 6:12). Alguns versículos adiante, Ele explica: “Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós. Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas” (versos 14 e 15).

… Mais de uma vez ouvimos a mensagem de que Jesus espera que estejamos dispostos a perdoar os outros, assim como Ele está disposto a nos perdoar. Isso… aponta para um princípio bíblico básico, emocional, psicológico e espiritual – se quisermos receber o perdão, estaremos pedindo que Deus infrinja Sua própria natureza moral. Estaremos pedindo que Ele infrinja princípios que Ele construiu em nós.

Se você achar difícil acreditar que o perdão é uma necessidade que Deus colocou em nós, olhe para o oposto do perdão – o ressentimento. Quando nos ressentimos de alguém, destruímos nosso relacionamento com essa pessoa, naturalmente. E também destruímos nossa saúde física. Qualquer médico lhe contará sobre doenças e problemas físicos que estão intimamente relacionados com o ressentimento. Ele literalmente abre buraco em nós, e é uma metáfora viva do que ele causa aos nossos relacionamentos.

As leis de Deus são uma parte fixa da existência. Elas estão nos nossos músculos, cérebros, personalidades e interações sociais. Sua lei maior, o amor, é o que trouxe ao mundo à existência, e o amor é alimentado pelo perdão. O oposto do amor é o ódio, e o ódio é alimento pelo ressentimento.

Assim, se estamos procurando o bem estar emocional, espiritual e físico, perdão é fator essencial. (David Seamands)

sábado, 27 de outubro de 2012

Dicas para casar com a pessoa certa.



10 dicas para não errar

Com a taxa de divórcio acima de 50%, aparentemente pessoas demais estão cometendo um grave erro ao decidir com quem pretendem passar o resto de sua vida. Para evitar tornar-se uma estatística, tente interiorizar estes dez pontos a fim de não entrar em uma fria.

1. Você escolhe a pessoa errada porque espera que ele/ela mude depois do casamento.

O erro clássico. Nunca despose um potencial. A regra de ouro é: Se você não pode ser feliz com a pessoa como ela é agora, não se case. Como disse, muito sabiamente, um colega meu: “Na verdade, pode-se esperar que alguém mude depois de casado… para pior!”
Portanto, quando se trata da espiritualidade, caráter, higiene pessoal, habilidade de se comunicar e hábitos pessoais de outra pessoa, assegure-se de que pode viver com estes como são agora.

2. Você escolhe a pessoa errada porque se preocupa mais com a química que com o caráter.

A química acende o fogo, mas o bom caráter o mantém aceso. Esteja consciente da síndrome “Estar apaixonado”. “Estou apaixonado” freqüentemente significa “Sinto atração física.” A atração está lá, mas você averiguou cuidadosamente o caráter dessa pessoa?
Aqui estão quatro traços de personalidade para serem definitivamente testados:

Humildade: Esta pessoa acredita que “fazer a coisa certa” é mais importante que o conforto pessoal?

Bondade: Esta pessoa gosta de dar prazer aos outros? Como ela trata as pessoas com as quais não tem de ser agradável? Ela faz algum trabalho voluntário? Faz caridade?

Responsabilidade: Posso confiar que esta pessoa fará aquilo que diz que fará?

Felicidade: Esta pessoa gosta de si mesma? Ela aprecia a vida? É emocionalmente estável?

Pergunte-se: Eu desejo ser como esta pessoa? Quero ter um filho com esta pessoa? Gostaria que meu filho se parecesse com ela?

3. Você fica com a pessoa errada porque o homem não entende aquilo que a mulher mais precisa.

Homens e mulheres têm necessidades emocionais específicas, e quase sempre, é o homem que simplesmente “não consegue.” A tradição judaica coloca sobre o homem o ônus de entender as necessidades emocionais de uma mulher, e de satisfazê-las.
Para a mulher, o mais importante é ser amada – sentir que é a pessoa mais importante na vida do marido. O marido precisa dar-lhe atenção consistente e verdadeira.
Isso fica mais evidente na atitude do judaísmo para com a intimidade sexual. A Torá obriga o marido a satisfazer as necessidades sexuais da mulher. A intimidade sexual é sempre colocada em termos femininos. Os homens são orientados para um objetivo, principalmente quando se trata desta área. Como disse certa vez uma mulher inteligente: “O homem tem duas velocidades: ligado e desligado.” As mulheres são orientadas pela experiência. Quando um homem é capaz de trocar as marchas e torna-se mais orientado pela experiência, descobrirá o que faz sua esposa muito feliz. Quando o homem se esquece de suas próprias necessidades e se concentra em dar prazer à mulher, coisas fantásticas acontecem.

4. Você escolhe a pessoa errada porque vocês não partilham metas de vida em comum e prioridades.

Existem três maneiras básicas de nos conectarmos com outra pessoa:

Química e compatibilidade.
Partilhar interesses em comum.
Compartilhar o mesmo objetivo de vida.
Assegure-se de que você compartilha o profundo nível de conexão que objetivos de vida em comum proporcionam. Após o casamento, os dois crescerão juntos ou crescerão separados. Para evitar crescer separado, você deve entender para que “está vivendo” enquanto é solteiro – e então encontrar alguém que tenha chegado à mesma conclusão que você.

Esta é a verdadeira definição de “alma gêmea.” Uma alma gêmea tem o mesmo objetivo – duas pessoas que em última instância compartilham o mesmo entendimento ou propósito de vida, e portanto possuem as mesmas prioridades, valores e objetivos.

5. Você escolhe a pessoa errada porque logo se envolve sexualmente.

O envolvimento sexual antes do compromisso de casamento pode ser um grande problema, porque muitas vezes impede uma completa exploração honesta de aspectos importantes. O envolvimento sexual tende a nublar a mente da pessoa. E uma mente nublada não está inclinada a tomar decisões corretas.
Não é necessário fazer um “test drive” para descobrir se um casal é sexualmente compatível. Se você faz a sua parte e tem certeza que é intelectual e emocionalmente compatível, não precisa se preocupar sobre compatibilidade sexual. De todos os estudos feitos sobre o divórcio, a incompatibilidade sexual jamais foi citada como o principal motivo para as pessoas se divorciarem.

6. Você fica com a pessoa errada porque não tem uma profunda conexão emocional com esta pessoa.

Para avaliar se você tem ou não uma profunda conexão emocional, pergunte: “Respeito e admiro esta pessoa?”
Isso não significa: “Estou impressionado por esta pessoa?” Nós ficamos impressionados por um Mercedes. Não respeitamos alguém porque tem um Mercedes. Você deveria ficar impressionado pelas qualidades de criatividade, lealdade, determinação, etc.
Pergunte também: “Confio nesta pessoa?” Isso também significa: “Ele ou ela é emocionalmente estável? Sinto que posso confiar nele/nela?”

7. Você se envolve com a pessoa errada porque escolhe alguém com quem não se sente emocionalmente seguro.

Faça a si mesmo as seguintes perguntas: Sinto-me calmo, relaxado e em paz com esta pessoa? Posso ser inteiramente eu mesmo com ela? Esta pessoa faz-me sentir bem comigo mesmo? Você tem um amigo realmente íntimo que o faz sentir assim? Assegure-se que a pessoa com quem vai se casar faz você sentir-se da mesma forma!
De alguma maneira, você tem medo desta pessoa? Você não deveria sentir que é preciso monitorar aquilo que diz porque tem medo da reação da outra pessoa. Se você tem receio de expressar abertamente seus sentimentos e opiniões, então há um problema com o relacionamento.
Um outro aspecto de sentir-se seguro é que você não sente que a outra pessoa está tentando controlá-lo. Controlar comportamentos é sinal de uma pessoa abusiva. Esteja atento para alguém que está sempre tentando modificá-lo. Há uma grande diferença entre “controlar” e “fazer sugestões.” Uma sugestão é feita para seu benefício; uma declaração de controle é feita para o benefício de outra pessoa.

8. Você fica com a pessoa errada porque você não põe todas as cartas na mesa.

Tudo aquilo que o aborrece no relacionamento deve ser trazido à baila para discussão. Falar sobre aquilo que incomoda é a única forma de avaliar o quão positivamente vocês se 0comunicam, negociam e trabalham juntos. No decorrer de toda a vida, as dificuldades inevitavelmente surgirão. Você precisa saber agora, antes de assumir um compromisso: Vocês conseguem resolver suas diferenças e fazer concessões que sejam boas para ambas as partes?
Nunca tenha receio de deixar a pessoa saber aquilo que o incomoda. Esta é também uma maneira para você testar o quanto pode ficar vulnerável perante esta pessoa. Se você não pode ser vulnerável, então não pode ser íntimo. Os dois caminham juntos.

9. Você escolhe a pessoa errada porque usa o relacionamento para escapar de problemas pessoais e da infelicidade.

Se você é infeliz e solteiro, provavelmente será infeliz e casado, também. O casamento não conserta problemas pessoais, psicológicos e emocionais. Na melhor das hipóteses, o casamento apenas os exacerbará.
Se você não está feliz consigo mesmo e com sua vida, aceite a responsabilidade de consertá-la agora, enquanto está solteiro. Você se sentirá melhor, e seu futuro cônjuge lhe agradecerá.

10. Você escolhe a pessoa errada porque ele/ela está envolvido em um triângulo.

Estar “triangulado” significa que a pessoa é emocionalmente dependente de alguém ou de algo, ao mesmo tempo em que tenta desenvolver um outro relacionamento. Uma pessoa que não se separou de seus pais é o exemplo clássico de triangulação. As pessoas também podem estar trianguladas com objetos, tais como o trabalho, drogas, a Internet, passatempos, esportes ou dinheiro.

Assegure-se de que você e seu parceiro estejam livres de triângulos. A pessoa apanhada em um triângulo não pode estar emocionalmente disponível por completo para você. Você não será a prioridade número um. E isso não é base para um casamento.

Fonte: www.sexoaberto.com || Rabino Dov Heller

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Está pensando em divorciar? Leia isto antes!

Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: “Tenho algo importante para te dizer”. Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.
De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.
Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: “Por quê?”
Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou “você não é homem!” Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouvi-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.
Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.
Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.
No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.
Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. E a ignorei e voltei a dormir.
Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possível. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus exames no próximo mês e precisava de um ambiente propício para preparar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.
Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca, mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.
Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. “Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio” – disse Jane em tom de gozação.
Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então, quando eu a carreguei para fora da casa, no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo “O papai está carregando a mamãe no colo!” Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho “Não conte para o nosso filho sobre o divórcio” Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.
No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.
No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.
No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.
Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles, mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse “Todos os meus vestidos estão grandes para mim”. Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.
A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso… ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração….. Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.
Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse “Pai, está na hora de você carregar a mamãe”. Para ele, ver seu pai carregando sua mãe todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.
Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: “Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo”.
Eu não consegui dirigir para o trabalho… fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia… Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela “Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar”.
Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa “Você está com febre?” Eu tirei sua mão da minha testa e repeti.” Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe”.
A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouvi-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.
Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: “Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe”.
Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama – morta.
Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio – e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.
Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, do seu marido, façam pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!
Um casamento centrado em Cristo é um casamento que dura uma vida toda.

Fonte:Literalmente Verdade

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Ore para encontrar, não encontre para orar



Um dos grandes erros que os jovens têm cometido na vida sentimental é iniciar uma busca por um(a) companheiro(a) e quando encontram alguém que os agrada, começam a orar por esta pessoa.
O problema deste método de escolha é que a busca pela “pessoa certa” talvez seja feita carnalmente. Quantas vezes depois de termos escolhido com os olhos deste mundo, pedimos “ajuda do céu” para que o relacionamento de certo?
O método que Deus nos propõe é: ore e depois escolha. 
Quando estamos em um processo de oração, em favor de nossa vida sentimental, Deus faz com que as pessoas certas para nós se destaquem aos nossos olhos e as pessoas erradas passem despercebidas.
Em Genesis 24, Abraão pediu para seu servo ir até a cidade onde os parentes dele viviam a fim de escolher uma esposa para seu filho. O servo pegou 10 camelos, encheu-os de presentes e saiu em busca da “pessoa certa” para Isaque. Veja o método de escolha que este sábio homem usou:
V.11- Quando o empregado chegou, fez os camelos se ajoelharem perto do poço, fora da cidade. Era de tardinha, a hora em que as mulheres vinham buscar água. V12. Aí ele orou assim: — Ó Senhor, Deus do meu patrão Abraão, faze com que tudo dê certo e sê bondoso para o meu patrão.
Gênesis 24:11-12.
Ele parou diante do lugar onde as moças passavam, eantes de escolher, orou. E a Bíblia diz no verso 15 que ele nem havia terminado a oração e Rebeca apareceu para pegar água.
É no meio de nossa vida de oração, é durante o nosso clamor, que Deus vai atrair os nossos olhos a aquele(a) que Ele sonhou para nós.
A oração não apenas nos ajuda a fazer a vontade de Deus, mas também a negar a nossa própria. Ela cega nossos olhos carnais, que querem nos atrair a caminhos de morte, e abre nossos olhos espirituais que nos levam a vida abundante que Ele tem preparado a nós.
A Palavra de Deus é muito clara em Jeremias 17:9 ao dizer que o nosso coração é enganoso, por isso, não espere que seu coração se envolva com alguém para você começar a buscar a Deus, mas comece a buscar a Deus e deixe que Ele encontre para você alguém segundo o coração dEle.
Por que você não tenta, ORAR para ENCONTRAR, e não ENCONTRAR para ORAR?
Fonte: JesusCopy.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Jesus fala à Igreja Católica Romana

Vocês ouviram o que foi dito aos antigos: “Peça à Maria e faça petição aos santos”. Eu, porém, lhes digo que que há somente um mediador entre Deus e os homens (1 Timóteo 2:5). Vocês não têm necessidade de outro intermediário além de mim. Não sabem que já têm um advogado junto ao Pai (1 João 2:1)? Vocês não sabem que eu sou o caminho, a verdade e a vida, e que ninguém vem ao Pai senão por mim (João 14:6)? Então, quando orarem, peçam em meu nome, para que o Pai seja glorificado no Filho (João 14:13).
Vocês ouviram o que foi dito: “Prostre-se diante da hóstia consagrada, e adore aquele que foi sacrificado na missa”. Mas eu lhes digo que quando fui oferecido para sempre em um único sacrifício pelos pecados, assentei-me à direita de Deus, aguardando até que os meus inimigos sejam colocados como estrado dos meus pés. Por meio de um único sacrifício, aperfeiçoei para sempre os que estão sendo santificados (Hebreus 10:12–14). E vocês não ouviram que onde há perdão de pecados, não há mais necessidade de sacrifício pelo pecado (Hebreus 10:18)? Eu realmente quis dizer “está consumado” na cruz (João 19:30).
Vocês ouviram o que foi dito: “Honre o Papa”. Eu, porém, lhes digo que esta é uma compreensão tristemente errônea do papel que meu discípulo Pedro executou e da realidade da sucessão na igreja. A Rocha sobre a qual construí minha igreja (Mateus 16:18) por dois milênios não é somente Pedro, mas o grupo de apóstolos reunidos (Efésios 2:20). Todos os meus apóstolos especialmente designados, não apenas Pedro, são meus porta-vozes autoritativos expressamente comissionados para minha igreja (João 14:26; 15:26-27; 16:13). A autoridade deles não vem de si, mas de mim. Eu sou aquele que tem autoridade (Mateus 7:29), não os seus escribas eclesiásticos. Quando eu ascendi, foram meus apóstolos unidos, não Pedro apenas, que serviram como meus porta-vozes autoritativos terrenos na primeira geração da igreja. Por minha ordem, foram as palavras faladas e escritas pelos apóstolos que serviram como autoridade final da igreja primitiva – e quando os apóstolos se foram, foram seus escritos preservados que levaram minha voz como autoridade final da igreja por estes dois mil anos, não as tradições acumuladas da igreja.
Vocês também ouviram o que foi dito aos antigos: “Os sacerdotes estão proibidos de casar”. Contudo, eu lhes digo, agrada-me que vocês estejam ouvindo 1 Coríntios 7, mas o que dizer sobre as outras coisas que falei por meio dos meus porta-vozes inspirados? Eu disse duas vezes que um presbítero deve ser marido de uma esposa (1 Timóteo 3:2; Tito 1:6) – sem, de alguma forma, excluir o celibatário (como eu e Paulo) do oficialato da igreja, porém, enfaticamente sem também excluir os casados. Por que vocês os excluem do sacerdócio, exceto sob exceção especial? Celibato é um chamado especial, não deve ser forçado com lei eclesiástica. Não fui igualmente claro que é melhor casar-se a viver abrasado (1 Coríntios 7:9)?
Vocês ouviram o que foi dito: “Sua aceitação diante de Deus não se baseia apenas na bondade de outro, mas também na sua”. Contudo, eu lhes digo, não roube de mim a glória total por sua aceitação total diante de Deus. Deixe-me ser honrado como o único que perdoa seus pecados (Marcos 2:10), e o único que providencia a perfeita justiça de que vocês precisam para serem aceitos por Deus (Filipenses 3:9). É verdade que você é envolvido com santidade crescente quando minha justiça é comunicada a vocês depois que foram totalmente aceitos (Romanos 6:12-14). Não queime a largada pensando que vocês poderiam ajuntar santidade suficiente para conquistar sua aceitação junto ao Deus triplamente santo. Não é o piedoso que meu Pai justifica, mas o ímpio (Romanos 4:6). Vocês não sabem quão profundamente pecaminosos são (Romanos 3:23), que é impossível para os que estão na carne agradar a Deus (Romanos 8:8), que nenhum esforço humano poderia justificar-lhes à vista do meu Pai (Romanos 3:20)? Vocês precisam da obra de Outro por vocês – vida e morte perfeitas do único Deus-homem que veio a terra para conquistar por vocês a aceitação junto a Deus que não alcançariam por si mesmos.
Vocês ouviram o que foi dito: “As Escrituras são produto da Igreja. A tradição autorizada une-se às Escrituras como sua autoridade final”. Mas, eu lhes digo, por causa de sua tradição, vocês esvaziaram a palavra de Deus (Mateus 15:6). Em meu casamento com minha noiva na nova aliança, o Noivo fala com a palavra final e autoritativa, não a Noiva. É a minha voz que a ovelha ouve e segue (João 10:3-4, 27), não a voz da igreja.
Foram os singulares e insubtituíveis apóstolos quem eu treinei especialmente por três anos e designei especialmente como meus porta-vozes autoritativos. Os profetas da antiga aliança e os apóstolos da nova aliança falaram por mim e sobre mim (João 5:39, 46; Lucas 24:25-27, 44-45; Efésios 3:5; 2 Pedro 3:1-2). É minha voz em suas palavras registradas que servem como sua autoridade final para doutrina e prática. Quando digo que sua autoridade final é somente a Escritura – sola Scriptura – eu falo dos escritos dos apóstolos e dos profetas (Efésios 2:20). E quando falo dos apóstolos e dos profetas, digo que eu mesmo sou a Palavra (João 1:1), a declaração final de Deus (Hebreus 1:2). Eu sou a autoridade final da Igreja, e a maneira que escolhi mediar esta autoridade a vocês não foi por meio de uma tradição contínua da igreja, mas por meio da palavra apostólica e profética somente.
Ao colocar sua tradição acumulada em pé de igualdade com as Escrituras, vocês esvaziaram minha palavra de seu poder (Mateus 15:6). Vocês foram escravizados a filosofias vãs e enganosas, que se fundamentam nas tradições humanas e nos princípios elementares deste mundo, e não em Cristo (Colossenses 2:8). Colocar as tradições dos homens em igualdade com as palavras de Deus significa perder as palavras de Deus. Não importa o esforço que vocês fazem para considerar a revelação divina igual à tradição humana como sua autoridade final, as palavras do homem inevitavelmente distorcerão e diminuirão as palavras de Deus.

David Mathis | Traduzido por Josaías Jr | iPródigo.com | Original aqui

domingo, 21 de outubro de 2012

Não existe casamento perfeito


Um casal estava celebrando suas bodas de ouro. O jornal local enviou seu repórter para entrevista-los. O marido estava em casa.
“Qual é sua receita para um casamento duradouro e feliz?”
“Bem, eu lhe direi meu jovem”, falou vagarosamente o idoso esposo. “Sara foi a minha primeira e única namorada.
Quando ela pensou que devíamos nos casar, eu temi. Mas, depois do casamento o pai dela me chamou à parte, deu-me um pequeno pacote e me disse: ‘Aqui está tudo que você realmente precisa saber’ e isto era o que estava no pacotinho.” Tirou do bolso um relógio grande de ouro, abriu-o e mostrou ao repórter. Lá dentro, no vidro que ele deveria olhar dezenas de vezes ao dia, estava escrito: “Diga alguma coisa bonita à Sara”! Muito simples, mas deu resultado. (Happiness Walll to Walll, p. 16)
Eis cinco outros conselhos que podem melhorar nossa vida matrimonial e do lar, enfim, tendo-se em vista que não há casamentos perfeitos ou ideais, e nem casamentos modelos. Cada casal é diferente. A única coisa que cada matrimônio precisa fazer é satisfazer a duas pessoas: você e seu cônjuge.

1 – Não compare seu casamento com outros; trate-o como sendo um relacionamento todo singular; todos os casais têm problemas; seu modelo é Jesus.

2 – Analise os objetivos de seu casamento; faça-o periodicamente; estão sendo alcançados? Deve fazê-lo pelo menos uma vez ao ano: que necessita ser melhorado? Quais as áreas de atrito? Quanto tempo passam juntos?

3 – Converse com o outro; não basta estarem juntos; alguém disse que se não houvesse comerciais na TV, ninguém falaria com ninguém! Uma esposa se queixava ao pastor de que em casa não havia tempo para diálogo e que os problemas eram discutidos apuradamente nos intervalos dos programas de TV…

4 – Controlem juntos o dinheiro. Dizem que as maiores preocupações dos casais são: sexo, dinheiro e os sogros. O dinheiro do casal deve ser administrado pelos dois, de acordo com o que planejaram. O dinheiro é uma área de atrito muito sensível.

5 – Procure repetir as palavras bonitas e os agrados do tempo do namoro e noivado. Admire o penteado dela, a gravata dele, a comida, o trabalho… Se há conversão, há amor, atenção e felicidade. A repetição dos elogios mantém o romance. Digam que se amam e façam provas disto com um beijo sincero e amoroso!

Amai-vos de coração… ardentemente!

(Moysés S. Nigri)

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Um bom marido não deve ser …


O maior problema enfrentando nas famílias da atualidade é a falta de compreensão, tanto da parte do marido quanto da esposa, do seu papel no lar e como desempenhá-lo.
Liderança e amor são características indispensáveis para o marido que quer desempenhar bem o seu papel.
Para ser um bom líder o marido não deve ser:
- Marido passivo: raramente toma decisões a respeito da família.
- Marido ditador: alguém que governa autoritariamente, suprimindo liberdades individuais.
- Marido teimoso: nunca admite estar errado.
- Marido insensível: não demonstra percepção nem sabedoria no lar. Não é sensível aos medos, desapontamentos, segredos, alegrias, ou sonhos de sua esposa.
- Marido silencioso: governa seu lar sem comunicação verbal.
- Marido explosivo: traz muita insegurança e medo ao lar porque a família nunca sabe quando ele vai explodir.
- Marido brincalhão demais: não leva nada a sério, nunca desenvolve uma intimidade emocional com sua esposa e filhos.
Seja o tipo de marido que você for, reconheça sua necessidade, pois este é o primeiro passo para aprender a liderar como Cristo também liderou.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Perigos físicos e espirituais da masturbação ou "abuso próprio"


Poucos tópicos têm gerado mais ridicularização por parte dos críticos do que as declarações de Ellen White a respeito do "abuso próprio", "vício solitário", "auto-satisfação", "vício secreto", "poluição moral", etc. Ellen White nunca empregou o termo "masturbação".

A primeira referência que ela fez a este assunto apareceu num livreto de 64 páginas intitulado An Appeal to Mothers , em abril de 1864, nove meses depois de sua primeira visão abrangente sobre saúde. Dedicadas em grande parte à masturbação, as páginas 5 a 34 foram de sua própria pena; o restante consistiu de citações de autoridades médicas. [1]

Ellen White não disse que todas as conseqüências potencialmente sérias da masturbação, nem mesmo que a maior parte delas, aconteceriam a cada indivíduo que tivesse este hábito. Nem disse que o maior grau possível de uma grave conseqüência aconteceria à maioria daqueles que o praticavam.

Pesquisas modernas indicam que as veementes declarações de Ellen White podem ser confirmadas quando o que ela disse é devidamente compreendido. O ponto de vista geral hoje em dia, contudo, é que a masturbação é normal e saudável.

Dois médicos especialistas sugeriram uma ligação entre a masturbação e anormalidades físicas devido à deficiência de zinco. O Dr. David Horrobin, M.D. e Ph.D. pela Universidade de Oxford, declarou:

"A quantidade de zinco no sêmen é tanta que é possível uma ejaculação eliminar todo o zinco que pode ser absorvido pelos intestinos em um dia. Isto tem diversas conseqüências. A menos que a quantidade perdida seja substituída com uma dieta reforçada, as repetidas ejaculações podem levar a uma deficiência real de zinco e vários problemas podem ocorrer, incluisive a impotência".

"É até possível, dada a importância do zinco para o cérebro, que os moralistas do século dezenove estivessem corretos quando diziam que a masturbação repetidal poderia deixar alguém louco!" [2]

Uma pesquisa mais recente confirmou o papel fundamental do zinco como principal protetor do sistema imunológico, com inúmeras doenças físicas atribuídas à sua deficiência.

Dois profissionais na área de psicologia clínica e terapia familiar compararam as declarações de Ellen White sobre masturbação com o conhecimento médico atual. [3] O Dr. Richard Nies defendeu o conselho geral de Ellen White sobre masturbação, realçando quatro pontos principais:

01. A masturbação leva a "deterioração mental, moral e física. ... Não é a estimulação em si que é errada. É o que acontece com ... [as pessoas] quando elas se concentram em si mesmas e se tornam egocêntricas." 

02. A masturbação "avaria as mais finas sensibilidades de nosso sistema nervoso. ... Não é difícil ver, em termos da mediação elétrica de nosso sistema nervoso, como a doença se torna um resultado natural para indivíduos que colocaram a satisfação própria no centro de seu ser. ... A doença é o resultado natural disto."

03. A masturbação é uma predisposição que pode ser "herdada, passada e transmitida de uma geração a outra, podendo levar mesmo à degeneração da raça".

04. Ao tratar com outros, especialmente com crianças, o conselho de Ellen White vai na direção de lidar com as conseqüências, de mostrar-lhes que devemos estar preparados para o amor e para a eternidade, e não para a gratificação própria com suas terríveis conseqüências. O Dr. Nies concluiu seu ensaio afirmando que "satisfação própria é sinônimo de destruição."

Alberta Mazat observou que a preocupação de Ellen White a respeito de masturbação se concentrava mais nas conseqüências mentais do que no "ato puramente físico. Ela estava mais preocupada com processos de pensamento, atitudes, fantasias etc." Mazat citou as referências de Ellen White para o fato de que "os efeitos não são os mesmos em todas as mentes", que "pensamentos impuros tomam e controlam a imaginação", e que a mente "adquire prazer em contemplar cenas que despertam paixões baixas".

Mazat observou também que alguns talvez fiquem embaraçados com as declarações chocantes de Ellen White a respeito de masturbação. Contudo, muitas outras declarações da Sra. White também pareciam "irrealistas e exageradas antes de a ciência confirmá-las, como por exemplo o câncer ser causado por vírus, os perigos do fumo, do comer em excesso, do consumo exagerado de gordura, açúcar e sal, para citar somente algumas. ... Parece que vale a pena lembrarmos que o conhecimento médico em qualquer assunto não é perfeito." [4]

Visto sob outra perspectiva, Deus sempre confirma o ideal para o Seu povo através de Seus mensageiros. Não importa como alguém reaja ao conselho específico de Ellen White, claramente a masturbação não era o que Deus tinha em mente quando Ele criou o homem e a mulher, uniu-os em casamento, e então instruiu-os para serem frutíferos e multiplicarem-se. O ideal de Deus no que diz respeito à sexualidade é o relacionamento de amor dentro do casamento entre marido e mulher. Qualquer outra coisa, incluindo a masturbação, fica aquém do ideal de Deus.

Fonte:Bíblia e a Ciência

As bem-aventuranças do casamento



Bem-aventurado o casal que continua a demonstrar carinho e consideração um com o outro depois que a empolgação dos primeiros anos passou.
Bem-aventurado o casal que é educado e cortês um com o outro como eles são com seus amigos.
Bem-aventurados são aqueles que têm senso de humor, pois este atributo é um grande “amortecedor de choques”.
Bem-aventurados são aqueles que amam seus companheiros mais do que qualquer outra pessoa no mundo e que cumprem com alegria seus votos de casamento com uma vida inteira de fidelidade e respeito mútuos.
Bem-aventurados são aqueles que alcançam a paternidade, pois os filhos são herança do Senhor.
Bem-aventurados os que se lembram de agradecer a Deus por sua comida antes de tomá-la, e que separam tempo para a leitura da Bíblia e oração diariamente.
Bem-aventurados os cônjuges que nunca levantam a voz para o outro e que fazem de seu lar um lugar onde palavras desencorajadoras são pouco ouvidas.
Bem-aventurado o casal que fielmente vai a igreja e que trabalha junto para a expansão do reino de Deus.
Bem-aventurado o marido e a esposa que sabem lidar com suas diferenças e se ajustam sem a interferência dos parentes.
Bem-aventurado é o casal que tem um completo entendimento das finanças e que conseguiu uma parceria perfeita onde todo o dinheiro está sob o controle dos dois.
Bem-aventurados são o esposo e a esposa que humildemente dedicam suas vidas e seu lar a Deus e que praticam seus ensinamentos sendo leais, amorosos e não egoístas.

sábado, 1 de setembro de 2012

Os Homossexuais Serão Salvos?

Veja que situação complicada dessa jovem que nos escreveu:

“Sou recém-convertida e estou amando um rapaz que segue a Deus na minha religião. Ele aceitou a Jesus tem pouco tempo. Infelizmente, ele me confessou que não pode ter um relacionamento comigo porque ainda tem desejos homossexuais. Acredito que ele poderá ser um vencedor, mas, não me quer do mesmo jeito. O que faço?”
Resposta (adaptada, para não identificá-la):

“Mas ele respondeu: Os impossíveis dos homens são possíveis para Deus.” Lucas 18:27.

Li com carinho sua carta e tive uma mistura de sentimentos: alegria por seu batismo e pena de você e desse rapaz, que luta contra os desejos homossexuais. Realmente, Deus pode libertar alguém do “vício” do homossexualismo. Não tenho dúvidas disso. Porém, tenho visto que para alguns esse processo de mudança é bem mais complexo. Creio que Deus permite que isso seja assim (isto é apenas um dos motivos, claro) para que a pessoa exercite o seu poder de escolha e cresça. Para isso, aquele (a) que tem tendências homossexuais terá que entregar o desejo sexual a Jesus e decidir ser puro (a) TODOS OS DIAS.

Durante os anos em que trabalho aqui, aconselhei por carta, e-mail e telefone aproximadamente 500 homossexuais. Classifico-os em pelo menos 3 grupos:

1) Aqueles que vencem a prática homossexual e inclusive os desejos (minoria);

2) Aqueles que vencem a prática homossexual, mas continuam com os desejos (grande maioria. Alguns ficam com o desejo por anos; outros, pela vida toda);

3) Aqueles que foram derrotados porque desistiram.

Seu amigo precisa entender que o jeito é continuar lutando e não fechar o coração para o amor de uma mulher. É claro que isso não será a solução para os problemas dele, mas, ajudará muito a direcionar a mente para o sexo oposto, a reeducar-se a fim de apreciar, na medida de suas possibilidades, o amor feminino.

Há uma diferença entre ser homossexual e ter as tendências homossexuais. Em minha opinião, a pessoa que não pratica o ato não é homossexual mesmo que sinta desejos. Tem as tendências (é um pecador), mas, não tem relações íntimas com aqueles (as) do mesmo sexo (não é um “pecadeiro”). Seu amigo precisa crer que, se Jesus voltar hoje e ele estiver lutando contra as tendências SEM SER UM HOMOSSEXUAL, (que pratica o ato), a graça do Senhor irá cobrir o que faltar nele!

Filipenses 1:6 se cumprirá na vida daqueles que não são “pecadeiros” e que seguram na mão de Deus durante a sua caminhada neste mundo: “Estou plenamente certo de que aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus.”

Crendo nisto, ele poderá virar a página. Continuar se relacionando com Jesus e cortando os pensamentos homossexuais, 50, 70, 100 vezes no dia, se for preciso. Ele não pode evitar que o pensamento homossexual venha à mente dele, mas, pode impedir que permaneça.

Pode também cortar relações com rapazes homossexuais que despertem os desejos nele. É uma questão de escolha: “… Até quando hospedarás contigo os teus maus pensamentos?” Jeremias 4:14.

Conheci uma pessoa (que não me autorizou a identificá-la) que abandonou o homossexualismo e que hoje, apesar dos conflitos dele, está feliz na sua igreja, com a esposa. Por isso, tenho convicção da salvação dele, mesmo que tenha os desejos homossexuais (pois não pratica o ato e luta contra eles, ao lado do Salvador!)

Você não poderá decidir pelo rapaz. Ele precisa fazer isso depois de orar a Deus e ver se será o melhor para ele, nessas circunstâncias, namorar uma moça. Somente ele e Deus poderão decidir juntos.

Enquanto isso continue orando e separe um tempo para ler alguns livros cristãos sobre relacionamento. Viva a sua vida sem pensar muito nele, pelo menos no momento. Ele está se reencontrando consigo e precisa do espaço dele.

Sempre que quiser escrever, sinta-se à vontade.
Deus lhe abençoe,

Leandro Quadros.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Suicídio: tem salvação pra quem se mata?

A mulher ameaçou se suicidar após matar o sobrinho em uma briga de família. Equipe de resgate e parentes conseguiram impedi-la de cometer suicídio no topo de um prédio em Zhanjiang, na província chinesa de Guangdong. Diante desse fato, podemos refletir: existe salvação para o suicida?

Nova chance: familiares salvam chinesa da morte.

Até na Bíblia, há um caso de um suicida (Jz 16:30) que foi salvo (Hb 11:32). Deve-se ressaltar, também, que ninguém será condenado por um ato isolado. De algo tenho absoluta certeza: tudo o que poderia ter sido feito para a salvação, o Espírito Santo o fez, e: Jesus irá julgá-lo (Jo 5:22) da maneira mais justa que existe: “Deus é justo juiz…” Salmo 7:11, primeira parte. “Os rios batam palmas, e juntos cantem de júbilo os montes, na presença do SENHOR, porque ele vem julgar a terra; julgará o mundo com justiça e os povos, com equidade” (Sl 98:8-9). Aliado a isto está o fato de a base de Seu trono e justiça ser a misericórdia:

“Compassivo e justo é o SENHOR; o nosso Deus é misericordioso” (Sl 116:5).

“Acheguemo-nos, portanto, confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna” (Hb 4:16).

“Mas o que se gloriar, glorie-se nisto: em me conhecer e saber que eu sou o SENHOR e faço misericórdia, juízo e justiça na terra; porque destas coisas me agrado, diz o SENHOR“ (Jr 9:24).

“Todas as veredas do SENHOR são misericórdia e verdade para os que guardam a sua aliança e os seus testemunhos” (Sl 25:10).

Sua compaixão é infinita: “Pois a tua misericórdia se eleva até aos céus, e a tua fidelidade, até às nuvens” (Sl 57:10).

Ainda que não tenha muita esperança no futuro, lembre-se de que Deus nunca o abandonará. A Bíblia diz em 2 Coríntios 4:8-9 “Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desesperados; perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos”. Para Deus, você vale muito. A Bíblia diz em Lucas 12:6-7 “Não se vendem cinco passarinhos por dois asses? E nenhum deles está esquecido diante de Deus. Mas até os cabelos da vossa cabeça estão todos contados. Não temais, pois mais valeis vós do que muitos passarinhos”.

Deus lhe ama e sempre está pensando em você. A Bíblia diz em Salmos 139:17-18 “E quão preciosos me são, ó Deus, os teus pensamentos! Quão grande é a soma deles! Se eu os contasse, seriam mais numerosos do que a areia; quando acordo ainda estou contigo”. Deus promete-lhe um futuro maravilhoso. A Bíblia diz em Jeremias 29:11 “Pois eu bem sei os planos que estou projetando para vós, diz o Senhor; planos de paz, e não de mal, para vos dar um futuro e uma esperança”.

Acreditamos que nenhum ser humano possa responder plenamente a pergunta inicial, pois este tipo de julgamento pertence a Deus (ver Ez 18:30, 34:20, Mt 16:27, Ap 14:7, 22:12), o ÚNICO que é capaz de sondar o íntimo de cada criatura (cf. Sl 7:9, 17:3 e 139:1). Não temos como avaliar plenamente até que ponto uma pessoa depressiva tem responsabilidades por seus atos na visão do Senhor. Sabemos, sim, que Ele dá a todos nós forças para que cortemos maus pensamentos, de modo que estes não venham a criar maus frutos (cf. Fp 4:8 e 13). Entretanto, é bom atentarmos para o fato de que há diferentes fases na depressão, uma na qual a pessoa está sem forças mentais para resistir ao desejo de se matar. Em Sua misericórdia, Deus levará isso em conta, com certeza.

Creia nisto. Seja feliz!

J.Washington
Leandro Quadros

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

É durante as crises que a nossa esperança é consolidada!


"E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito" 
(Romanos 8:28). 

Ventos Que Sopram Para O Lugar Certo 

Por Paulo Barbosa

Jeremy Taylor, autor de tantas declarações maravilhosas, nos diz com seu jeito incomparável de falar: "Nós estamos seguros no mar, mais seguros quando Deus nos envia tempestades do que quando gozamos dos favores do mundo. As tempestades de Deus nos sopram para o porto de arrependimento e fé."(Clarence McCartney) 

Confiar em Jesus, Senhor dos senhores e Rei dos reis, é um grande privilégio para todos nós. Ele nos conduz pelas sendas da vitória mesmo que as circunstâncias nos pareçam desfavoráveis. Quando nossos corações estão firmados nEle, tudo que nos acontece, serve para nossa edificação. 

É nos momentos de batalha espiritual que aprendemos a crer no Senhor. É nas horas de angústia e desespero que a nossa fé é fortalecida. É durante as crises que a nossa esperança é consolidada e as dúvidas desaparecem. É quando nos sentimos sós e perdidos que olhamos para o alto e vemos que o Senhor jamais deixou de cuidar de nós. 

Muitas pessoas não percebem o soprar dos ventos de Deus. Murmuram quando suas vontades são contrariadas, queixam-se quando não alcançam seus propósitos, deixam de receber suas bênçãos porque não conseguem entender os planos de Deus. 

Os ventos de Deus sopram sempre na direção certa. Compete-nos crer e nos deixar levar por eles. Com certeza chegaremos ao porto de nossa vitória e ao cais de nossa felicidade. 

Você confia no Senhor? Está pronto a deixar que o vento de Sua vontade lhe dirija? 

Fonte da imagem: https://www.google.com.br/

domingo, 19 de agosto de 2012

Como suportar pessoas insuportáveis na igreja





Todos nós conhecemos e convivemos com pessoas insuportáveis dentro da igreja. Gente chata, pedante, mentirosa, enganadora, hipócrita, arrogante, sem noção, inconveniente, deselegante, ofensiva, sem limites, abusada, sem amor, irritante, insubmissa, incompatível… Nossa, são tantos os adjetivos que tornam uma pessoa insuportável que fica até difícil listar todos. Mas elas estão aí, fazem parte da nossa vida, a convivência geralmente é compulsória e não tem jeito: somos obrigados a compartilhar ambientes, conversas, tarefas ou simplesmente a presença delas. A pergunta é: como suportar as pessoas insuportáveis que convivem conosco na igreja?


Nessa hora, como em tudo na vida, temos que voltar nossos olhos para as Sagradas Escrituras em busca de respostas. Porque, se formos agir segundo a nossa carne, simplesmente vamos começar a brigar, ofender, cortar relações e a ter outras reações nada espirituais com relação a essas pessoas insuportáveis. Quando, na verdade, Jesus deseja que nós consigamos conviver com o diferente. Porque, se você parar pra pensar, a pessoa nada mais é do que uma “pessoa diferente” de você. Numa família, por exemplo, onde todos falam baixo, o insuportável é aquele primo que fala alto como um italiano. Já num família de italianos, o insuportável pode ser aquele que não participa da bagunça, como aquele primo que se comporta como um inglês.


Então, ser ou não ser insuportável depende de quão diferente alguém é de você. Esse é o parâmetro. Eu já ouvi de certas pessoas “nossa, o fulano é tão caladinho”. Outras vezes, ao final de uma viagem soube que esse mesmo fulano incomodou as pessoas no carro “de tanto que ele falou”. Certamente tal fulano não é calado e tagarela ao mesmo tempo, mas dependendo do contexto em que está se torna mais ou menos insuportável.


E, vou te contar um segredo: a esmagadora maioria das pessoas é diferente de você. Logo, insuportável. Dentro da igreja, então, onde todos deveriam ser um amor e agir segundo o exemplo de Cristo, o coeficiente de insuportabilidade é enorme. Que fazer? Deixar de ir à igreja? Fugir da comunhão?


Paulo toca no assunto em Efésios 4. Ele diz: “Rogo-vos, pois, eu, o prisioneiro no Senhor, que andeis de modo digno da vocação a que fostes chamados, com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor“. Repare: de todas as atitudes que o apóstolo poderia nos recomendar ter, ele nos manda logo “suportar uns aos outros“. E se você for pensar bem, ele certamente não está mandando suportar quem é gente fina, os carismáticos, os que nos fazem rir e sorrir. Está se referindo aos insuportáveis.


Mas, Zágari, e aí, qual é o segredo para conseguir isso? Como suportar os insuportáveis como a Biblia manda? O segredo é o que Paulo diz logo depois:“suportando-vos uns aos outros em amor“. Amor: essa é a formula mágica.


Isso se confirma quando lemos 1Co 13.7: “O amor tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta“. Sim, o amor tudo suporta, inclusive o que é insuportável. Senão não seria “tudo”. “Mas falar de amor é fácil”, alguém poderia argumentar”, “na hora de lidar com a pessoa insuportável quero ver amar de verdade”. Só que esse amor não se restringe a um sentimento fácil. Exige esforço. Exige a consciência de que dele depende a união do Corpo de Cristo. Repare o que o apóstolo Paulo diz em Efésios logo em seguida a “suportando-vos uns aos outros em amor”: “Esforçando-vos diligentemente por preservar a unidade do Espírito no vínculo da paz; há somente um corpo e um Espírito, como também fostes chamados numa só esperança da vossa vocação“.


Amar aqui é uma atitude apresentada como algo que exige esforço. E não um esforço qualquer, mas um esforço “diligente”, ou seja, com zelo, com cuidado, com dedicação. E com qual finalidade? “Preservar a unidade do Espírito no vínculo da paz“.


Deus deseja paz para sua Igreja. Deseja paz para cada membro de seu Corpo. Para os gente fina, mas também para os insuportáveis. Jesus nunca prometeu que na congregação dos santos todos seriam pessoas fantásticas, nossos melhores amigos. Temos que amar todos os que ali estão, o que significa um grande esforço para aturá-los em suas chatices. Você certamente sabe quem são os insuportáveis da sua igreja. Ame-os. Suporte-os. Despenda esforços nesse sentido. E faça isso com zelo. Pois essa é a única forma possível de haver unidade na Igreja.


Ah, só mais uma coisa: nunca se esqueça de que o insuportável da sua igreja pode ser… você.


Paz a todos vocês que estão em Cristo.


Maurício Zágari - Apenas