terça-feira, 9 de agosto de 2011

"Deus não Se cansa de amar..."


Eu fico impressionado com a criatividade de nossos grandes compositores. Além de letras muito lindas, eu observo o cuidado na escolha dos títulos para as músicas.

Um que me chamou a atenção no meio Adventista foi "Deus não Se cansa de amar".
Que resumo belíssimo de todo o plano da salvação!

Não importa a cor de sua pele... Deus não Se cansa de amar você.
Não importa o saldo da sua conta bancária... Deus não Se cansa de amar você.
Não importa se você mora em um casebre ou em um palácio... Deus não Se cansa de amar você.
Não importa se você é um phD ou se não sabe assinar o nome... Deus não Se cansa de amar você.
Não importa se seu sobrenome é pomposo ou comum... Deus não Se cansa de amar você.
Não importa se seu passado é rico em vitórias ou completo de derrotas... Deus não Se cansa de amar você.
Não importa se os outros o chamam de "doutor" ou de "hei, psiu!"... Deus não Se cansa de amar você.
Não importa se o mundo o ama ou o ignora... Deus não Se cansa de amar você.

Não importa se você crê nEle, ou O despreza... Deus não Se cansa de amar você.

A grandeza e infinitude do amor de Deus por todos nós é algo que não conseguiremos jamais entender, pelo menos não no decurso desta nossa vida miseravelmente atolada no pecado.

Eu, pessoalmente, passei a entender um pouco mais sobre o quanto Deus me ama (a mim, Gilson) foi quando me tornei pai de 2 meninas. Elas me têm ajudado a entender o quanto os escritores bíblicos foram sabiamente inspirados na utilização do simbolismo "pai-filhos" para nos ajudar a entender nossa relação com Deus.

Quantas vezes eu já não sofri por ver minhas filhas sofrendo! Quanto já não chorei por dentro por não conseguir amenizar-lhes alguma dor! Quantas vezes eu fui mal compreendido por querer dar-lhes algo melhor, mas que era diferente daquilo que elas, em suas mentes infantis (tomara que Gabi não leia isso... rsrs), pensavam ser mais interessante! Quantas vezes não tive que repetir a mesma orientação, e bastava virar as costas para que elas fizessem exatamente o contrário!

Apesar de todo esforço e abnegação que o cuidado delas me custam, eu seria capaz de dar minha vida se isto fosse necessário para que a Amarilis (Gabi para os íntimos), de 13 anos, ou a Iris (de 6 aninhos) tivessem a chance de continuar vivendo, mesmo que eu já não mais estivesse ao seu lado...

É assim que Deus age... exatamente assim!

Agimos como filhos mimados, egoístas, egocêntricos... mas Ele continua lá, nos amando.
Basta que Ele "vire as costas" para que façamos exatamente o contrário do que Ele orientou... mas Ele continua lá... amando.
Muitas vezes, como adolescentes rebeldes e "cabeçudos", agimos como se quiséssemos que Ele não mais Se intrometesse em nossas vidas... mas Ele não sai de lá... e amando...

Que amor é este?!
Você já parou hoje para tentar entender o que Deus sente por você?


"Será que uma mãe pode esquecer o seu bebê? Será que pode deixar de amar o seu próprio filho? Mesmo que isso acontecesse, Eu nunca esqueceria vocês" - Isaías 49:15 (NTLH).

Oh, Senhor, obrigado por nos tratar como filhos!
Obrigado por nos permitir chamá-Lo de "Pai"!

Fonte:Gilson Medeiros

Declarações de Ellen White sobre Amalgamação

 

Dos Homens com Animais Antes do Dilúvio — Mas, se houve um pecado acima de todos que acarretou na destruição do mundo pelo dilúvio foi o crime da amalgamação do homem com animais que degenerou a imagem de Deus e gerou caos em toda parte. Deus planejou destruir através de um dilúvio esta raça poderosa e de vida longa que havia corrompido seus caminhos diante dEle. Ele não lhes permitiria continuar vivendo normalmente os dias de sua vida natural, o que seriam centenas de anos. Neste tempo, poucas gerações haviam se passado desde que Adão se aproximou daquela árvore que prolongava a vida. Após a desobediência do homem, foi-lhe proibido comer da árvore da vida. Privado daquela árvore, sua vida gradativamente definharia. 3 SG, pág. 64 (1864), (1SP, pág. 69).
Sobre os Homens e os Animais Após o Dilúvio — Todas as espécies de animais criadas por Deus foram preservadas na arca. As espécies estranhas que Deus não havia criado, as quais eram resultado da amalgamação, foram destruídas pelo dilúvio. Desde o dilúvio vem ocorrendo amalgamação de homens com animais, como pode ser visto na maioria das infinitas espécies de animais e em algumas raças humanas. 3 SG, pág. 75 (1864), (1SP, pág. 78).
Sobre as Plantas — Remédios que Limpam o Organismo — Cristo nunca plantou as sementes da morte no organismo. Satanás plantou essas sementes quando tentou Adão a comer da árvore do conhecimento, que implicava em desobediência a Deus. Nenhuma planta nociva foi colocada no grande jardim do Senhor, mas depois que Adão e Eva pecaram, nasceram ervas venenosas. Na parábola do semeador, foi feita ao dono da casa a pergunta: “Senhor, não semeaste boa semente no teu campo? Donde vem, pois, o joio?” O dono da casa respondeu: “Um inimigo fez isso”. (Mat. 13:27 e 28). Todo joio é semeado pelo maligno. Toda erva nociva é de sua semeadura, e por seus métodos engenhosos de amálgama ele corrompeu a Terra com joio. MS 65, 1899 (2 ME, pág. 288), 2ME, pág. 452.
 
Fonte: A Bíblia e a Ciência

Espaçonave Terra - SEMANA 33 - ESTRELAS CADENTES; A FRENTE DA TERRA

"O Clamor da Meia-Noite"



www.oclamor.org.br

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Há um Lugar - Heloísa Rosa.wmv

Alguma coisa tem que mudar

"As nossas ações falam mais alto do que as nossas palavras, diante dessa verdade precisamos fazer uma escolha: Mudar o discurso ou as ações."




Fonte:Pensamentos para meditação


O Mundo do lado de fora da janela

janela


Dois homens, ambos gravemente doentes, estavam no mesmo quarto de hospital. Um deles, podia sentar-se na cama durante uma hora, todas as tardes, para que os fluidos circulassem nos seus pulmões. A sua cama estava junto da única janela do quarto. O outro homem tinha que ficar sempre deitado de costas.
Os homens conversavam horas a fio. Falavam das suas mulheres e famílias, das suas casas, dos seus empregos, onde tinham passado as férias… E todas as tardes, quando o homem da cama perto da janela se sentava, ele passava o tempo a descrever ao seu companheiro de quarto, todas as coisas que ele conseguia ver do lado de fora da janela. O homem da cama do lado começou a viver à espera desses períodos de uma hora, em que o seu mundo era alargado e animado por toda a atividade e cor do mundo do lado de fora da janela.
A janela dava para um parque com um lindo lago. Patos e cisnes chapinhavam na água enquanto as crianças brincavam com os seus barquinhos. Jovens namorados caminhavam de braços dados por entre as flores de todas as cores do arco-íris. Árvores velhas e enormes acariciavam a paisagem. Enquanto o homem descrevia tudo com extraordinário pormenor, o homem no outro lado do quarto fechava os olhos e imaginava a pitoresca cena.
Um dia, o homem perto da janela descreveu um desfile que passava. Embora o outro homem não conseguisse ouvir a banda, ele conseguia vê-la e ouvi-la na sua mente, enquanto o outro senhor a relatava através de palavras bastante descritivas.
Dias e semanas passaram. Uma manhã, a enfermeira chegou ao quarto trazendo água para os seus banhos, e encontrou o corpo sem vida do homem perto da janela, que tinha falecido calmamente enquanto dormia. Ela ficou muito triste e chamou os funcionários do hospital para que levassem o corpo. Logo que lhe pareceu apropriado, o outro homem perguntou se podia ser colocado na cama perto da janela. A enfermeira disse logo que sim e fez a troca. Depois de se certificar de que o homem estava bem instalado, a enfermeira deixou o quarto.
Lentamente, e cheio de dores, o homem ergueu-se, apoiado no cotovelo, para contemplar o mundo lá fora. Fez um grande esforço e lentamente olhou para o lado de fora da janela… que dava, afinal, para uma parede de tijolos!
O homem perguntou à enfermeira o que teria feito com que o seu falecido companheiro de quarto, lhe tivesse descrito coisas tão maravilhosas do lado de fora da janela. A enfermeira respondeu que o homem era cego e nem sequer conseguia ver a parede. “Talvez ele quisesse apenas dar-lhe coragem…”
Há uma felicidade tremenda em fazer os outros felizes, apesar dos nossos próprios problemas. A dor partilhada é metade da tristeza, mas a felicidade, quando partilhada, é dobrada.
(Dos meus arquivos, na série “Tempo de Refletir” – autoria desconhecida)