quinta-feira, 2 de junho de 2011

ABGLT diz que mensagem postada no site convocando para a queima da bíblia foi postada por Hackers


Um dos textos dizia que “em frente a Catedral, nós ativistas LGBTT iremos queimar um exemplar da ‘Bíblia Sagrada’”.

No que a entidade classifica como um “ataque hacker”, um aviso postado na tarde desta terça-feira (31) no site da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) convocava simpatizantes a um evento em Brasília, supostamente programado para amanhã (1), em que seriam queimados exemplares da Bíblia.

Na primeira versão publicada na seção de “eventos nacionais” da página virtual, o texto dizia que “em frente a Catedral, nós ativistas LGBTT iremos queimar um exemplar da ‘Bíblia Sagrada’”. Em seguida, a mensagem defendia que “um livro homofóbico como este não deve existir em um mundo onde a diversidade é respeitada.”

Por fim, o autor da postagem, que se indentificava como “João Henrique Boing, ativista GLSBTT”, conclamava o público para seu suposto ato: “Amanhã iremos queimar a homofobia. Compareça”.

Após o anúncio gerar comentários raivosos no Twitter, uma nova versão do aviso foi postado. O texto dizia: “Queimando a Homofobia: aglomeração as 14h na porta da catedral. Tragam livros religiosos, em prol da diversidade”.

Às 20h40, esse trecho continuava publicado no site da instituição, uma das mais atuantes no processo que culminou com a aprovação da união estável entre homossexuais pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no dia 5 de maio.

Segundo Toni Reis, presidente da associação, tudo não passou de um ataque de hackers. “Não somos nós que estamos publicando esse tipo de coisa. Temos respeito total pelas religiões. A Bíblia é para ser respeitada”, disse ele, que afirmou ter teólogos no corpo diretivo da entidade.

A liderança gay, que se uniu ao seu companheiro logo após a decisão no Supremo, explicou que já entrou em contato com as autoridades policiais de Curitiba, cidade sede da ABGLT, para registrar a modificação ilegal de sua página virtual. “Estamos até cogitando tirar o site do ar”, assumiu.

Toni pediu “mil desculpas” aos que se sentiram ofendidos com a postagem. “Estamos tentando verificar quem é o autor desse tipo de ataque. É alguém muito mal intencionado. As pessoas que são homofóbicas não param de nos atacar.”

Segundo ele, esta não foi a primeira vez que hackers teriam entrado na página da entidade. Há dois meses, explica ele, foi publicada a seguinte mensagem na página eletrônica: “Bolsonaro para presidente do Brasil”, em referência ao deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ), que protagonizou inúmeros ataques aos movimentos gays nos últimos tempos em Brasília.

Nota do Blog: Se a ABGLT desde o dia 31/05 tinha ciência de ter sido hackeada, porque retiraram do site somente após as 14:00 do dia 01/06 data do evento, a mensagem que convocava a militância homossexual para queima da bíblia as 14:00 em frente a Catedral de brasilia??? Poderiam ter retirado a mensagem do site antes do evento não poderiam? Afinal estavam cogitando até tirar o site do ar. Mas enfim, a militância homossexual pelo que se vê pós incidente na internet, está a colocar na conta de cristãos homofóbicos, ou de seguidores de Jair Bolsonaro o lamentável episódio. Será????



Fonte:Sétimo Dia

11 maneiras de proteger sua filha da Barbie



A cultura popular americana possui uma rica diversidade de ícones, como a maçã da Apple, o rato da Disney, os arcos do McDonald’s, a logo da Nike e a Barbie, “o ícone, a imagem, o ideal”.
“Poder feminino”

O fabricante e comerciante da Barbie, a Mattel, anuncia a boneca como um símbolo de “poder feminino” mostrando que a Barbie pode ir à faculdade, explorar o universo como uma astronauta, experimentar a emoção da maternidade e governar o país como Presidente. Mas, a Barbie traz algumas profundas consequências.

“A Barbie é pequena e tão delicada. Suas roupas e sua imagem tão elegantes… Algum dia eu serei exatamente como você. Até lá eu sei o que irei fazer. Vou fingir que sou você.” Surpreendentemente, essas palavras pertencem ao primeiro jingle comercial da Barbie, quando ela fez a sua estréia no dia 9 de março de 1959.
Não coma?

Se o corpo da Barbie de 30 cm fosse convertido para as proporções em tamanho real, considerando as proporções originais, ela teria 1,75 metros de altura, cerca de 91,4 cm de busto, 45 cm de cintura e 84 cm de quadril. Ela calçaria 34. Críticos argumentam que isso incentiva as jovens a almejar uma forma corporal irreal e doentia.

Em 1965, a Barbie “Festa do Pijama” veio com um livro intitulando “Como perder peso”, que aconselhava a “não comer”. A boneca também veio com uma balança rosa de banheiro onde se lia 50 kg. Isso seria, no mínimo, 15 kg abaixo do peso para uma mulher da altura dela.
Um instrumento de humilhação

A figura excessiva da Barbie condiciona as garotas a terem uma percepção equivocada de um corpo feminino perfeito. A constante divulgação desses objetivos perfeitos para as nossas garotinhas, por meio da Barbie e modas de outros produtos de cultura popular, traz suas tentativas de semelhança com um protótipo impossível. Talvez seja por isso que 80% das garotas de 10 anos já fazem dieta para controlar o peso.

Ao invés de ser um ícone saudável, a Barbie se destaca como um instrumento de humilhação na vida de garotinhas. Elas se sentem fracassadas quando olham para a Barbie e não podem estar à sua altura. Isso é o contrário do que qualquer pai quer para a sua garotinha.
O ponto

Mas esculhambar a Barbie não é o ponto. E não estamos defendendo militantemente uma campanha anti-Barbie. A maioria das garotinhas que brincam com Barbies vão crescer e isso não vai destruir a sua vida adulta. Mas as ideias podem ser sutis. E elas podem ter consequências. E a ideia por trás da Barbie é só um exemplo de muitas coisas que podem atacar a identidade e a auto-imagem de uma garota.

Meu objetivo é direcionar sua atenção para a necessidade desesperada da a aplicação do evangelho para as jovens garotas em nossas vidas. Essa questão de identidade é uma parte significativa da própria imagem distorcida que a nossa cultura dá às garotas. A força cultural e as campanhas publicitárias pregam uma cruel e prejudicial mensagem da imagem e identidade para as garotas.
Demonstrando Amor

Por mais altas e dominantes que essas vozes possam ser, os pais podem ter uma voz mais alta. Nós possuímos a oportunidade de demonstrar nosso amor e dedicação para com as meninas que Deus colocou em nossas vidas. Mas como é que se faz isso?

Aqui estão as 11 coisas que os pais podem fazer para demonstrar seu amor:

01. Pais, não subestimem a sua influência sobre a sua filha. Fale para elas que são bonitas antes que a cultura as convença do contrário.

02. Mães, estejam atentas para qualquer tipo de distorção na sua auto-imagem porque sua filha aprende muito sobre o que achar do corpo dela com você.

03. Proteja-as tanto quanto for possível da exposição de conteúdos que são nocivos.

04. Aprenda sobre a mídia e a cultura popular na vida de seus filhos.

05. Vá além da abordagem “Apenas diga não” da cultura.

06. Ter conversas apropriadas para a idade é uma parte essencial do seu relacionamento com a sua filha.

07. Incentive seus filhos a usar a arte, brincar e escrever para processar as imagens e outras mensagens da mídia que eles recebem.

08. Oponha-se às limitações de estereótipo de garotos e garotas que são dominantes na mídia e na cultura comercial.

09. Compartilhe os seus valores e preocupações com os outros adultos – seus amigos, parentes e pais dos amigos de seus filhos.

10. Ajude-as a aprender como interpretar e absorver o que eles vêem e lêem na cultura.

11. Ame-as incondicionalmente. Veja-as como um presente.
Filhas de Deus

As meninas confiadas a nós por Deus precisam ouvir que, por meio da fé em Cristo, elas se tornam parte da família de Deus. A elas é dada a mais maravilhosa identidade: filha de Deus (1Jo 3:1-2). Deus as adota e as aceita porque as ama. Elas não fazem e nem podem fazer nada para merecer o amor dEle. Ele as amou mesmo quando, e especialmente quando, elas eram inamáveis e se sentiam inamáveis.



Fonte:Sétimo Dia

PLs podem proibir concursos e vestibulares no sábado

Alguns projetos de Lei que querem extinguir o sábado do calendário dos concursos públicos e instituir o domingo como dia propício para a realização das provas estão prontos para serem votados pelo Plenário da Câmara dos Deputados. O principal argumento dos parlamentares autores das preposições é que a prática vai contra o princípio constitucional de liberdade religiosa, já que muitas crenças consideram o sábado um dia sagrado. É o que diz o Projeto de Lei 605/11, do deputado Weliton Prado (PT-MG), que pretende não apenas proibir a realização de concursos públicos, mas também de vestibulares aos sábados. O autor da proposta argumenta que o sábado é o principal dia de culto religioso de muitos brasileiros e que diversos candidatos têm recorrido à Justiça para tentar impugnar os editais e mudar o horário das provas.

Já o PL 8/07 proíbe a realização de provas dos certames entre o pôr-do-sol das sextas-feiras e o pôr-do-sol dos sábados. Para o autor, deputado Charles Lucena (PTB-PE), “o princípio da liberdade de crença religiosa, consagrado tanto na Constituição Federal quanto em cartas de direito internacional, não pode ser contrariado por atos administrativos que venham a forçar qualquer cidadão a abdicar de sua crença religiosa enquanto busca acesso a outro direito”. Lucena lembrou que pessoas de várias religiões resguardam o sábado, entre elas judeus, adventistas e [alguns] batistas.

Há ainda o PL 5/99, que determina o domingo como dia oficial de realização de provas de concursos. A proposta já foi inclusive analisada pelas comissões de Trabalho, Administração e Serviço Público (CTASP) e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC).

(
Papo de Concurseiro)

Os adventistas ensinam que os observadores do domingo têm o sinal besta?

Os adventistas do sétimo dia não ensinam que os crentes que guardam o domingo têm o sinal da besta.

O livro “Questões Sobre Doutrina”, que apresenta a posição oficial dos adventistas a respeito de suas doutrinas distintivas, assim se posiciona a respeito de nossa compreensão sobre o “sinal da besta”:

“Os adventistas do sétimo dia creem que as profecias de Daniel 7 e Apocalipse 13, relativas à besta, se referem particularmente ao papado [não aos irmãos católicos que nada têm a ver com isso!], e que as atividades e o futuro poder perseguidor serão postos em nítida evidência exatamente antes da volta do Senhor em glória. Compreendemos que o sábado, então [no futuro], se tornará uma prova mundial” (“Questões Sobre Doutrina” [Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2009], p. 158)

Apesar de tamanha clareza, muitos críticos alegam que “os adventistas ensinam que os observadores do domingo têm o sinal da besta”. O texto a seguir de Ellen White deixará ainda mais escancarado a mentira dos tendenciosos que escrevem sem ir às fontes primárias:

“Mas os cristãos das gerações passadas observaram o domingo, supondo que em assim fazendo estavam a guardar o sábado bíblico; e hoje existem verdadeiros cristãos em todas as igrejas, não excetuando a comunhão católica romana, que creem sinceramente ser o domingo o dia de repouso divinamente instituído. Deus aceita a sinceridade de propósito de tais pessoas e sua integridade” (O Grande Conflito, p. 449)

E ela continua, na mesma página:

“Quanto, porém, a observância do domingo for imposta por lei [algo futuro], e o mundo for esclarecido [ninguém será pego de surpresa nesse ponto] relativamente à obrigação do verdadeiro sábado, quem então transgredir o mandamento de Deus para obedecer a um preceito que não tem maior autoridade que a de Roma, honrará desta maneira o papado mais do que a Deus. Prestará homenagem a Roma, e ao poder que impõe a instituição que Roma ordenou. Adorará a besta e a sua imagem”. (Confira também o que ela escreveu no livro “Evangelismo”, p. 234, 235).

Perceba que Ellen White diz que as pessoas receberão a marca da besta “quando a observância do domingo for imposta por lei” e “o mundo for esclarecido” sobre o verdadeiro dia de guarda. Ela não afirma em hipótese alguma que os cristãos hoje têm a marca da besta, mas sim que certos religiosos terão tal sinal depois que for dado o decreto dominical (conferir Apocalipse 13), que obrigará a todos a fazerem do domingo o dia de guarda no lugar do sábado da criação, memorial do Deus Criador e sinal da autoridade dEle (Ex 20:8-11; Ap 14:6,7).

Seria incoerente Ellen White acusar a todos os cristãos atuais de “seguidores da besta” sendo que ela mesma diz que eles estão “verdadeiros cristãos” e que estão “em todas as igrejas”! Avalie isso à luz da evidência.

De maneira clara Ellen White – e os adventistas informados – ensinam que a observância do domingo hoje ainda não é o sinal da besta.

GOSTO PESSOAL VERSUS HONESTIDADE INTELECTUAL

Que os críticos não gostem das mensagens de Ellen White é de se esperar. Porém, é lamentável a maneira tendenciosa com que muitos deles distorcem os escritos dela para colocarem em sua “caneta” aquilo que ela jamais escreveu.

Pelo menos por uma questão de cristianismo, honestidade acadêmica e salvação eterna (Ap 22:15), deveriam apresentar todo o posicionamento dela sobre o assunto, para que pessoas sinceras não desenvolvam um preconceito injustificável contra a mensagem adventista que é puramente cristã.

Graças a Deus por pessoas como o apologista Dr. Walter Martin, que depois de pesquisar pessoalmente sobre o adventismo, escreveu:

“É minha convicção que não se pode ser uma verdadeira Testemunha de Jeová, Mórmon, cientista cristão, etc., e ser um cristão no sentido bíblico do termo; mas é perfeitamente possível de ser um Adventista do Sétimo Dia e ser um verdadeiro seguidor de Jesus Cristo a despeito de certos conceitos heterodoxos…” (Walter Ralston Martin, “The Kingdom of the Cults” [Mineápolis, Minessota: Bethany House Publishers, 2003], p. 535)

Dr. Martin não chegou a essa conclusão por acaso. Ele leu o que a liderança da Igreja escreveu sobre a marca da besta no livro “Questions on Doctrine”, publicado na língua portuguesa (Questões Sobre Doutrina), na página 161 (versão em português):

“Temos a firme convicção de que milhões de cristãos piedosos de todas as crenças, através de todos os séculos do passado, bem como aqueles que atualmente confiam sinceramente no Salvador Jesus para se salvarem e que O seguem em conformidade com a luz que receberam, inquestionavelmente estão salvos”.

Espero de coração que os críticos sinceros se arrependam de acusarem os adventistas de “exclusivistas”, pois, oficialmente reconhecemos que muitos que guardaram (e guardam) o domingo (na sua sinceridade de coração, conforme a luz que receberam) serão salvos, sem necessariamente serem adventistas do sétimo dia. Claro: isso não é desculpa para continuar pecando, transgredindo ao quarto mandamento, depois de receber luz sobre o assunto (1Jo 2:4; Mt 7:21-23; Ap 14:12).

DICAS FINAIS

Caso tenha vindo a sua mente uma citação de Ellen White em que ela “afirma” que “santificar o sábado implica em salvação eterna”,
clique aqui para compreender o texto em seu contexto. Vá direto à “fonte” e não perca o seu tempo em sites e livros de críticos que são “mestres” em descontextualizar os escritos adventistas.

Em momento oportuno irei expor a você um breve estudo exegético e histórico sobre Apocalipse 13. Enquanto procuro tempo para isso, você poderá:

a) Estudar o ótimo livro “Podría Ocurrir? Apocalipsis 13 a la luz de la historia y los sucesos actuales”, de Marvin Moore.

Pode ser adquirido com a Asociación Casa Editora Sudamericana (ACES, na Argentina) pelo site
http://www.aces.com.ar (o valor está em Pesos, não em Reais)

b) Ler a Parte V do livro “Questões Sobre Doutrina” que responde “Perguntas Sobre o Sábado, o Domingo e o Sinal da Besta” (p. 138-168), especialmente a resposta à pergunta 18 (p. 157-159), que apresenta “O Conceito Histórico do Sinal da Besta”. Você verá que a interpretação adventista de Apocalipse 13 (a respeito do papado na profecia e não do sábado) é a mesma seguida pelo protestantismo no passado!


“Ora, estes de Beréia eram mais nobres que os de Tessalônica; pois receberam a palavra com toda a avidez, examinando as Escrituras todos os dias para ver se as coisas eram, de fato, assim.” (At 17:11)

Fonte:Leandro Quadros

Importância do Espírito de Profecia

Um pesquisador britânico lançou há alguns meses o seu livro aqui no Brasil, no qual ele narra sua jornada em busca de desvendar o "mistério" da Arca da Aliança de Israel.

O professor de estudos judaicos da Universidade de Londres, Tudor Parfitt, afirma que a Arca foi levada para a África, onde passou a ser utilizada como um "tambor" para derrotar os inimigos do povo lemba, que se consideram descendentes de judeus que vieram da Palestina para a África (
veja aqui).

Em defesa de sua "tese", o pesquisador se utiliza até da genética para tentar comprovar que os lembas são, de fato, descendentes de judeus.

Porém, Parfitt também faz "ajustes" à narrativa bíblica, como sempre, para que ela se harmonize de forma mais clara com suas teorias acerca de como a Arca teria sido levada para tão longe da região de Israel. Ele, inclusive, põe dúvidas sobre a maneira como a Bíblia descreve o revestimento da Arca, que, para ele, não era recoberta de ouro, sendo feita apenas de madeira maciça.

A "Luz Menor"

Ao ler a matéria sobre a "descoberta" do prof. Parfitt, logo veio à minha mente a declaração divinamente inspirada do livro História da Redenção, que diz exatamente o que aconteceu com a Arca da Aliança de Israel. Vejamos...

"Por causa da transgressão de Israel aos mandamentos de Deus e seus atos ímpios, Deus permitiu que eles fossem levados em cativeiro, para humilhá-los e puni-los. Antes do templo ser destruído, Deus fez saber a alguns de Seus fiéis servos o destino do templo, o orgulho de Israel, por eles referido com idolatria, ao mesmo tempo em que estavam pecando contra Deus. Também lhes revelou o cativeiro de Israel. Estes homens justos, exatamente antes da destruição do templo, removeram a sagrada arca que continha as tábuas de pedra, e com lamento e tristeza esconderam-na numa caverna, onde devia ficar oculta do povo de Israel por causa de seus pecados, para jamais ser-lhes restituída. Esta sagrada arca ainda está oculta. Jamais foi perturbada desde que foi escondida" (pág. 195).

Portanto, não é necessário empreender nenhuma jornada no estilo "Indiana Jones" para descobrir o que aconteceu com a Arca da Aliança. Ela foi escondida para não ser profanada pelos inimigos de Israel... simples assim!

É mesmo uma pena que o mundo não se dê conta de que Deus nos ofereceu um "manancial" de luz sobre as Escrituras, através do ministério profético de Ellen White, e permaneça gastando tempo, dinheiro e energia em busca de algo que JAMAIS será encontrado!

Como Adventistas, podemos ficar felizes por crermos neste "porto seguro" que Deus nos proporcionou - o Espírito de Profecia. Estude com dedicação os Testemunhos, e revigore sua fé neste maravilhoso presente que o Senhor concedeu aos Remanescentes destes últimos dias (cf. Apoc. 12:17; 19:10).

"... Crede no SENHOR, vosso Deus, e estareis seguros; crede nos seus profetas e prosperareis" (2Crôn. 20:20).

Fonte:Gilson Medeiros

Quando Jesus entrou no Santíssimo?

Um dos mais frequentes ataques contra a teologia Adventista, muito visto nos sites dos nossos opositores, é contra a compreensão Adventista de que Jesus adentrou no Lugar Santo do Santuário Celestial apenas em 1844 d.C., ao final da profecia de Dan. 8:14.

Os citados opositores, bem como alguns separatistas do Movimento Adventista do passado e do presente, citam o livro de Hebreus para dizerem que Jesus tornou-Se Sumo-Sacerdote e, portanto, entrou no Lugar Santíssimo, imediatamente após Sua ressurreição e ascensão (por volta de 31 d.C.).

Em resposta a um leitor do blog que me solicitou esclarecimentos sobre este tema, e sabendo que ele é muito presente nas disputas apologéticas dos que "adoram" questionar a doutrina Adventista, vou colocar aqui um resumo bem prático e claro sobre o tema. O material se baseia na excelente apostila do Dr. Willian Shea, quando de suas aulas no programa de Mestrado do IAE.

O Véu do Santuário

A partir da expressão encontrada em Hebreus 6:19-20 - "a qual temos como âncora da alma, segura e firme, e que penetra ATÉ O INTERIOR DO VÉU; aonde Jesus... entrou por nós, feito sumo-sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque" (grifos acrescentados) -, alguns inferiram que, por ocasião da ascensão, Cristo iniciou Seu ministério "dentro do véu", isto é, no lugar Santíssimo do Santuário Celestial.

O argumento é baseado no véu que há entre o Santo e o Santíssimo. Dizem que a Septuaginta, em sua versão do AT, usa a mesma palavra encontrada em Hebreus 6:19 para "véu" - KATAPETASMA.

Duas perguntas:
1. A palavra "katapetasma" é usada para o véu do Santíssimo? SIM!
2. É usada somente para o véu do Santíssimo? NÃO!

No Santuário do deserto haviam três véus:
a. o véu do pátio;
b. o véu para se entrar no Lugar Santo; e
c. o véu entre o Santo e o Santíssimo.

- Quando a Septuaginta (versão do Antigo Testamento para o grego) fala do véu do pátio (o primeiro), das 6 referências, em 5 usa a palavra "katapetasma".

- O véu da entrada (que é o segundo) é mencionado 11 vezes, e em 7 delas é chamado de "katapetasma". Nas outras 4, é chamado de "kaluma".

- O véu do Santíssimo (o terceiro) aparece 24 vezes como "katapetasma" e 1 vez como "kaluma".

Portanto, vemos que a palavra dominante para TODOS os véus é "katapetasma", e "kaluma" é usada numa menor escala.

Este é o argumento do AT contra a tese dos opositores dos Adventistas.

Estas pessoas deveriam ter olhado melhor para Hebreus. No capítulo 9 há uma seção que descreve o santuário do AT. Descreve o Santo e os equipamentos que nele estão; também o Santíssimo e seus equipamentos. Aqui o Santo é chamado de "primeira tenda" e o Santíssimo de "segunda tenda".

Percebamos claramente as palavras usadas no verso 3 - "mas depois do segundo véu estava a tenda (ou tabernáculo) que se chama o Santo dos Santos".

O local se chama "Santo dos Santos".
Onde se localiza? Após o segundo véu.

Portanto, se este é o segundo véu, logicamente deve haver o primeiro. No livro de Hebreus a linguagem usada é "segundo katapetasma", portanto deve haver o "primeiro katapetasma" que é, sem dúvida, o véu de entrada no Santo - que foi por onde Jesus passou em 31 d.C.

Este é o argumento do NT contra nossos opositores.

O Dr. George Rice, lembra, ainda, que, embora os comentaristas sejam virtualmente unânimes dizendo que "katapetasma" em Heb. 6:19 é o “segundo véu” e que "esoteron" é o “Santuário interno”, estas suposições são questionadas pelos fatos seguintes:
1) na Septuaginta (LXX), a palavra "katapetasma" é usada diversas vezes para todos os três véus de Santuário, como já vimos acima;
2) "esoteron", embora um substantivo em Heb. 6:19, não pode ser traduzido como o “Santuário interno” porque "katapetasma" não pode ser identificado como o segundo véu;
3) o contexto de Heb. 6:19 não permite a identificação do segundo véu, como fazem os contextos de Lv 16:2 e Hb 9:3;
4) "katapetasma", dentro do contexto de Heb. 6:19 e o contexto mais amplo do livro inteiro de Hebreus, pode ser entendido metaforicamente como o Santuário no céu, no qual Jesus entrou como nosso precursor, no qual nossa esperança entrou, e do qual Jesus dispensa as bênçãos da aliança de Abraão.

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Portanto, mais uma vez se comprova como a fé Adventista é solidamente embasada na Bíblia, diferente dos "achismos" comumente vistos em muitos sites pseudo-apologéticos por ai.

Além do mais, se não bastassem as inquestionáveis provas bíblicas (comprovadas pela correta exegese dos textos onde ocorre a citação do "véu" do Santuário Celestial), ainda temos a "pá de cal", enterrando a questão, quando o Senhor confirmou para nossos primeiros irmãos, logo após o desapontamento de 22 de outubro de 1844 d.C (lembram de Hiram Edson?). Na ocasião, o Senhor esclareceu que somente naquela data foi que Jesus deixou o Lugar Santo e adentrou o "terceiro" véu, iniciando no Santíssimo a última "etapa" de Sua obra de Mediação e Salvação, à semelhança do que ocorria no Santuário do deserto (cf. Lev. 16).

"Ele me disse: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o Santuário será purificado" (Dan. 8:14).

Fonte:Gilson Medeiros

Adventistas assinam manifesto em favor da liberdade de consciência

Um Manifesto em Favor da Liberdade de Consciência e de Expressão foi entregue hoje de manhã, dia 1º de junho, ao deputado federal João Campos, que preside a chamada Frente Parlamentar Evangélica. O documento foi preparado a partir de iniciativa da Associação Brasileira de Instituições Educacionais Evangélicas (ABIEE) e é subscrito por outras instituições, inclusive a Igreja Adventista do Sétimo Dia. A entrega ocorreu nas dependências do Senado Federal, em Brasília. Até o fechamento desta reportagem, o documento ainda não havia sido entregue ao senador José Sarney, presidente do Senado, conforme previsto pela ABIEE.
O Manifesto foi redigido em resposta ao Projeto de Lei da Câmara nº 122/2006 que tramita no Senado Federal e criminaliza manifestações contrárias à homossexualidade. Segundo o documento apresentado, “o referido Projeto de Lei da Câmara 122/2006, ao tornar crime manifestações contrárias à homossexualidade, incita à discriminação ao promover a censura da consciência e expressão, promove a violência defendendo a liberdade para uns e suprimindo a liberdade para outros, desprezando o que é conhecido no Direito como ‘princípio do contraditório e da ampla defesa”.
Carlos Hassel Mendes da Silva, presidente da ABIEE, disse que a intenção deste Manifesto é o de garantir a liberdade de expressão religiosa e não afrontar quaisquer grupos. O documento declara, inclusive, que “manifestamos nossa posição contrária a qualquer forma de violência e discriminação contra o ser humano, afirmando, por um lado, o respeito devido a todas as pessoas independentemente de suas escolhas sexuais, e, por outro lado, afirmando o direito da livre consciência e expressão de cada pessoa”. Os religiosos presentes ao evento reafirmaram a intenção de poder ter a liberdade de declarar o que acreditam com base na Bíblia Sagrada sobre os valores familiares a partir da união entre homem e mulher.

Leia declaração oficial dos adventistas do sétimo dia sobre o homossexualismo abaixo:

HOMOSSEXUALIDADE

A Igreja Adventista reconhece que cada ser humano é precioso à vista de Deus. Por isso, buscamos ministrar a todos os homens e mulheres no espírito de Jesus. Cremos também que, pela graça de Deus e com o apoio da comunidade da fé, uma pessoa pode viver em harmonia com os princípios da Palavra de Deus.
Os adventistas crêem que a intimidade sexual é apropriada unicamente no relacionamento conjugal entre homem e mulher. Esse foi o desígnio estabelecido por Deus na criação. As Escrituras declaram: “Por isso deixa o homem pai e mãe, e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne” (Gen. 2:24). Esse padrão heterossexual é confirmado em todas as Escrituras. A Bíblia não faz ajustes para incluir atividades ou relacionamentos homossexuais. Os atos sexuais praticados fora do círculo do casamento heterossexual estão proibidos (Lev. 20:7-21; Rom. 1:24-27; I Cor. 6:9-11). Jesus Cristo reafirmou o propósito da criação divina quando disse: “Não tendes lido que o Criador desde o princípio os fez homem e mulher, e que disse: Por esta causa: deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, tornando-se uma só carne? Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem” (Mat. 19:4-6). Por esse motivo, os adventistas opõem-se às práticas e relacionamentos homossexuais.
Os adventistas empenham-se por seguir a instrução e o exemplo de Jesus. Ele afirmou a dignidade de todos os seres humanos e estendeu a mão compassivamente a todas as pessoas e famílias que sofriam a consequência do pecado. Desenvolveu um ministério solícito e proferiu palavras de conforto às pessoas que enfrentavam dificuldades. Mas fez distinção entre Seu amor pelos pecadores e Seus claros ensinos sobre as práticas pecaminosas.

Esta declaração foi votada em 3 de outubro de 1999, durante o Concílio Anual da Comissão Executiva da Associação Geral realizado em Silver Spring, Maryland. Declarações da Igreja, Casa Publicadora Brasileira, página 51.


Fonte:Realidade em Foco