terça-feira, 1 de maio de 2012

Óleo de coco emagrece mesmo?





Todos estão de olho nele, a bola da vez em termos de perda de peso. Mas sua eficácia 
divide opiniões. Fique por dentro e avalie se vale a pena investir no alimento.


Se tem um óleo que pode ser considerado o queridinho do momento, é o de coco extravirgem. Extraído do fruto maduro, ele virou febre principalmente entre aqueles que desejam se livrar de vez das dobras que teimam em se espalhar por diversas partes do corpo.


Para pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro, a UFRJ, todo esse auê é compreensível. Eles prescreveram uma dieta de manutenção de peso a 30 homens com um grau de obesidade leve. Enquanto metade consumiu 1 colher de sopa cheia de óleo de coco todo santo dia, a outra teve de engolir óleo de soja, na mesma porção.


Em 45 dias, o resultado agradou: apesar de o óleo proveniente da fruta ser cheio de gordura saturada e calorias, ele ajudou a reduzir o índice de massa corporal, o volume de gordura e a circunferência na cintura de quem o incorporou à dieta. Além disso, contribuiu para o aumento de massa magra, ou seja, músculo puro. “Há o caso de um paciente que perdeu cerca de 7 quilos”, revela a nutricionista Christine Erika Vogel, uma das responsáveis pela investigação.


De acordo com a especialista, o óleo auxiliaria no emagrecimento porque carrega um tipo de gordura conhecido como triglicerídeo de cadeia média, com destaque para o ácido láurico. E esse tal de ácido láurico gera energia na célula de forma acelerada. “As outras versões precisam de uma enzima para realizar esse processo, acumulando-se mais facilmente na forma de gordura corporal”, explica. Na prática, o óleo de coco turbinaria o gasto energético, favorecendo, assim, a degola dos pneus.


As qualidades desse derivado do coco não se resumem à sua capacidade de botar lenha no metabolismo. “Assim como outros óleos e gorduras, o produto derivado da fruta retarda o tempo de esvaziamento gástrico, proporcionando maior sensação de saciedade”, diz a nutricionista Andréia Naves, que é diretora da VP Consultoria Nutricional, em São Paulo.


Dessa forma, a quantidade de comida que vai ao prato ao longo do dia tende a ser menor – seria o fim dos ataques desenfreados de gula sem tanto sacrifício. “Aliado a uma alimentação equilibrada e à prática regular de atividade física, esse efeito auxiliaria no emagrecimento”, avalia Andréia.


Para Ana Carolina Gagliardi, nutricionista do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas de São Paulo, o Incor, não há dúvidas sobre o poder das gorduras em deixar a barriga empanturrada. “Ainda assim, o papel do óleo de coco no processo de perda de peso é muito controverso”, pondera. “É que as pessoas que o consumiram durante os estudos também seguiram uma dieta com restrição de calorias. Por si só, isso já torna o emagrecimento presumível.”


“Realmente, não adianta ingerir o óleo de coco e exagerar nos salgados, nas frituras e nos doces. Não há milagres. Para emagrecer, é preciso mudar o estilo de vida”, concorda Christine, pesquisadora da UFRJ. Só para constar, cada grama de óleo de coco reúne 9 calorias. Portanto, incorporá-lo à dieta sem providenciar mudanças no restante do cardápio não fará com que o ponteiro da balança tombe.


“A recomendação é que 25 a 30% de nossa alimentação seja composta de gorduras, sendo que no máximo 7% devem vir das saturadas, como as presentes no óleo de coco. Então, quem usar o ingrediente precisa investir em alterações na rotina, como preferir carne magra e tomar leite desnatado”, avisa a nutricionista Ana Carolina.


Extravirgem ou refinado?


Se bater a dúvida, opte pelo primeiro sem pestanejar. “A versão extravirgem é obtida da carne do coco maduro, que pode ser fresco ou seco”, conta Bruna Murta, nutricionista da rede Mundo Verde, em São Paulo. “Nesse processo, não são empregados solventes químicos nem altas temperaturas. “Por outro lado, o produto refinado, ou virgem, apresenta perda de uma parte dos antioxidantes. “Por isso, seus benefícios são comprometidos”, conclui Bruna.


Polêmica à vista


Além do aspecto da saciedade, os outros benefícios relacionados ao óleo de coco não são vistos com tanta empolgação por uma boa parte de especialistas, já que o fato de ser formado por gorduras saturadas do tipo triglicerídeo de cadeia média não é considerado exatamente uma grande vantagem.


“De fato, eles são processados com maior rapidez. Mas gerar energia não é o mesmo que dissipá-la como calor”, informa Rosana Radominski, endocrinologista e presidente do Departamento de Obesidade da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia. “Ela pode ser usada para ajudar a acumular gordura no corpo, caso a ingestão calórica seja maior do que o gasto.”


O também endocrinologista Alfredo Halpern, do Hospital das Clínicas de São Paulo, vai na mesma toada: “Talvez a gordura saturada de cadeia média possa fazer menos mal do que a de cadeia longa. Daí a dizer que emagrece é absurdo. Ela engorda tanto quanto as outras”.


É bom frisar que rechear a mesa com alimentos gordurosos merece atenção redobrada não só porque dispara o risco de obesidade, epidemia que está por trás de uma série de doenças – de males cardiovasculares a câncer. A digestão vagarosa, por exemplo, pode ser um problema para certas pessoas. “Uma dieta rica em gordura é capaz de piorar os sintomas de quem já sofre com um processo digestivo mais lento ou tem histórico de refluxo”, conta o gastroenterologista Ricardo Barbuti, que integra a Federação Brasileira de Gastroenterologia.


Outro grupo que deve pensar duas vezes antes de regar sem pudor os pratos com óleo de coco é o de pacientes diagnosticados com esteatose hepática, quando o fígado entra num processo de engorda. “Devido à sua composição, o alimento pode aumentar a dimensão do problema”, esclarece a nutricionista Andréia Naves.


Camuflado no prato


Não tem jeito: nem todo mundo é fã do sabor pronunciado da fruta. Se for desse time, anote a dica: “Antes de refogar os alimentos, deixe o óleo por mais tempo em fogo brando para que o aroma se dissipe”, aconselha a nutricionista Christine Erika Vogel, da UFRJ. Caso queira temperar saladas, o óleo pode ser misturado ao azeite. Já em pratos com peixes e frutos do mar, seu sabor entra como um excelente complemento.


E o coração?


Além de notar a redução de peso dos voluntários, os cientistas da UFRJ encontraram evidências de que o óleo de coco extravirgem ajudou a elevar as taxas do HDL, o bom colesterol, e freou o desenvolvimento do LDL, um algoz do peito. “Alguns estudos já demonstraram que os triglicerídeos de cadeia média reduzem a produção de uma lipoproteína chamada VLDL, associada ao aumento do LDL”, lembra a pesquisadora Christine.


Mas está aí outro tema que incita um acalorado debate. É que a gordura saturada, independentemente de ser de cadeia média ou longa, é reconhecida por aumentar os dois tipos de colesterol, especialmente aquele que ameaça a saúde. “Logo, o óleo de coco não é indicado nem para prevenir nem para tratar doenças cardiovasculares. Pior do que esse tipo de gordura, só a trans, já que estimula a produção de LDL e reduz o HDL”, adverte Ana Carolina, do Incor.


Justamente por suscitar dados contraditórios, não é de surpreender que os especialistas concordem em um ponto: é preciso colocar o óleo de coco no centro de outros estudos antes de considerá-lo a última palavra no que diz respeito ao emagrecimento. “Outras variáveis devem ser investigadas e mais pesquisas são necessárias para corroborar a tese de que ele é mesmo um aliado da boa forma”, diz Mariana Del Bosco, nutricionista da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica.


Agora, quem quiser testar seus efeitos pró-emagrecimento antes que os pesquisadores batam o martelo deve se restringir a 2 colheres de sopa diárias. “Comece consumindo uma quantidade pequena para evitar desconfortos gastrointestinais como náuseas, cólicas e diarreia”, indica Bruna Murta, nutricionista da rede Mundo Verde, na capital paulista.


As doses caem bem antes das principais refeições – para estimular logo a saciedade – ou adicionadas a saladas, pratos quentes, molhos, massas, sucos e shakes. Caso opte pelas cápsulas, saiba que são necessárias 12 delas para conquistar os possíveis efeitos de 1 colher de sopa do óleo de coco. Você decide.


Superbadalados


Os óleos que têm se tornado cada vez mais célebres por suas diversas propriedades nutricionais


Óleo de coco extravirgem. É rico em triglicerídeos de cadeia média, gorduras saturadas de rápida digestão. Por isso, ele teria o poder de gerar energia e favorecer o emagrecimento.


Óleo de canola. Guarda boas doses de gordura monoinsaturada e também de ômega-3. Mas alguns questionam seu uso por causa da origem transgênica. Pode ser radicalismo.


Óleo de linhaça. É famoso por ter muito ômega-3 e atuar como antioxidante e anti-inflamatório. Está associado a menor risco de diabete tipo 2, complicações cardiovasculares, doenças neurológicas, câncer.


Óleo de cártamo. Fonte de ácido linoleico, contribuiria para a quebra das células gordurosas. É considerado mais eficiente quando combinado a exercícios aeróbicos e dieta equilibrada.


Azeite de oliva extravirgem. Reúne gordura monoinsaturada, conhecida por reduzir o colesterol ruim e aumentar o bom, além de barrar processos inflamatórios e evitar doenças crônicas e degenerativas.


domingo, 29 de abril de 2012

Quando morreram, Jesus e o ladrão foram para o paraíso?




Quando morreu, Jesus foi para o céu? E o “bom ladrão”, também foi para o paraíso? Esse é um assunto polêmico para muita gente, pois afinal de contas a morte é um sono e todos os que morrem, sejam bons ou maus, vão para a sepultura.


Comecemos pela declaração de Jesus ao ladrão convertido na cruz: “E acrescentou: Jesus, lembra-te de mim quando vieres no teu reino. Jesus lhe respondeu: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso” (Lucas 23:42-43 RA).


Aparentemente, parece haver uma contradição na palavra de Deus. Mas, estudando mais profundamente este texto, percebemos que o livro sagrado de Jesus é perfeito e não tem erros doutrinários.


O que acontece neste caso, é que o verso contém um pequeno “erro gramatical” e de “pontuação” do tradutor e não do próprio Jesus. Analisemos 4 pontos básicos existentes no verso que nos ajudarão ter a correta interpretação:


1) A preposição “que” existente em nossas Bíblias não consta no texto original grego. É um acréscimo do tradutor. A escrita seria assim: “Em verdade te digo hoje estarás comigo no paraíso”.


Na escrita grega, as frases são escritas todas juntas. Ex: (traduzindo para o português)


Emverdadetedigohojeestaras
Comigonoparaiso


Cabe ao sincero estudante da palavra de Deus fazer a separação correta das palavras e pontuá-las adequadamente.


2) O entendimento do texto irá depender de onde colocamos a vírgula. Veja: Se colocarmos a vírgula depois da palavra “digo”, significaria realmente que, no momento de sua morte, o ladrão iria para o céu com Jesus. Ex:“Em verdade te digo, hoje estarás comigo no paraíso”.


Agora, se a vírgula for colocada depois da palavra “hoje”, muda completamente o sentido do texto:“Em verdade te digo hoje, estarás comigo no paraíso”.


Jesus está dizendo ao ladrão que “hoje”, neste dia em está sendo pregado na cruz, neste dia em que ele está preste a morrer, que um dia irá ressuscitá-lo e levá-lo para o céu. O termo “hoje” refere-se ao momento em que Cristo estava fazendo a promessa. Jesus faz a promessa “hoje” e não “amanhã” ou em outro dia.


Lembre-se de que o ladrão pediu “lembra-te de mim quando vieres em teu reino”. Ele sabia que a vinda do reino de Deus era algo futuro.


3) O ladrão não foi para o céu naquele dia. Leia João 19:31 a 33:“Entre os judeus, para que no Sábado não ficassem os corpos na cruz, visto como era a preparação, pois era grande o dia daquele Sábado, rogaram a Pilatos que se lhes quebrassem as pernas, e fossem tirados. Os soldados foram e quebraram as pernas ao primeiro e ao outro que com ele tinham sido crucificados”.


As pernas do ladrão foram quebradas porque ele estava vivo. Era costume da época fazer isto para que os criminosos não fugissem. Às vezes os condenados á cruz levavam até uma semana para morrerem.


4) O próprio Jesus disse que não tinha ido ao céu depois de sua morte. Leia João 20:17: “Recomendou-lhe Jesus: Não me detenhas, porque ainda não subi para meu pai , mas vai ter com os meus irmãos e dize-lhes: subo para meu Pai e vosso Pai , para meu Deus e vosso Deus.”


Jesus morreu em uma sexta-feira e ressuscitou em um domingo. Como ele iria para o céu com o ladrão na sexta, se no domingo ele disse para Maria Madalena que ainda não tinha ido?


O texto de Lucas não contradiz a doutrina do sono da alma (Sl 13:3; Jo 11:11-14, etc). As Escrituras claramente ensinam que a pessoa ao morrer está inconsciente até a volta do Senhor Jesus (Sl 6:5; 115:17; I Ts 4:13-16, etc).


(Fonte: Leandro Quadros, Escola Bíblica da Novo Tempo) via Amilton Menezes

sábado, 28 de abril de 2012

Dicró, a Sogra e a Bíblia



Você sabe a última piada de sogra? E aquelas frases escritas nos pará-choques de caminhões nas rodovias brasileiras? Algumas delas: “Homem feliz foi Adão, não teve sogra nem caminhão”, “Sequestraram a minha sogra! Não aceito negociações!”. Tive a curiosidade de fazer uma pesquisa no Google. 

Existem 930 mil frases e 473 mil piadas a respeito da sogra! No Orkut você vai encontrar mais de mil comunidades. Umas a favor das sogras, outras nem tanto. No Facebook também existem várias. Tem uma bem ativa chamada "Minha Sogra" - 5.000 já "curtiram".

No final da noite de quarta-feira (25/04), faleceu em Magé, na região metropolitana do Rio de Janeiro, o sambista Carlos Roberto de Oliveira, o Dicró, famoso sambista nascido em Mesquita, região metropolitana do Rio de Janeiro, que era conhecido por compor sambas falando mal da sogra. Um dos seus sambas diz: “Vou fazer um bingo lá na casa da vovó, o prêmio é minha sogra, sai numa pedra só”. 

Por que se fala tanto mal da sogra? 

Uma teoria está na mitologia grega, no famoso complexo de Jocasta, mãe de Édipo, com o qual se casou sem saber que era seu filho. A linha de raciocínio é que para conquistar o filho, mãe e esposa lutam pelo mesmo homem, criando assim uma série de animosidades. 

É interessante observar que na Bíblia existem bons exemplos de sogras e sogros. Vejamos: 

Noemi foi uma sogra de que toda nora gostaria ter. O apego de Rute foi tão grande para com sua sogra que disse: “Não insista comigo que te deixes e que não mais te acompanhe. Aonde fores irei, onde ficares, ficarei! O teu povo será o meu Deus! Onde morreres, morrerei, e ali serei sepultada. Que o Senhor me castigue com todo vigor, se outra coisa que não a morte me separar de ti!” (Rute 1:16-17). 

Uma outra sogra que todo genro gostaria ter foi a sogra de Pedro. Não sabemos o seu nome, mas podemos deduzir pelo texto de Marcos 1:29-31 que tenha sido uma boa sogra. A Bíblia diz que ela estava com uma febre muito alta e muitos foram até Jesus pedindo para que Ele a curasse. Todos desejavam o pleno restabelecimento de sua saúde. Cremos, à luz desse fato, que era uma mulher querida por todos. Depois de seu restabelecimento, sua primeira atitude foi de servir aqueles que se encontravam na casa. Uma mulher pronta para abençoar as pessoas através do serviço. Pedro não tinha dificuldades com a sogra. Tanto é, que o texto diz que ela estava na casa do discípulo de Jesus. 

E sobre os sogros? O sogro que todos nós conhecemos na Bíblia se chamava Jetro, sogro de Moisés (Êxodo 18). Uma leitura atenta desse capítulo irá nos fornecer muitas lições maravilhosas sobre como ser um bom sogro ou até mesmo uma boa sogra. 

Viver em harmonia na família, especialmente com as sogras ou sogros, é uma exercício que requer muita habilidade. Para cada relacionamento familiar, a Bíblia nos dá indicações preciosas de princípios que devem ser colocados em prática. Certamente, se estudarmos com atenção esses exemplos positivos de relacionamentos de sogras-noras e sogros-genros, podemos ser tremendamente beneficiados. 

28 de abril é o Dia da Sogra. 

Em vez de lhe mandar uma vassoura, envie-lhe flores ou um cartão. Você vai ver que o gesto de carinho pode realizar milagres.

Adaptação de Click Família

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Há dois mil anos houve um homem…



Há dois mil anos houve um Homem que nasceu contra todas as leis da vida. Esse Homem viveu na pobreza e foi criado na obscuridade. Não viajou muito. Só uma vez cruzou os limites do país no qual viveu; foi durante o seu exílio na infância.
Não possuía nem riquezas nem influência. Seus parentes eram gente obscura, sem instrução, sem uma educação regular.
Na sua infância, Ele sobressaltou um rei; na meninice, confundiu doutores; na idade adulta, subjugou o curso da natureza, andou sobre as ondas encapeladas como se fossem uma calçada, e aquietou o mar.
Curou multidões sem o uso de remédios e não cobrou pelos seus serviços.
Nun, temido pelos demônios, como o Cristo vivo e pessoal, o Messias e Salvador. 
Autor Desconhecidoca escreveu um livro e, mesmo assim, todas as bibliotecas do país não podem comportar os livros que tem sido escritos a respeito dEle.
Jamais escreveu um hino, mas Ele tem fornecido o tema para mais músicas do que o de todos os músicos somados.
Nunca fundou um colégio, mas todas as escolas juntas não poderiam se vangloriar de terem tantos alunos.
Jamais formou um exército, destacou um soldado, manejou uma arma, mas nenhum outro líder teve um maior número de voluntários que, sob as suas ordens, tenha feito mais rebeldes deporem suas armas e se renderem sem o detonar de um tiro.
Nunca praticou a psiquiatria, mas curou um maior número de corações quebrantados que todos os médicos daqui e de lá.
Uma vez por semana as rodas do comércio cessam de girar e as multidões se põem a caminho das reuniões de adoração para lhe prestar homenagem e demonstrar-lhe o seu respeito. É o aniversário da Criação do mundo.
Os nomes de orgulhosos estadistas gregos e romanos apareceram e desapareceram. Os nomes dos cientistas, filósofos e teólogos do passado apareceram e desapareceram. Mas o nome deste Homem firma-se cada vez mais. Apesar do tempo ter colocado quase dois mil anos entre as pessoas desta geração e a cena da sua crucificação, Ele continua vivo. Herodes não pôde destruí-Lo, e a sepultura não pôde prendê-Lo.
Ele permanece no mais alto pináculo da glória celeste, proclamado por Deus, reconhecido pelos anjos, adorado pelos cristãos, temido pelos demônios, como o Cristo vivo e pessoal, o Messias e Salvador. 
Autor Desconhecido.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Ele não está aqui, Jesus ressuscitou! Ressuscitou!





"Ele não está aqui, mas ressuscitou" (Lucas 24:6). Jesus ressuscitou! Ressuscitou! Essa palavra ressoa poderosamente atravessando os séculos. Ela pode ter sido a palavra mais poderosa que jamais foi pronunciada. Entre todas as grandes proclamações da História, nenhuma se compara, em grandeza de significação a esta simples afirmação. Esta declaração levou o espanto e a alegria aos seguidores de Jesus. Ela se tornou o assunto central da pregação apostólica. De fato, cada ponto da Bíblia gira em volta desta ressurreição vitoriosa de Jesus Cristo, deixando a sepultura e o poder do diabo que essa sepultura representava. Jesus ressuscitou!


Por causa da ressurreição de Jesus, podemos ter fé, esperança e salvação do pecado. Porque Jesus conquistou a morte, podemos aguardar uma vitória eterna sobre a prisão da sepultura (cf. 1 Coríntios 15). Com este milagre Deus oferece a maior prova da Sua existência, de Seu poder, de Sua pureza e de Seu amor. Tudo o que é bom em Deus é resumido na força desta declaração: Jesus ressuscitou! Todas as nossas esperanças na eternidade estão contidas nesta simples expressão de triunfo.


Agradeçamos a Deus pelo fato maravilhoso que é a ressurreição de Jesus. Tomemos a resolução de viver cada dia como seguidores vitoriosos de nosso triunfante Senhor, de maneira que possamos elevar-nos para estar com Ele na Eternidade.


Que estas palavras soem claramente em nossos ouvidos: Jesus ressuscitou!
por Dennis Allan

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Muita fibra contra o câncer




Estudos quentíssimos sugerem que, além de evitar o aparecimento de tumores no intestino, a substância protege a mama, o pâncreas…


À primeira vista, alimentos como goiaba, cebolinha, cenoura, tangerina, soja, arroz integral e aveia não têm nada em comum. Mas, perdoe-nos pelo clichê, as aparências enganam. É que esses itens — e muitos outros — são carregados de fibras, substâncias valiosas. Entre seus feitos estão o estímulo da saciedade, a melhora do funcionamento do intestino e a proteção contra câncer nesse órgão. Agora a ciência acaba de apontar, veja só, que elas também previnem tumores no pâncreas e na mama. No mínimo.


Vem do Colégio Imperial de Londres e da Universidade de Leeds, na Inglaterra, o estudo que associou o consumo de fibras a uma menor incidência de tumores mamários. Para realizá-lo, os pesquisadores esmiuçaram 16 trabalhos sobre o tema. “Notamos que a ingestão diária de 10 gramas de fibras solúveis derruba em 26% o risco de o mal se desenvolver. Ainda não sabemos por que as insolúveis não promoveram o mesmo benefício”, conta Dagfinn Aune, líder do projeto.


Uma das hipóteses levantadas para explicar tal façanha é que as fibras reduziriam o estrogênio que perambula pelo sangue. É que elas prejudicam a ação de uma enzima responsável por quebrar o hormônio para facilitar sua absorção. Assim, boa parte dele vai embora junto com as fezes. Mas há um mistério: “Em pesquisas com cobaias, tanto as fibras solúveis como as insolúveis causaram esse efeito”, pondera a nutricionista oncológica Thais Manfrinato Miola, do Hospital A.C. Camargo, na capital paulista.


Se você está se perguntando por que é importante evitar picos de estrogênio, fique sabendo que ele incita a proliferação das células mamárias, independentemente de serem normais ou cancerosas. “Sabe-se que outros hormônios agem assim, ou seja, estimulam a multiplicação celular. Então, quando eles estão controlados, o risco de desenvolver câncer diminui”, explica Fábio Gomes, nutricionista do Instituto Nacional de Câncer (Inca).


Mais fibras, menos insulina


Só para constar, outro hormônio intimamente relacionado ao câncer de mama é a insulina, responsável por botar a glicose dentro das células. E as fibras dão um jeito nela também. Afinal, retardam o esvaziamento gástrico — em outras palavras, você fica com o estômago cheio por mais tempo —, o que torna a absorção de açúcar mais lenta. Diante disso, não há necessidade de ter um monte de insulina circulando.


E, por falar em barriga bem forrada, está aí outro fator que, indiretamente, é capaz de afastar a ameaça do câncer mamário. É que a obesidade e essa doença caminham lado a lado. Quando a dieta é rica em fibras, fica mais fácil escapar dos ataques à geladeira e, dessa forma, administrar o ponteiro da balança. “Mas, se uma mulher está 40 quilos acima do peso, não adianta só apostar nas fibras. O consumo isolado da substância não contrabalançará todos os outros problemas”, avisa Artur Katz, coordenador do Centro de Oncologia do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.


Já no Centro de Referência Oncológico de Aviano, na Itália, os cientistas voltaram suas atenções para a relação entre uma dieta campeã em fibras e o aparecimento de câncer no pâncreas. Para explorá-la, eles avaliaram a dieta de 326 pacientes diagnosticados com a doença e 652 indivíduos saudáveis. Foi quando notaram que o consumo da versão solúvel fez despencar em 60% a probabilidade de tumores surgirem no órgão. A insolúvel, por sua vez, diminuiu o perigo em 50%.


Ao que tudo indica, a partir do momento em que tais substâncias passam a controlar a produção e a liberação desenfreada de insulina, evitam não só o boom de células malignas nas mamas como também no pâncreas. “Isso não está 100% comprovado, mas é uma teoria que ganha força”, avalia Paulo Hoff, diretor do Centro de Oncologia do Hospital Sírio-Libanês. “E esse mecanismo provavelmente garante proteção contra vários outros tipos de tumores”, completa Fábio Gomes, do Inca.


Outra explicação plausível para essa blindagem é a capacidade que as fibras têm de aliviar o engarrafamento que muitas vezes atravanca o trânsito intestinal. “Elas não permitem que o organismo tenha tempo de absorver agentes potencialmente cancerígenos. Dessa maneira, os inimigos são rapidamente eliminados”, esclarece a nutricionista Juliana Pereira Lima Gropp, do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp).


Ainda que as evidências deem às fibras o troféu de anticancerígenas, Artur Katz pede cautela ao discutir seus efeitos: “Elas podem ser indicadores de outros comportamentos benéficos, já que as pessoas que capricham no seu consumo geralmente seguem um estilo de vida mais saudável, com dieta balanceada e prática de exercícios físicos”.


Sem contar que as substâncias são encontradas em leguminosas, frutas e hortaliças, alimentos abastecidos de uma variedade de compostos considerados aliados no combate a tumores, como quercetina, betacaroteno e licopeno. Portanto, é necessário avançar nas investigações para confirmar se as benesses alardeadas por todos esses estudos são causadas só pelas fibras.


De qualquer forma, sua ingestão é mais do que incentivada pelos especialistas ouvidos nesta reportagem. Nem tem como ser diferente. Afinal, como ficou claro, elas estão alojadas em alimentos de alto valor nutricional — e apostar neles possivelmente freia a procura por itens pouco saudáveis, como os industrializados cheios de gordura e açúcar.


Uma dica: 25g é o consumo diário de fibras considerado ideal pela Organização Mundial da Saúde


Ao mexer no cardápio, não se esqueça de molhar a garganta com bastante água, chás e sucos. “O líquido é esssencial para que as fibras solúveis se transformem em gel e as insolúveis formem fezes macias”, informa a nutricionista Michele Trindade, da Universidade Estadual de Londrina (UEL), no interior do Paraná. Só não enrole muito para mudar os hábitos. “A dieta deve ser equilibrada desde cedo para que exerça um papel realmente significativo na batalha contra o câncer”, adverte Paulo Hoff.


Aliadas na perda de peso


Decididamente, quem anseia por conquistar uma silhueta mais elegante não pode deixar as fibras de fora do cardápio. Uma refeição lotada delas demora a ser mastigada e também digerida. Como consequência, a sensação de saciedade dura mais tempo e a vontade maluca de comer não aparece tão cedo. “Além disso, ao caprichar em cereais, leguminosas, raízes e frutas, tende a haver uma redução no consumo de gorduras e açúcares”, lembra a nutricionista Paula Riccioppo, da clínica Be Healthy, no Rio de Janeiro. “Essa mudança contribui tanto para a perda quanto para a manutenção do peso ideal.”


Uma sugestão: para aumentar o consumo diário de fibras, salada sempre cai bem antes dos pratos principais


Duas versões da substância


- Solúveis
Ao entrar em contato com a água, elas formam uma espécie de gel, que promove saciedade e ajuda a controlar a presença de glicose no sangue, além de domar o colesterol. Nesse grupo, estão a pectina, a goma e a mucilagem, que dão as caras nas leguminosas, nas frutas e no farelo de aveia.


- Insolúveis
Não são nada viscosas e têm como principal função aumentar o bolo fecal e, assim, melhorar o funcionamento do intestino. Representadas pela celulose e pela lignina, são encontradas na camada externa de grãos e cereais, no farelo de trigo, na casca de frutas e na soja.


Por que elas não são nutrientes?


A explicação é simples: embora façam parte dos alimentos, as fibras são resistentes à digestão e não são absorvidas no intestino delgado. “É durante a própria passagem pelo trato digestório que interferem no aproveitamento de nutrientes e ajudam no combate a doenças”, diz a nutricionista Michele Trindade, da UEL.


O ranking das fibras


1º Soja – 23,9 g em 1 concha média.
2º Grão-de-bico – 17,3 g em 1 concha média.
3º Ervilha – 13,5 g em 1 concha média.
4º Feijão-carioca – 11,9 g em 1 concha média.
5º Cereal à base de trigo – 11,5 g em 1/2 xícara de chá.


Elas estão abrigadas em vários alimentos


- 1 concha média de lentilha – 11,1 g.
- 1 goiaba branca – 10,7 g.
- 1 colher (sobremesa) de cebolinha – 6,4 g.
- 1 mexerica – 4,19 g.
- 1 pera – 3,3 g.
- 1 colher (sopa) de semente de linhaça – 3,3 g.
- 1 colher (sopa) de farelo de trigo – 3,1 g.
- 1 colher (sopa) de abacate – 2,83 g.
- 1 maçã argentina – 2,6 g.
- 1 laranja com membrana – 2,6 g.
- 5 folhas de couve-manteiga – 2,35 g.
- 3 colheres (sopa) de batata-doce cozida – 1,98 g.
- 1 escumadeira de arroz integral – 1,62 g.
- 3 colheres (sopa)de beterraba crua – 1,62 g.
- 1 colher (sopa)de farinha de centeio – 1,5 g.
- 3 colheres (sopa)de mandioca – 1,44 g.
- 1 figo fresco – 1,4 g.
- 1 colher (sopa) de flocos de aveia – 1,37 g.
- 1 fatia de pão de fôrma integral – 1,3 g.
- 1 ameixa-preta seca – 1,2 g.
- 3 colheres (sopa) de cenoura ralada – 1,14 g.
- 3 folhas de alface lisa – 1,05 g.
- 1 colher (sopa) de farelo de aveia – 1,02 g.
-de 3 colheres (sopa) de brócolis cozidos – 1 g.

- 1 escumadeira de arroz branco – 0,96 g.


Revista Saúde