terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Porque Golias era bem maior do que os homens de sua época, se já havia pecado no mundo?




O gigante Golias, a Bíblia dá sua altura exata: I Samuel 17:4 "... a altura de seis côvados e um palmo."
O côvado vem do hebraico "ammâ", era a distância que ia do cotovelo à ponta do dedo. O povo hebraico considerava esta medida em 44,5 cm., e o côvado egípcio, 44,7 cm. Mas para saber a medida exata, basta ser comparada com a extensão atribuída ao túnel de Siloé, de 1.200 côvados, que são equivalentes a extensão de 533,10 metros. O que daria ao côvado o comprimento de 44,4 cm. Logo, a altura de Golias, que se destacava dos homens de sua época, era entre 2,70 a 3,10 m.
Porque Golias depois do pecado, teve uma altura privilegiada em relação aos homens de sua época?
A Bíblia descreve a existência de vários povos "gigantes." Os Enaquins, são um exemplo, aqueles que os doze espias viram em Canaã, que os fez sentirem-se como gafanhotos. Números 13:28. Também os emins Deut. 2:10, e refains Deut. 2:21, etc.
Havia até uma provérbio da época relatado em Deut. 9:2 "Quem poderá resistir aos filhos de Enaque?"
Os homens altos, não são apenas dos tempos Bíblicos. O Guiness, livro dos recordes, do ano corrente (1994) registra que o homem mais alto do mundo com evidências irrefutáveis, foi o norte-americano Robert P. Wadlow, que nasceu no dia 22 de fevereiro de 1918, que tinha a altura de 2,72 m. de altura.
E não é tão raro, depararmos com pessoas altas ao nos locomovermos de um lugar para outro, ou até observando alguns jogadores de basquete. Não podemos negar, que existiram pessoas altas após o pecado, e que ainda hoje, se notam algumas reminiscências.
A resposta do porque disto, é mais pela medicina do que pela teologia. Segundo informações do Dr. Gerson Trevilato, o que aconteceu com Golias, os enaquins, e o que pode ocorrer hoje também, considerando os fatores de decrepitude, chama-se "Coincidência Genética" que seria a combinação dos melhores genes para a estatura, ou também pode ser "Mutações da Genética" que são conseqüências de algum efeito, tipo radioatividade, etc.
Um exemplo, que presenciei aqui na Rádio Novo Tempo, vai nos ajudar a compreender: O Pr. João Nelsom Bilha, que apresenta o programa Conhecer Jesus é tudo, domingo às 20 Hs, tem uma filha bonita, de olhos azuis. Interessante notar que o Pr. João Nelsom, não tem olhos azuis, nem a esposa, e tão pouco os avós da criança; somente a bisavó é que tem olhos azuis. Logo conclui-se que a combinação genética para a cor dos olhos, deu certo de ser azul, pois havia antecedentes na família com características desta cor de olhos. Concluímos que os pais podem ter olhos castanhos e no entanto, dependendo de sua carga genética, podem ter filhos com olhos azuis.
No caso de Golias e os demais homens altos, concluímos que eles foram privilegiados em sua altura, por causa de sua combinação genética, que trazia da descendência de Adão os genes de uma estatura nobre. Somam-se a isto, os itens que contribuem também para a boa formação do indivíduo: a nutrição, que é fundamental nos primeiros anos de vida e adolescência; o estilo de vida, etc.
Concluímos então, que Adão, o primeiro homem, o Pai da raça humana, foi o homem mais perfeito, e que todos os seus descendentes, de todas as épocas, trazem as mais diferentes combinações genéticas, e com o pecado, a diferença gritante de algumas características físicas daquele homem perfeito. E concluímos também, que algumas vezes, se manifesta no homem pecador, características da altura de Adão, pelas chances da combinação da genética, pelas mutações da genética ou pela nutrição. Como cristãos, acreditamos que ao sermos arrebatados por Cristo aos céus, seremos transformados, e de acordo com o tempo que Deus designar, voltaremos todos a ter a estatura de Adão e Eva no novo céu e na nova terra, vivendo para sempre um Novo Tempo!
Via Advir

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Não há vantagem evolutiva na depressão




[Meus comentários seguem entre colchetes. – MB] Em alguns setores acadêmicos, só se fala em analisar o comportamento humano por meio da biologia evolutiva. Os pesquisadores querem descobrir que vantagens evolutivas estariam escondidas em nossas ações, ou mesmo em nossas patologias [curiosamente, a biologia evolutiva não ajudou em nada no desenvolvimento da medicina]. É a vez de a depressão ser examinada em detalhes. Alguns psicólogos evolucionistas acreditam que essa doença dolorosa e incapacitante pode esconder algo de positivo. Mas, como eu, a maioria dos profissionais que tratam pacientes discorda com veemência. Tome como exemplo uma paciente que analisei há algum tempo, uma mulher de trinta anos de idade cujo marido a havia traído e abandonado. Durante muitas semanas, ela se tornou abatida e se isolou socialmente. Ela desenvolveu insônia e começou a refletir constantemente sobre o que havia feito de errado.

Um psicólogo evolucionista talvez afirmasse que a resposta de minha paciente tinha alguma lógica. Afinal de contas, quando sua rotina normal foi quebrada, ela procurou se isolar, tentou entender a razão para seu abandono e se planejar para o futuro. Talvez você perceba alguma vantagem evolutiva na habilidade que as pessoas depressivas têm de fixar sua atenção de forma rígida e obsessiva em um único problema, desligando-se de tudo e de todos a seu redor.

Alguns estudos parecem dar apoio a essa perspectiva. Paul W. Andrews, psicólogo da Virginia Commonwealth University, relata que sujeitos normais ficam tristes quando tentam resolver um teste de reconhecimento de padrão espacial mais complicado, o que sugere que alguma característica da tristeza possa melhorar a capacidade analítica dos sujeitos.

Com uma abordagem similar, Joseph P. Forgas, psicólogo da Universidade de New South Wales, na Austrália, descobriu que sujeitos tristes obtiveram mais sucesso no reconhecimento de mentiras do que sujeitos felizes submetidos ao mesmo teste. [...]

Resultados como esses podem sugerir alguns benefícios da tristeza, mas, com o tempo, eles foram generalizados para pacientes que sofriam de depressão profunda. Por exemplo, Andrews e o Dr. J. Anderson Thomson Jr., psiquiatra da Universidade da Virgínia, propuseram que a reflexão entre os depressivos seria uma estratégia de adaptação para resolver um problema doloroso. Os psicólogos clínicos, por outro lado, continuam a afirmar que o aspecto sombrio dos depressivos é uma evidência de que seus processos cognitivos estão distorcidos e funcionando de forma errônea. Esses processos devem ser corrigidos, não incentivados. [Assim é com todo tipo de comportamento nocivo ou condenável – aliás, se é condenável é porque existe uma moral absoluta à qual até os ateus e darwinistas apelam. Mesmo a ideia de “sobrevivência do mais apto” deve ser condenada, do ponto de vista sociológico, pelo menos. Resumindo: o pecado é um desvio do plano de Deus; tudo o que causa sofrimento e morte neste planeta não pode ser visto como “normal”, como querem os defensores da teoria da evolução. Devemos sempre lutar contra o mal, a violência, o pecado, as injustiças e promover a disseminação do evangelho no mundo, a fim de que Jesus volte logo e destrua para sempre o mal.]

Há evidências concretas de estudos neuropsicológicos e de imagem cerebral que demonstram que a depressão clínica está ligada a vários tipos de deficiências da memória em todas as faixas etárias e em todos os graus de depressão. Desafiar e modificar os pensamentos disfuncionais da depressão é o objetivo da terapia cognitivo-comportamental, uma das formas mais populares e empiricamente comprovadas de psicoterapia.

Mas quem está certo sobre a depressão, os psicólogos evolucionistas ou os psicólogos clínicos? 

Para começar, os sujeitos dos estudos citados eram controles saudáveis, cujo estado de espírito havia sido manipulado para que ficassem temporariamente tristes. Eles não são realmente depressivos do ponto de vista clínico, condição que pode durar por meses ou até anos. [É interessante notar, fazendo um paralelo com esta constatação do Dr. Friedman, que muitas pesquisas de biólogos evolucionistas dependem de modelos computacionais, de interpretações a partir de fósseis e de extrapolações macroevolutivas a partir de evidências de microevolução. Assim, as conclusões acabam se originando de premissas e dados enviesados, mais ou menos como têm feito os psicólogos evolucionistas.] [...]

Sob olhares mais atentos, o caso dos benefícios evolutivos da depressão apresenta grandes problemas. O fato é que o pensamento reflexivo dos deprimidos não é particularmente eficiente na resolução de problemas. Um de meus pacientes disse certa vez: “Eu pensava sempre da mesma maneira e era incapaz de decidir o que fazer. Essa não é uma forma muito criativa de pensar.”

Além disso, a depressão pode surgir sem a influência de qualquer fator psicossocial, o que torna difícil o argumento de que a depressão seria a resposta a uma situação difícil ou a um problema. O Dr. David J. Kupfer, psiquiatra da Universidade de Pittsburgh, descobriu que o primeiro episódio de depressão é quase sempre precedido por um grande fator estressante, mas os episódios recorrentes podem ser desencadeados por pequenos fatores, ou mesmo sem causa aparente.

Caso a depressão aumentasse a capacidade de solucionar problemas, ela nunca iria se transformar em uma condição crônica ou autônoma, mas é isso o que ocorre em praticamente metade dos pacientes.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a depressão é a principal causa de afastamento do trabalho e a quarta doença mais difundida no mundo, devendo alcançar a segunda posição em 2020. Há evidências claras de que ela é um fator de risco para problemas no coração e diversos estudos demonstram que a depressão prolongada está associada a danos seletivos e permanentes no hipocampo, a região do cérebro responsável pela memória e pelo aprendizado. Se adicionarmos ainda o fato de que de 2 a 12 por cento dos deprimidos cometem suicídio, as “vantagens” da depressão deixam de parecer assim tão boas.

Mas, por que ainda existe essa noção de que a depressão traz benefícios e autoconhecimento? [Dr. Richard, essa teimosia, na verdade, é comum em muitos arraiais evolucionistas, pois os darwinistas costumam sempre salvar a teoria dos fatos.]

Recentemente, um paciente me ajudou a compreender essa questão. Ele era um jovem educado e articulado, infeliz porque o mundo era um lugar horrível, segundo dizia. Já que ele tinha diversos outros sintomas da depressão – insônia, fadiga, pouca libido e baixa autoestima – confirmei seu diagnóstico de depressão clínica e lhe disse que sua visão de mundo provavelmente era um resultado da depressão, não sua causa.

Ele zombou, mas estava disposto a tentar um tratamento cognitivo-comportamental associado ao uso de antidepressivos, caso isso o fizesse se sentir melhor. Meses depois, quando já estava recuperado, eu lhe perguntei mais uma vez sobre sua visão de mundo. Para ele, o mundo continuava terrível, mas ele se sentia melhor. Ainda assim, refletiu melancolicamente que sua alegria recém-descoberta não representava o seu verdadeiro eu, que, segundo ele, seria ensimesmado e criativo.

Essa é a razão pela qual a depressão é cada vez mais romantizada. De acordo com esse pensamento, o que é natural, é bom. Se nós fomos projetados para sofrer de depressão como resposta às doenças da vida, deve haver uma boa razão para isso e nós devemos permitir seu curso natural e doloroso. [Na verdade, fomos projetados para ser felizes, por isso resistimos tanto e sofremos ante a perspectiva da dor. Se a morte e a doença são elementos “naturais” constituintes do processo evolutivo, por que, depois de supostos milhões de anos e com tanto avanço na compressão da evolução, ainda não nos acostumamos a isso? Simples: fomos criados para não morrer e nunca nos conformaremos com esse intruso chamado morte.]

Mas, ao contrário da tristeza comum, o curso natural da depressão pode ser devastador e até letal. Mesmo que a tristeza possa ser útil [pelo menos neste lado da eternidade], a depressão clínica assinala uma falha na adaptação à perda ou a situações estressantes, uma vez que diminui a habilidade de resolver os dilemas que a causaram.

Mesmo que a depressão seja “natural” [coisa que não é] e evolua a partir de um estado emocional que, em algum momento, foi vantajoso, isso não significa que ela seja uma doença mais desejável do que outras. A natureza nos oferece infecções, câncer e problemas do coração, e nós fazemos o possível para evitar esses problemas e tratá-los da melhor forma. Não podemos agir de outra forma com a depressão. [E também não deveríamos ignorar o fato de que a causa primária de tudo isso é o pecado. Tratamento? A aceitação da solução proposta por Jesus, que já pagou o preço por nossa redenção. – MB]

(Richard Friedman, UOL)

Nota: Cuidado, Dr. Friedman, ou você pode terminar como este outro médico!

domingo, 29 de janeiro de 2012

Download Multimídia do CD do Ministério da Música 2012 - A Grande Esperança






Chegou o tão esperado Multimídia do Cd do Ministério da Música 2012
Conheça as Músicas:

1 - Somos Teus | 2 - Meu Tudo | 3 - Eu Vou Para o Céu | 4 - Renascer | 5 - A Grande Esperança | 6 - Quer Recomeçar | 7 - Esperança e Poder | 8 - Restaura | 9 - O Poder Pra Vencer | 10 - A Esperança | 11 - Que Prazer é Ser de Cristo | 12 - Santo és Senhor
O Cd ainda não foi lançado, mas enquanto isso já podemos escutar e cantar as Músicas que farão parte do Cd do Ministério da Música para 2012, o Ano da Grande Esperança.


Tamanho: 105 Megabytes

Revista Estilo Saúde - Primeira Edição

Clique abaixo para ler diversos artigos sobre o cuidado e a prevenção da saúde.

sábado, 28 de janeiro de 2012

Qual era a altura de Adão?E a altura do homem depois do pecado?


Começaremos por Adão, sua altura não é mencionada de maneira precisa na Bíblia. Mas os Teólogos e Estudiosos Bíblicos, concordam em afirmar que Adão, foi criado à imagem e semelhança de Deus, na sua mais perfeita forma, beleza e simetria. A escritora Ellen G. White, escreveu no seu livro História da Redenção, página 21, que Adão possuía mais que o dobro do tamanho dos homens que vivem hoje. Calcula-se então que Adão tinha sua altura provável entre 4 e 5 metros.


Mais dados sobre Adão


EDUCAÇÃO, p. 20 – “Criados para serem a “imagem e glória de Deus”, Adão e Eva tinham obtido prerrogativas que os faziam bem dignos de seu alto destino. Dotados de formas graciosas e simétricas, de aspecto regular e belo, o rosto resplandecendo com o rubor da saúde e a luz da alegria e esperança, apresentavam eles em sua aparência exterior a semelhança dAquele que os criara. Esta semelhança não se manifestava apenas na natureza física. Todas as faculdades do espírito e da alma refletiam a glória do Criador. Favorecidos com elevados dotes espirituais e mentais, Adão e Eva foram feitos um pouco menores do que os anjos (Ib. 2:7), para que não somente pudessem discernir as maravilhas do universo visível, mas também compreender as responsabilidades e obrigações morais.”


SPIRITUAL GIFT, 3, p. 34 – “Tinha mais de duas vezes a altura dos homens de hoje”. Dois metros vezes 2,50 m são iguais a aproximadamente 4 a 5 metros de altura. Quantos quilos pesava?


3 T. 138, 139 – “Possuía força física que era vinte vezes a mais que os homens de hoje.” Nas Olimpíadas um homem levantou 245 quilos.


GÊNESIS 5:5 – “Os dias todos da vida de Adão foram novecentos e trinta anos...” Vivia quase mil anos. Possuía mente tão perfeita que não se necessitava de livros.


A estatura nobre e simetria que Adão possuía, veio a decrescer, devido ao pecado. Ao ser expulso do Éden, o casal perdeu o acesso à árvore da vida, e com a entrada do pecado no mundo, veio a poluição, os venenos, etc, que somados às tendências pecaminosas como: a falta de domínio próprio, intemperança, etc, trazem a decrepitude do ser humano, através de todas as épocas. Um exemplo clássico é do homem que a Bíblia registra com a maior idade, ele foi o oitavo patriarca, registrado em Gênesis capítulo 5, que viveu 969 anos, e hoje dificilmente se chega a 10% desta longevidade privilegiada... a média de vida mundial atualmente, é de 64 anos, cerca de 6,5% de um dos descendentes de Adão. Isto mostra claramente a decrepitude da raça humana por causa do pecado.

Via Advir, complementos adm Site Bíblia e a Ciência

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Novidades do novo CD de Leonardo Gonçalves




O ano de 2012 promete bons e aguardados lançamentos. Dentre eles, o novo CD do cantor Leonardo Gonçalves, o primeiro em português pela Sony Music, que deverá ser lançado entre fevereiro e março desse ano. O cantor divulgou a capa do álbum (imagem acima) que terá o título "Princípio e Fim" e terá 12 canções, sendo duas regravações. A seguir a lista das músicas e seus compositores:


1- Prólogo (tsion) (Leonardo Gonçalves)
2- Tsion (Leonardo Gonçalves)
3- Mente e Coração (Leonardo Gonçalves)
4- There (Leonardo Gonçalves e Samuel Silva)
5- Bondade (Leonardo Gonçalves e Rafael Brito)
6- Viver o Amor (Leonardo Gonçalves e Daniela Araújo)
7- Sublime (Daniela Araújo)
8- Eu Acredito (Tiago Arrais) regravação do CD "Introdução"
9- Novo (Tiago Arrais)
10- Jamais (Felipe Valente) regravação
11- Princípio e Fim (Felipe Valente)
12- Epílogo (tsion) (Leonardo Gonçalves)


Segundo o cantor, essa talvez não seja a ordem das músicas. O fato é que ainda não dá pra definir e nem saber o que esperar do novo álbum, mas pelas músicas pode não ser algo tão diferente do "Viver e Cantar", tematicamente. Mas é apenas suposição. Agora (o velho bordão) é esperar pra ver. Fique deOlhO!


Fonte:De olho adventista

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Deus cria o mal? Como o “espírito maligno” que se apossou de Saul poderia vir “da parte de Deus”? (1Sm 18:10)


Saul se afastara completamente dos propósitos divinos para a sua vida, e acabou sendo rejeitado por Deus (ver 1Sm 15:1-29). Não permitindo mais que o poder santificador do Espírito Santo fizesse nele morada (ver Ap 3:20), Saul acabou se colocando voluntariamente sob a influência satânica (ver Lc 11:24-26). O texto bíblico é claro em afirmar que ele foi possuído por um “espírito maligno” (1Sm 16:14; 18:10; 19:9).
Esse “espírito maligno” é mencionado no livro de I Samuel como vindo “da parte de Deus” (1Sm 18:10) e “da parte do Senhor” (1Sm 19:9; ver também 16:14). Descrevendo esse espírito satânico como de procedência divina, o texto bíblico emprega mais uma vez o idiomatismo semítico em que Deus é tido como causando aquilo que Ele apenas permite que aconteça. Deus, portanto, não pode ser responsabilizado pela possessão demoníaca de Saul.
Fonte: Sinais dos Tempos, setembro/outubro de 2001. p. 30