quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Os OVNIs são visitantes extraterrestres?


Várias teorias têm sido propostas para explicar a natureza dos supostos OVNIs (objetos voadores nãoidentificados). Enquanto alguns acreditam serem mero fruto da imaginação humana, outros defendem a idéia de que são veículos espaciais conduzidos por seres extraterrestres. Mesmo não usando a expressão moderna OVNI, a Bíblia apresenta alguns princípios básicos que podem nos ajudar na compreensão desse tema intrigante.


As Escrituras deixam claro que todas as manifestações sobrenaturais e sobre-humanas, neste mundo de pecado, procedem de um dos dois grandes poderes conflitantes do Universo: a Trindade e os anjos leais, de um lado, e Satanás e outros seres demoníacos (Ap 12:7-9). Isto nos leva à conclusão de que, se os OVNIs existem, devem se enquadrar em uma das duas alternativas acima mencionadas.


Uma análise detida da Bíblia revela o fato de que grande parte das manifestações satânicas são confusas, indefinidas e enganosas. A ênfase repousa, freqüentemente, mais no fascínio das emoções do que em um conteúdo proposicional concreto. Dentro desta categoria se enquadram as encarnações demoníacas na forma de animais (Gn 3:1-5; Ap 12:9), de pessoas já mortas (I Sm 28) e de seres angelicais (II Co 11:14).


Somos advertidos de que os poderes demoníacos haveriam de operar nos últimos dias “grandes sinais e prodígios” (Mt 24:24; Mc 13:22), de realizar “coisas espantosas e também grandes sinais do céu” (Lc 21:11), de se transformar em anjos de luz (II Co 11:14), e de fazer descer fogo do céu “à terra diante dos homens” (Ap 13:13). Esses sinais e maravilhas teriam por objetivo “enganar, se possível, os próprios eleitos” (Mt 24:24; Mc 13:22; ver Jo 8:44; II Ts 2:9 e 10).


Comparando-se os testemunhos sobre aparições de OVNIs com o relato bíblico, percebe-se nitidamente que tais aparições jamais podem ser consideradas, nem em forma nem em conteúdo, como manifestações divinas, ou de anjos bons, ou ainda de possíveis habitantes de outros mundos não caídos do Universo. Resta, portanto, a inevitável conclusão de que elas só podem ser consideradas como parte dos “grandes sinais e prodígios” que haveriam de acompanhar as fascinantes manifestações demoníacas dos últimos dias (ver Ap 16:14).


Os escritores americanos Myron Widmer e Sidney Reiners divisam, por trás das aparições de OVNIs, um plano mestre de engano satânico. Widmer declara que o “constante aumento de fé no sobrenatural continua preparando o cenário para os eventos finais, quando a mente do povo terá visto e ouvido tanto do sobrenatural que as ilusões e os enganos de Satanás parecerão muito naturais e acreditáveis”.


Já Sidney Reiners sugere que as aparições de “ufonautas” (supostos tripulantes dos discos voadores) hostis à vida na Terra poderiam precipitar “uma corrida rumo a um governo mundial, com a perda, num estado de pânico, dos princípios democráticos”. Ufonautas amigos, por outro lado, poderiam persuadir facilmente os seres humanos a “solucionar” os problemas da humanidade com seus planos enganosos.


Quer as hipóteses de Reiners se cumpram literalmente ou não, o verdadeiro cristão deve alicerçar sua fé sobre a Palavra de Deus, para não sucumbir aos enganos satânicos. Como Cristo enfrentou as tentações demoníacas no deserto com a autoridade das Escrituras (ver Mt 4:1-11), o verdadeiro cristão jamais se deixará seduzir por qualquer experiência visual, auditiva ou emocional que não esteja em perfeita harmonia com o claro ensino bíblico (ver Is 8:19 e 20; Gl 1:8).


Texto de autoria do Dr. Alberto Timm, publicado na Revista Sinais dos Tempos, agosto de 1997, p. 27. Via Sétimo Dia

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

O Triunfo da Luz


A luz brilha nas trevas, e as trevas não a derrotaram. João 1:5

Verdadeiro ou falso: O mundo é lindo. O mundo é feio.
Verdadeiro e verdadeiro também.
Verdadeiro ou falso: A vida é maravilhosa. A vida é terrível.
Novamente, verdadeiro nos dois casos.

Estamos num conflito, o grande conflito entre o bem e o mal, entre a luz e as trevas. A luz brilha nas trevas, e as trevas não a derrotaram. Nunca conseguiram, nunca conseguirão. Glória a Deus por isso!

Em sua obra A Trilha Menos Percorrida (Nova Era, 2004), o psicoterapeuta M. Scott Peck narra a história inacreditável de um empresário de sucesso que conheceu. Fruto de uma relação ilegítima, passou por vários lares adotivos com total ausência de afeto. Aos 17 anos, foi preso por causa de um violento assalto. Após cumprir seis meses de prisão, foi admitido para trabalhar como auxiliar de almoxarifado numa pequena empresa. Para os assistentes sociais, seu futuro parecia tenebroso. Dentro de três anos, no entanto, ele se tornou o chefe de departamento mais jovem da história daquela empresa. Após cinco anos, ele se casou com uma executiva e abriu o próprio negócio. Na ocasião em que conheceu Peck, ele havia se tornado um pai amoroso e carinhoso, um intelectual autodidata, um líder na comunidade e um artista talentoso.


A história desse homem é apenas um dos vários exemplos registrados por Peck. Após ter a oportunidade de conhecer tais pessoas, Peck conclui que “há uma força, um mecanismo que não compreendemos plenamente”, que opera rotineiramente para promover nossa saúde mental e física. O mais impressionante, segundo Peck (que não era cristão na ocasião em que escreveu o livro), não é o fato de ficarmos doentes, mas o fato de não ficarmos doentes com mais frequência e nos recuperarmos quando deveríamos morrer.

O trecho mais impressionante do livro de Peck é a conclusão, capítulo em que o autor faz uma reflexão a respeito do que sua experiência como psicoterapeuta propõe. Ao esforçar-se para compreender a inclinação do Universo a nosso favor, recorre à única palavra que parece encaixar: graça!

O Dr. Peck descobriu que isso é verdade. A luz brilha nas trevas, e as trevas não a derrotaram. Nunca conseguiram, nunca conseguirão

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

O Perfume da Graça



Mas dou graças a Deus porque, unidos com Cristo, somos sempre conduzidos por Deus como prisioneiros no desfile de vitória de Cristo. Como um perfume que se espalha por todos os lugares, somos usados por Deus para que Cristo seja conhecido por todas as pessoas. 2 Coríntios 2:14, NTLH

Nessa passagem, Paulo relaciona a vida cristã ao “triunfo” romano, o grande desfile da vitória que tomava conta das ruas de Roma em comemoração ao sucesso de certo general. O desfile – despojos de guerra, animais exóticos, prisioneiros e, finalmente, o próprio general – acontecia numa atmosfera perfumada com incenso ou com grandes quantidades de pétalas.

O apóstolo Paulo afirmou que somos conduzidos como prisioneiros no desfile da vitória de Cristo. Ele é o Herói conquistador e nós, os prisioneiros voluntários, espalhamos o perfume de Sua graça à medida que passamos.

Você já notou como associamos aromas a lugares? Inalamos algum odor, a sugestão de alguma fragrância, e nossa mente se recorda de um evento que talvez tenha acontecido há muitos anos. Voltamos para aquele lugar e revivemos uma doce lembrança.

O mesmo acontece com as pessoas. Associamos alguém especial com seu perfume. Pode ser um cheiro ou uma fragrância. Toda vez que sentimos esse cheiro, pensamos naquela pessoa.

No período em que moramos na Índia, ficamos encantados com a dama-­da-noite, um arbusto com pequenas flores brancas que exalam seu perfume à noite. Acordávamos nas primeiras horas da manhã e apreciávamos a fragrância doce e suave entrando pela janela. Ao passearmos pelo campus do Spicer College à noite, cruzávamos com um pequeno rastro invisível de perfume e o seguíamos até encontrar a fonte, às vezes a muitos metros de distância, nas pequeninas flores brancas que floresciam discretamente, mas transformavam o ar noturno.

Apaixonei-me por aquela pequena flor. Se sentisse aquela fragrância neste instante, voltaria mentalmente para aquele lugar.

Amo flores; não ligo para flores artificiais. Algumas imitações parecem exatamente como as reais, mas é muito fácil reconhecê-las – cheirando-as. Apenas as flores de verdade são perfumadas.

Isso me leva a examinar meu coração. Sou real ou falso? Será que através de minha vida homens e mulheres, meninos e meninas têm sentido a doce fragrância de Cristo, o perfume da graça?

domingo, 5 de fevereiro de 2012

O que é o Inferno? Onde Fica?



Você acredita na existência do inferno? O inferno realmente existe?
No estudo de hoje quero apresentar a resposta da Bíblia para essas perguntas. Na Bíblia encontramos três sentidos diferentes para a palavra inferno. No Velho Testamento, “inferno” é sempre traduzido da palavra hebraica “Sheol”. Já no Novo Testamento a palavra original é “hades”. Tanto Sheol quanto hades significam ou dão o sentido de “sepultura”. Salmo 116:3 e Mateus 11:23 são dois bons exemplos disso.
Inferno também significa um lugar em que há fogo consumindo. A palavra grega usada no Novo Testamento é “Geena”. Essa palavra tem o mesmo significado da hebraica “Hinon”. Hinon era um vale próximo a Jerusalém. Um lugar usado para depósito de lixo, de cadáveres de animais e de malfeitores, onde eram consumidos, queimados. No vale de Hinon havia fogo queimando continuamente, pois sempre colocavam mais material sujeito a queimar-se.
O terceiro sentido de inferno achamos na segunda carta de Pedro, capítulo 2 versículo 4. A palavra grega empregada nesse texto é: “Tartaroos”, que significa um lugar de trevas onde os anjos maus estão. Não significa um lugar de fogo ou tormento.
Se a palavra inferno na Bíblia tem sentido de sepultura, lugar de trevas onde estão Satanás e seus anjos, isso significa que os ímpios ou maus que já morreram não estão sofrendo agora?
Exatamente. Todas as pessoas que já morreram, conforme vimos em esudos anteriores e conforme garante a Bíblia, jazem na sepultura. Tanto bons quanto maus. Nada sabem, nada sofrem. Qualquer texto bíblico que se refira ao castigo dos ímpios, mediante o fogo, estabelece, com clareza, que isso se realizará depois do juízo, e do fim do mundo. O dia da retribuição ainda está no futuro. Os ímpios não receberão seu castigo antes que o juízo o determine. Eles serão reservados para o dia do juízo, para então receberem a recompensa ou castigo merecido. (Segunda carta de Pedro, capítulo 2:9).
Quando Jesus voltar algumas coisas interessantes irão acontecer. A primeira delas é a ressurreição dos justos, dos salvos. É a chamada “primeira ressurreição” (Primeira carta aos Tessalonicenses, capítulo 4, verso 16 e Apocalipse 20, versículo 6). Nesse mesmo tempo os justos vivos por ocasião da volta de Jesus são transformados (Primeira aos Coríntios, capítulo 15, versículo 52). Em seguida, todos esses justos transformados (os que ressuscitaram e os que já estavam vivos) são levados para o céu (Primeira aos Tessalonicenses, capítulo 4, versículo 17).
Os ímpios então serão destruídos (mortos) pelo resplendor da manifestação de Deus (Segunda aos Tessalonicenses, capítulo 2 versículo 8). A partir daí a terra fica desolada, vazia, pelo período de mil anos. (Apocalipse 20 versículos 1 a 3). Nesse período de mil anos os justos, no céu viverão e reinarão com Cristo (Apocalipse 20, versículo 4).
Completados os mil anos, a Jerusalém celestial será transferida para a Terra, juntamente com os salvos (Apocalipse 21, versículo 2). Quando isso acontecer os ímpios, desde o princípio do mundo, ressuscitarão para receberem o castigo merecido. Apocalipse 20, versículos 8 e 9, conta que Satanás moverá seus anjos e as hostes de ímpios a um último e desesperado ataque contra o povo de Deus. Mas, diz o texto bíblico, desce fogo do céu para consumir os ímpios de todos os tempos. A Terra inteira será transformada num lago de fogo (segunda carta de Pedro, capítulo 3, versículo 10; Apocalipse 20, versículo 10). Nesse “lago de fogo” desaparecerão para sempre Satanás, seus anjos e todos os ímpios. Diz Apocalipse 10, verso 15: “E se alguém não foi achado inscrito no livro da vida, esse foi lançado para dentro do lago de fogo.” É o fim do pecado e pecadores.
Creio que vale a pena repetir: o castigo para os maus não acontece agora. O castigo virá depois do julgamento dos ímpios, depois dos mil anos. Só aí serão lançados no lago de fogo.
E esse sofrimento será eterno? Os maus queimarão para sempre?
Certas expressões da Bíblia podem dar a impressão de que o tormento dos ímpios não terá fim. Falando desse castigo, a Bíblia utiliza expressões como: “para sempre”, “para todo o sempre”, “eternamente”. Temos também outras como “fogo que nunca se acaba” ou “fogo inextinguível”.
O sentido de “para sempre” tem a ver com a duração de uma vida humana. Na carta de Paulo a Filemom, no verso 15, ele escreve dizendo que Onésimo, servo de Filemon, deveria pertencer ao seu senhor “para sempre”.
Temos também no primeiro livro de Samuel, capítulo 1, versículo 22, a afirmação de que Samuel deveria permanecer no templo/tabernáculo “para sempre”. Ou seja, até o final de sua vida.
Outro exemplo: Isaías, no capítulo 34, versículos 9 e 10, escreveu que ninguém passaria pela terra de Edon “para todo o sempre”. Entretanto, quem quiser hoje passar por onde era o país de Edon, pode. O sentido nesse caso é que a destruição de Edon seria completa e completa seria a sua desolação.
Muitas pessoas questionam a expressão “fogo eterno”, como a de Mateus 25, versículo 41, onde diz que os ímpios sofrerão a pena do “fogo eterno”. As cidades de Sodoma e Gomorra também sofreram a ação do “fogo eterno” e foram até postas por exemplo dos que terão de sofrer a mesma pena (Judas, versículo 7). Mas Sodoma e Gomorra foram totalmente destruídas, reduzidas a cinzas. Não estão queimando até hoje. (segunda carta de Pedro capítulo 2, versículo 6).
Jesus falou do “fogo que nunca se apaga” (Marcos 9, versos 47 e 48). Em Jeremias 17, verso 27, é dito que Jerusalém foi queimada com “fogo que nunca se acaba”. Mas Jerusalém não continua queimando até hoje. O sentido de “fogo que nunca se acaba” é: fogo que não se pode extinguir, que executa plenamente a sua obra destruidora. Terminada a destruição, o fogo pára de arder.
A Bíblia ensina que “o salário – o pagamento – do pecado é a morte” e não um tormento sem fim. O castigo dos ímpios é chamado de “segunda morte” (Apocalipse 20, versículo 14).
O castigo dos ímpios também é chamado na Bíblia de “obra estranha de Deus”(Isaías 28, versículo 21). Infligir sofrimento, destruir, não é segundo os sentimentos de Deus, porque Ele não tem “prazer na morte do perverso, mas em que o perverso se converta do seu mau caminho e viva.” (Ezequiel 33:11). Por isso, Deus, em tocantes palavras pede: “Convertei-vos, convertei-vos dos vossos maus caminhos; pois por que haveis de morrer, ó casa de Israel?”
Pedro também descreve a Deus dessa forma, dizendo que Ele tem muita paciência, “não querendo que nenhum se perca, mas que todos cheguem ao arrependimento” (Segunda carta de Pedro, capítulo 3, versículo 9).
Pense sobre isso. Deus está interessado e concentrado em salvar. Foi por isso que Jesus veio a este mundo. Hoje Ele espera, oferece novas oportunidades. Aceitaremos? Escolheremos ficar ao lado de Deus e dos salvos de todos os tempos? Espero que esta seja também a sua decisão.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Em dias de aflição



Quando a tempestade da vida fere a alma;
quando a saraivada de injustiça desce sobre nós para esmagar a confiança nos companheiros de viagem para o Céu;
quando as torrentes da dúvida são derramadas para nos oprimir o coração;
quando a enchente da adversidade transborda para nos submergir no desânimo, é então que devemos estar ancorados na Rocha Eterna, a fim de não sermos arremessados contra os recifes traiçoeiros, despedaçando-nos no abismo do desespero.

Tempos de crise virão para cada sincero filho de Deus.
Amigos darão as costas para nós e nos abandonarão.
Atos injustos serão praticados contra nós. Iniquidades porão à prova nossa fé.
Nessas horas de severa provação, jamais devemos perder de vista o abençoado fato de
que estamos servindo a Deus e não a homens.

Nossa prestação de contas pertence Àquele que conhece as sinceras intenções do
coração quebrantado e oprimido. Ele compreende nossos problemas e perplexidades.
Lê os motivos e aceita nosso trabalho e sacrifício. Seu sorriso de aprovação descansa
sobre nossa devoção. Os que nos louvam hoje, amanhã nos condenarão. Devemos viver acima
da mera eleição dos homens.

Homens, e mesmo homens frequentadores de igreja, às vezes cometem erros, porém Deus, jamais!
Ele vindicará o direito. Deves cuidar para que Seu sorriso de aprovação repouse sobre ti, e
deixar que os homens se enfureçam contra ti. Enquanto estiveres em comunhão com Deus,
bem perto do Amigo maior, nada tens a temer.

(Escrito por Leroy Edwin Froom)


sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Filme que retrata Jesus seduzido na cruz é distribuído




O filme experimental britânico “Visions of Ecstasy”, que apresenta cenas de Jesus sendo seduzido na cruz, acaba de receber autorização do governo para ser distribuído legalmente, após 23 anos de proibição.
O filme dirigido por Nigel Wingrose se tornou uma causa célebre de liberdade de expressão, logo após ao Conselho Britânico de Classificação Cinematográfica decidir em 1989 que uma cena de fantasia em que a mística espanhola Santa Teresa de Ávila sexualmente acaricia o corpo de Cristo poderia se constituir em calunia e blasfêmia. O Conselho considerou cortar o material potencialmente blasfemo e reduzir o filme de 19 minutos e meio, por ter se recusado a aprovar a distribuição.
O caso foi abolido como um crime em 2008 e nesta última terça feira, O Conselho deu ao filme classificação de “18″, significando que o mesmo pode ser visto por adultos. O Conselho reconheceu que o filme seria “profundamente ofensivo para alguns espectadores”, mas que era improvável que “cause danos”.
O comunicado diz que “Na ausência de qualquer violação de leis do Reino Unido e da falta de um risco credível de dano, ao invés de um mero caráter ofensivo, o conselho não tem qualquer base sustentável para negar uma classificação ao “Visions of Ecstasy” em 2012″
Então o que poderia se considerado como uma “vitória” para a liberdade de expressão, vai se tornar um combustível ainda mais forte para deteriorar a moral e a vida espiritual de uma sociedade.
Fonte: Portal Padom - Com informações The Blaze

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

O que quer dizer a expressão: imundo até à tarde?




Os principais textos que contêm essa expressão “imundo até à tarde”, são os seguintes: “E por estes vos tornareis imundos; qualquer que tocar o seu cadáver imundo será até à tarde”. (Levítico 11:24). “Todo animal quadrúpede que anda na planta dos pés vos será por imundo; qualquer que tocar o seu cadáver será imundo até à tarde”. (Levítico 11:27). “Então, o sacerdote lavará as vestes, e banhará o seu corpo em água, e, depois, entrará no arraial, e será imundo até à tarde”. (Números 19:7).
Há cerca de 28 versos das Escrituras que contêm esta expressão “imundo até a tarde”. Mas o que significa?
Os comentaristas bíblicos afirmam que os detalhes mencionados, no contexto desses versos, tinham a ver com os efeitos perigosos e fatais da impureza espiritual.
Apesar de muitos destes rituais não serem válidos para nós hoje, podemos tirar dos mesmos importantes lições para nossa vida. Estes versos nos mostram o valor que Deus dá à pureza física e espiritual. A recomendação da Bíblia é que nos afastemos de tudo aquilo que tende a sujar nosso corpo, que é o templo do Espírito Santo (I Coríntios 6:19-20).