quinta-feira, 16 de abril de 2015

10 lembretes sobre as palavras que você diz


1 – Escolha as palavras com muito cuidado. “Nenhuma palavra torpe saia da boca de vocês, mas apenas a que for útil para edificar os outros, conforme a necessidade, para que conceda graça aos que a ouvem (Efésios 4:29).


2 – Palavras brandas têm mais poder que palavras ríspidas. “… a língua branda quebra até os ossos” (Provérbios 25:15).


3 – Pense antes de falar. “O justo pensa bem antes de responder, mas a boca dos ímpios jorra o mal” (Provérbios 15:28).


4 – Não fale muito. “Quando são muitas as palavras, o pecado está presente, mas quem controla a língua é sensato” (Provérbios 10:19).


5 – As palavras podem causar tropeços. “Todos tropeçamos de muitas maneiras. Se alguém não tropeça no falar, tal homem é perfeito, sendo também capaz de dominar todo o corpo” (Tiago 3:2).


6 – Palavras agradáveis são estimulantes. “As palavras agradáveis são como um favo de mel, são doces para a alma e trazem cura para os ossos” (Provérbios 16:24).


7 – As palavras podem causar grande destruição. “… a língua é um pequeno órgão do corpo, mas se vangloria de grandes coisas. Vejam como um grande bosque é incendiado por uma simples fagulha” (Tiago 3:5).


8 – Se quiser ter uma vida agradável, tome cuidado com suas palavras. “Quem quiser amar a vida e ver dias felizes, guarde a sua língua do mal e os seus lábios da falsidade” (I Pedro 3:10).


9 – As palavras podem ter sido sugeridas pelo inimigo. “Assim também, a língua é um fogo; é um mundo de iniquidade. Colocada entre os membros do nosso corpo, contamina a pessoa por inteiro, incendeia todo o curso de sua vida, sendo ela mesma incendiada pelo inferno” (Tiago 3:6).


10 – Palavras ríspidas são mais prejudiciais a você mesmo. “Pois por suas palavras vocês serão absolvidos, e por suas palavras serão condenados” (Mateus 12:37).


quarta-feira, 15 de abril de 2015

12 conselhos de Salomão para usuários de Redes Sociais



Há muitas pessoas que duvidam e minimizam a relevância do Antigo Testamento nos nossos tempos. Essas pessoas provavelmente nunca tiraram um tempo para ler o livro de Provérbios. Eu leio Provérbios quase todo dia e fico continuamente maravilhado com tamanha relevância desse livro. Parece que a sabedoria é atemporal. As lições que Davi ensinou a Salomão falam a mim e meus filhos tanto quanto falaram a homens e mulheres do Israel antigo. A sabedoria de Deus dada a Salomão continua a ressoar alto e claro em meu coração.
Se Salomão fosse vivo hoje e perguntássemos a ele como devemos nos relacionar com os outros neste mundo digital, se perguntássemos a ele como podemos honrar a Deus usando as redes sociais disponíveis a nós hoje, aqui está como ele provavelmente responderia.

1. Conte até dez antes de postar, compartilhar, enviar, submeter
“Você já viu alguém que se precipita no falar? Há mais esperança para o insensato do que para ele”. (Provérbios 29.20). Quantas discussões poderiam ser evitadas e quantos relacionamentos salvos se as pessoas fossem apenas um pouco menos precipitadas em suas palavras? Antes de postar um artigo, ou antes de comentar um status do Facebook, é sempre (sempre!) uma boa idéia reler o que você escreveu e considerar se suas palavras expressam fielmente seus sentimentos e se expressar tais sentimentos é necessário e edificante. E, aproveitando que estou neste assunto, uma revisão ortográfica também não machuca.

2. Deixe o insensato em sua insensatez
“Não responda ao insensato com igual insensatez, do contrário você se igualará a ele.” (26:4). Há momentos em que é melhor deixar um insensato em seu canto que tentar mudá-lo. Algumas vezes é melhor apenas deixá-lo sozinho do que providenciar mais munição para ele. Isso significa que pode ser melhor ignorar o troll, deixar uma repreensão sem resposta, do que atormentá-lo e sofrer sua ira.

3. Exponha a insensatez
“Responda ao insensato como a sua insensatez merece, do contrário ele pensará que é mesmo um sábio.” (26:5). Aqui está – a inegável prova de que a Bíblia se contradiz! Estamos respondendo a um insensato de acordo com sua insensatez ou não? Evidentemente essa “contradição” é deliberada e está na Bíblia para mostrar que não há uma lei absoluta nessa situação. Há momentos em que a insensatez deve ser exposta, ou se o insensato é alguém que você acredita estar honestamente buscando sabedoria, ou se sua insensatez prejudicará outros. Se um insensato está impactando outros, afundando-os em sua insensatez, ele deve ser exposto em favor da saúde da igreja.

4. Saiba quando parar
“Se o sábio for ao tribunal contra o insensato, não haverá paz, pois o insensato se enfurecerá e zombará.” (29:9). Há momentos em que você precisa parar em vez de sustentar um argumento. O insensato não tem real intenção de aprender ou de ser sábio. Pelo contrário, eles apenas buscam oportunidades de proclamar ruidosamente as tolices. Pare e então você pode ficar em paz. Desligue, faça log off, apague – faça o que você precisa fazer.

5. Tenha cuidado com o que você lê
“Como amarrar uma pedra na atiradeira, assim é prestar honra ao insensato.” (26:8). Tenha cuidado com as palavras que você lê e com a sabedoria em que você confia. Os insensatos podem parecer sábios, mas eles ainda guiarão os outros pelo mau caminho. Se você honra um insensato lendo e absorvendo suas palavras, está sendo como uma pessoa insensata que amarra a pedra na atiradeira, tornando a atiradeira inútil e ficando sem defesa.

6. Evite os fofoqueiros
“As palavras do caluniador são como petiscos deliciosos; descem saborosos até o íntimo.” (26:22). Há muito sites, blogs e perfis de Twitter dedicados quase que inteiramente a fofocas, a compartilhar o que é desonroso em vez de compartilhar o que é nobre. Evite essas pessoas e suas fofocas.

7. Seja humilde
“Que outros façam elogios a você, não a sua própria boca; outras pessoas, não os seus próprios lábios.” (27:2). “O orgulho do homem o humilha, mas o de espírito humilde obtém honra.” (29:23). Deixe que os outros te elogiem. Se você nunca recebeu elogios de ninguém, especialmente daqueles que são sábios, pode ser um bom momento para examinar seu coração e examinar se você está andando nos caminhos da sabedoria. Aqueles que são modestos e de espírito humilde receberão honra, enquanto o arrogante será humilhado.

8. Cuide da sua própria vida
“Como alguém que pega pelas orelhas um cão qualquer, assim é quem se mete em discussão alheia.” (26:17). Se você já pegou um cão pelas orelhas, você sabe que isso trará problemas. Pegar um cão desconhecido pelas orelhas trará ainda mais problemas. Fique longe de brigas de outras pessoas em vez de entrar nelas como se fossem suas. Pode haver momentos de entrar em uma disputa teológica ou de tentar mediar uma discordância na blogosfera, mas a sabedoria lhe diria para cuidar da sua própria vida.

9. Não seja um perturbador
“Quem faz uma cova, nela cairá; se alguém rola uma pedra, esta rolará de volta sobre ele.” (26:17).Aqueles que existem apenas para trazer problemas aos outros pagarão um preço. E, infelizmente, na Internet há muitos deles. Não seja um!

10. Examine por que você escreve
“A esposa briguenta é como o gotejar constante num dia chuvoso.” (27:14). O provérbio fala de uma esposa briguenta, mas poderia ser facilmente aplicado a qualquer pessoa. Se você está escrevendo meramente para ser briguento ou porque você curte um argumento, talvez seja melhor encontrar outra coisa para fazer. “O que o carvão é para as brasas e a lenha para a fogueira, o amigo de brigas é para atiçar discórdias.” (26:21). Não seja o tipo de pessoa que atiça contendas por diversão própria.

11. Tome cuidado com o que você ensina
“Quem leva o homem direito pelo mau caminho cairá ele mesmo na armadilha que preparou, mas o que não se deixa corromper terá boa recompensa.” (28:10). Aqueles que escolhem ensinar outros, aceitam uma séria responsabilidade; se eles levam os outros para o mau caminho, eles devem esperar que haverá consequências. Cuidado com o que você ensina, com o que você compartilha, que crenças você expressa. Lembre-se que suas palavras são públicas e que elas podem continuar acessíveis para sempre.

12. Caminhe com o Senhor
“Quem confia em si mesmo é insensato, mas quem anda segundo a sabedoria não corre perigo.” (28:26).E aqui está a chave para todas as outras coisas. Confie no Senhor mais do que em você mesmo. Caminhe com o Senhor e nos caminhos de Sua sabedoria ensinados nas páginas da Bíblia. Seja um homem sábio ou uma mulher sábia na Palavra e não um tolo que confia em sua própria sabedoria (ou na falta dela). Proteja-se com maturidade espiritual, com a verdadeira sabedoria, antes de aventurar no mundo das redes sociais

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Baixe agora o Livro Missionário 2015 "Viva com Esperança"

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Sob o título, Viva com Esperança, o livro missionário 2015 aborda os segredos para ter saúde e qualidade de vida, evitando doenças como o câncer, diabetes, problemas do coração e obesidade. Além disso, o leitor descobrirá os reais benefícios da boa nutrição para o corpo e a mente. Ao percorrer as páginas deste livro, você certamente será desafiado a fazer ajustes no rumo de sua vida. Coloque em prática os princípios revelados neste best-seller e você ficará surpreso com os incríveis resultados.


A obra, de autoria do pastor e conferencista Mark Finley - autor de dezenas de livros, e do escritor e cardiologista nuclear Peter Landless, faz parte do projeto de distribuição anual de livros missionários iniciado na América do Sul no ano de 2007. Em oito anos de atividade do projeto, já foram distribuídos, em oito países da América do Sul, 109 milhões e 85 mil livros. O que dá uma média de um livro para cada 2,7 habitantes.

Fonte:Megaphone Adv


terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Entrevista - Ellen White e o Natal


Quando chega o Natal, muitos interrogam: É certo fazermos comemoração do Natal, uma vez que não sabemos nem o dia em que Jesus nasceu? É certo darmos presentes na época do Natal? É certo colocarmos uma árvore de Natal na igreja, para alegria das crianças? 

Ellen White, nesta entrevista, nos orienta a respeito deste assunto. As perguntas são formuladas por nós, mas as respostas são literalmente da pena de Ellen White. Fonte no final da entrevista. 

Pergunta: Sra. White, podemos saber exatamente o dia em que Jesus nasceu?

E.G.W.: “A Bíblia não nos informa a data precisa do nascimento de Jesus. Se o Senhor tivesse considerado este conhecimento essencial para nossa salvação, ele se teria pronunciado através de Seus profetas e apóstolos, para que pudéssemos saber tudo a respeito do assunto. Mas o silêncio das Escrituras sobre este ponto dá-nos a evidência de que ele nos foi ocultado por razões as mais sábias.”

Pergunta: Se não sabemos o dia exato do nascimento de Jesus, é lícito realizarmos algum tipo de comemoração no dia 25 de dezembro, dia em que o mundo cristão comemora esse acontecimento?

E.G.W.: “Sendo que o 25 de dezembro é observado em comemoração do nascimento de Cristo, e sendo que as crianças têm sido instruídas por preceito e exemplo que este foi indubitavelmente um dia de alegria e regozijo, ser-vos-á difícil passar por alto este período sem lhes dar alguma atenção. Ele pode ser utilizado para um bom propósito.”

Pergunta: O que a senhora acha sobre o costume de dar presentes na época do Natal?

E.G.W.: “É agradável receber um presente, mesmo simples, daqueles a quem amamos. É uma afirmação de que não estamos esquecidos, e parece ligar-nos a eles mais intimamente… Está certo concedermos a outros demonstrações de amor e afeto, se em assim fazendo não esquecermos a Deus, o nosso melhor amigo. Devemos dar nossos presentes de tal maneira que se provem um real benefício ao que recebe. Eu recomendaria determinados livros que fossem um auxílio na compreensão da Palavra de Deus, ou que aumentem nosso amor por seus preceitos.

Pergunta: E como podemos manifestar a Jesus nosso reconhecimento nas festividades do Natal?

E.G.W.: “Irmãos e irmãs, enquanto estais planejando dar presentes uns aos outros, desejo lembrar-vos nosso Amigo celestial, para que não passeis por alto Suas reivindicações. Não se agradará Ele se mostrarmos que não O esquecemos? Jesus, o Príncipe da Vida, deu tudo a fim de pôr a salvação ao nosso alcance. Ele sofreu mesmo até a morte, para que nos pudesse dar a vida eterna… Não deve nosso Benfeitor celestial participar das provas de nossa gratidão e amor? Vinde, irmãos e irmãs, vinde com vossos filhos, mesmo os bebês em vossos braços, e trazei ofertas a Deus, segundo vossas possibilidades. Cantai ao Senhor em vosso coração, e esteja em vossos lábios o Seu louvor.”

Pergunta: A senhora vê alguma forma mais sensata de comemorarmos o Natal, do que aquela que é freqüentemente praticada entre os cristãos?

E.G.W.: “Temos o privilégio de afastar-nos dos costumes e práticas desta época degenerada; em vez de gastar meios meramente na satisfação do apetite, ou com ornamentos desnecessários ou artigos de vestuário, podemos tornar as festividades uma ocasião para honrar e glorificar a Deus. Cristo deve ser o objetivo supremo; mas da maneira em que o Natal tem sido observado, a glória é desviada dEle para o homem mortal, cujo caráter pecaminoso e defeituoso tornou necessário que Ele viesse ao nosso mundo. Jesus a Majestade do Céu, o nobre Rei do Céu, pôs de lado Sua realeza, deixou Seu trono de glória, Sua alta posição, e veio ao nosso mundo para trazer ao homem caído, debilitado nas faculdades morais e corrompido pelo pecado, auxílio divino… Os pais deviam trazer essas coisas ao conhecimento de seus filhos e instruí-los mandamento sobre mandamento, regra sobre regra, em suas obrigações para com Deus.”

Pergunta: E como fazer isso de tal forma que as crianças compreendam e aceitem de boa vontade?

E.G.W.: “Há muita coisa que pode ser planejada com gosto e muito menos dispêndio do que os desnecessários presentes que são freqüentemente oferecidos a nosso filhos e parentes, podendo assim ser mostrada cortesia e a felicidade de ser levada ao lar. Podeis ensinar uma lição aos vossos filhos enquanto lhes explicais a razão por que tendes feito uma mudança no valor de seus presentes, dizendo-lhes que estais convencidos de que tendes até então considerado o prazer deles mais que a glória de Deus… Como os magos do passado, podeis oferecer a Deus vossos melhores dons e mostrar por vossas ofertas a Ele que apreciais Seu dom por um mundo pecaminoso. Levai os pensamentos de vossos filhos através de um canal novo, altruístico, incitando-os a apresentar ofertas a Deus pelo dom do Seu Unigênito Filho.

Pergunta: E quanto ao costume de se colocar uma árvore de Natal na igreja?

E.G.W.: “Deus muito se alegraria se no Natal cada igreja tivesse uma árvore de Natal sobre a qual pendurar ofertas, grandes e pequenas, para essas casas de culto. Têm chegado a nós cartas com a interrogação: Devemos ter árvore de Natal? Não seria isto acompanhar o mundo? Respondemos: Podeis fazê-lo à semelhança do mundo, se tiverdes disposição para isto, ou podeis fazê-lo muito diferente. Não há particular pecado em selecionar um perfumoso pinheiro e pô-lo em nossas igrejas, mas o pecado está no motivo que induz à ação e no uso que é feito dos presentes postos na árvore. A árvore pode ser tão alta e seus ramos tão vastos quanto o requeiram a ocasião; mas os seus galhos estejam carregados com o fruto de ouro e prata de vossa beneficência, e apresentai vossas doações santificadas pela oração. As festividades de Natal e Ano Novo podem e devem ser celebradas em favor dos necessitados que têm família grande para sustentar.”

Nota: Todas as respostas acima colocadas são da pena de Ellen G. White, e encontram-se no livro Lar Adventista, às páginas 477 – 482

sábado, 22 de novembro de 2014

Adventistas Digitais, Ellen White e as Novas Tecnologias



Será que a Internet, smartphones ou as novas tecnologias têm influenciado de alguma maneira a mudança de comportamento dentro da Igreja? Se sim, isso tem sido bom ou ruim? A tecnologia pode se tornar nossa aliada durante os cultos? O que fazer com aqueles que não se desconectam nem dentro do templo?

As mudanças
Sempre que surgem novas tecnologias, mudanças ocorrem no comportamento humano. Por exemplo, com a invenção da luz elétrica a humanidade passou a dormir mais tarde. Atualmente, as novas gerações estão substituindo os aparelhos de rádio e TV pelos tablets e smartphones. Com isso passam mais tempo consumindo conteúdo e em todos lugares. O fato é que criador e criatura, homem e tecnologia, interagem entre si e se influenciam mutuamente gerando outras novas mudanças.

Mudanças positivas ou negativas?
Lembra do tempo que na igreja não existiam playbacks ou vídeo-projetores? É claro que os mais novos não conheceram essa época, mas possivelmente o surgimento dessas tecnologias alterou a dinâmica dos cultos e o formato da adoração. Apesar de existirem igrejas que evitam usar, a maioria já assimilou e tem dificuldade em realizar os cultos se um dos equipamentos não funcionar perfeitamente

Será que no futuro outras novas tecnologias serão usadas para melhorar ou ampliar nossa experiência na adoração? Pode ser que sim.

O futuro presente
Tenho visto que algumas igrejas já aceitam o uso da tecnologia e procuram usá-las positivamente. Algumas transmitem seus cultos, enquanto outras se relacionam durante a semana não só nos pequenos grupos, mas também pelo Whatsapp. Boa parte já tem seu próprio website e página no Facebook para ser mais visível à comunidade. Mas a mudança ainda vai mais além.

Em uma igreja que visitei o pastor incentivava os membros a “tuitarem” frases-chave e passagens bíblicas do sermão. Dessa forma a mensagem poderia chegar a muitos que estão do lado de fora e poderia incentivá-los a conhecer a igreja. Em outro lugar um pastor convidava a congregação a dar opinião sobre o tema do sermão por meio de SMS. Ainda no púlpito ele recebia o “feedback” e adaptava o tema em cima das dúvidas e necessidades dos membros.

Como igreja, precisamos reconhecer que novas tecnologias ainda virão e que irão provocar novas mudanças. Mas, para isso, necessitamos ser equilibrados, aprender a fazer o melhor uso, estabelecer limites e nos adaptar a elas.

Quando a tecnologia gera conflito
Certa vez uma diaconisa me contava que repreendeu severamente um menino que, durante o momento de louvor, não desligava seu smartphone. Irada, se aproximou dele e esbravejou “você não desliga essa coisa nem na hora do culto?”. O menino com uma paz angelical se voltou para ela e respondeu: “Tia, estou usando meu hinário”. Confusa e sem ter o que dizer, ela se desculpou e saiu.

Mesmo na igreja é possível que ocorram os conflitos de gerações devido à tecnologia. Uma geração “off-line” ou “analógica” convive ao mesmo tempo com outra que já nasceu conectada e não vive sem Internet. Se por um lado os novos irmãos “digitais” precisam ajudar na reverência e adoração, por outro lado os “analógicos” precisam entender que o uso da tecnologia é algo natural e espontâneo para os “digitais”.

Adventistas digitais
Segundo as últimas estatísticas da igreja, cerca de 40% dos adventistas na América do Sul está na faixa dos nativos digitais, ou seja, possuem menos de 24 anos.

Os pesquisadores apontam para essa nova geração como sendo bem diferente daquela do qual faziam parte seus pais: são multitarefas, usuários de múltiplas telas, hiperconectados, mais espertos, mais ousados, mais sedentários, etc. Dessa forma, temos um novo desafio que é combinar e conviver com diferentes gerações e mentalidades.

Seguem abaixo algumas dicas para que os “analógicos” (como eu) saibam como conviver e envolver os adventistas “digitais” na missão da igreja.

Características dos digitais / Como lidar
Perda de atenção ou atenção fragmentada nos cultos:
* Evite palestras e sermões muito longos. 
* Use histórias, ilustrações, frases curtas e vá direto ao ponto.

Falta de envolvimento nos programas da igreja:
* Se possível, permitir que eles participem interagindo de alguma forma com o culto.
* Incentive e crie “causas”.
* Estabeleça metas e comemore os resultados. 
* Deixe eles participarem dando ideias na elaboração dos planos e estratégias.

Não participam do evangelismo tradicional:
* Treine e incentive eles a usarem os conhecimentos do mundo virtual e redes sociais para compartilhar sua fé.

Ellen White, as novas tecnologias e a unidade
Antevendo o rápido avanço das invenções humanas, Deus nos deixou conselhos sobre o uso correto e equilibrado, bem como sobre a importância de manter a unidade em meio as mudanças e a diferença entre as gerações.

“Deus dotou os homens de talentos e capacidade inventiva, a fim de que seja efetuada a Sua grande obra em nosso mundo. As invenções da mente humana parecem proceder da humanidade, mas Deus está atrás de tudo isso. Ele fez com que fossem inventados os rápidos meios de comunicação para o grande dia de Sua preparação”. Ellen White, em Fundamentos da Educação Cristã, página 409.

“Descobrir-se-ão meios para alcançar os corações. Alguns dos métodos usados nesta obra serão diferentes dos que foram usados na mesma no passado; mas não permitamos que alguém, por causa disto, ponha obstáculos no caminho mediante a crítica”. Review and Herald, 30 de setembro de 1902. 

“Não deve haver regras fixas; nossa obra é progressiva, e deve haver oportunidade para os métodos serem melhorados. Sob a direção, porém, do Espírito Santo, a unidade deve ser preservada e sê-lo-á”. Review and Herald, 23 de julho de 1895.

Carlos Magalhães - Notícias Adventistas (Título original: Adventistas Digitais)

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Em que Consiste a Felicidade Matrimonial?



Vejamos o que faz que um lar seja feliz. Em primeiro lugar, as duas pessoas candidatas ao casamento devem ter os mesmos ideais na vida. Se o marido deseja morar no campo, e a mulher na cidade, estão em vias de incompreensões e atritos.
Deve haver reciprocidade também quanto à maneira de considerar o trabalho ou profissão. Se uma jovem tem o ideal de desposar um advogado, mas se apaixona por um jovem que ama a mecânica, e pensa que depois de casada fará dele um advogado, pode correr o risco de frustração pelo resto da vida. Deve haver também a mesma idéia quanto ao tipo de lar que desejam estabelecer.
Um casal feliz está sempre de acordo quanto ao manejo das finanças. Eles têm um alvo financeiro para o qual trabalham entusiasticamente, como por exemplo construir a casa própria e preparar a segurança financeira para os anos da velhice.
A religião constitui o centro da filosofia da vida. Por isto mesmo S. Paulo aconselha: “Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis.” (II Cor. 6 :14.) A diferença em crença religiosa é muitas vezes uma constante causa de fricção, porque infalivelmente surgirão problemas de várias espécies, principalmente no que respeita à educação dos filhos.
Um casal feliz é o que contrai matrimônio quando há sincero amor de parte à parte, um amor puro que é sempre altruísta e unicamente procura tornar o outro feliz, mesmo ao ponto do sacrifício, se isto promove a felicidade do companheiro ou companheira.
Corretamente se diz que o amor é a corrente elétrica da alma, e portanto, como a eletricidade, pode servir tanto para o bem como para o mal. Devemos manejá-lo com grande prudência. Se tocamos a corrente elétrica de qualquer jeito, corremos o risco de ser eletrocutados, mas se a usamos em harmonia com as leis da Física, nos fará muito bem e dela nos advirá muita satisfação. Com ela podemos usar o rádio, a televisão, o computador. Ela nos fornece a luz e o calor, e muitas outras coisas úteis.
Assim é com o amor: se nós o cultivarmos e o manejarmos com o devido cuidado, ele não destruíra nossa felicidade, pelo contrário, ele nos dará muita satisfação.
É ideal que ambos os parceiros no matrimônio tenham o mesmo nível de cultura, mas se tem que haver uma diferença a este respeito, é preferível que seja o homem intelectualmente superior, ou mais avançado em cultura. Em geral não é bom que a esposa seja mais culta que o homem, porque em muitos casos acontece que ela se torna vítima de um homem que não sabe apreciar suas boas qualidades.
Num casamento feliz, a jovem esposa quase sempre vem de um lar onde os pais vivem em perfeita harmonia. Onde a boa vontade, a compreensão e a essência da religião cristã foram vividas em todos os aspectos da vida, a filha irá desfrutar o seu próprio lar feliz. Mas se ela vem de um lar onde os pais brigam constantemente, onde a esposa censura o esposo e este é ríspido e descortês para com a esposa, é mais que provável que a infelicidade será o resultado. A melhor garantia para um casamento feliz entre dois jovens é o casamento feliz dos pais.

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Um presente chamado sexo

Você se lembra de quando era criança e de como a ansiedade tomava conta na época do Natal? Eu não sei se sua família tem o costume de dar presentes nesta época do ano, mas a minha tem. Eu lembro que eu pedia algo de presente para o meu pai, um lego, um par de patins, uma bicicleta ou um video game e ficava sofrendo de ansiedade até o dia do Natal.
Imagina que seus pais, lá para o dia 05 de dezembro, saiam para fazer compras e deixem você em casa, pois não querem que você veja o que eles vão comprar. Depois de horas fora de casa eles retornam, com sacolas contendo caixas envolvidas por lindos papéis de presente.
Os seus pais entram no quarto deles e escondem todas aquelas caixas. Seu coração chega a acelerar ao saber que aquilo que você vem sonhando a meses pode estar dentro da sua casa, porém faltam ainda 20 dias para você poder usufruir do seu presente, vinte dias que mais parecem 20 anos.
Até que um dia seus pais saem e deixam você sozinho em casa. Assim que eles fecham o portão e aceleram o carro, sua mente só consegue focar em uma coisa: “O presente”. Você tenta assistir TV, porém não consegue se concentrar, pois sua cabeça está lá no quarto dos seus pais.
Até que você decide ir lá só para dar uma espiada no presente. Você procura, sobe em uma cadeira, deita no chão para olhar em baixo da cama, até que você acha. Uma caixa com uma etiqueta com o seu nome. É o seu presente.
Você passa a mão nele para tentar descobrir o que é, mas o temor toma conta , a voz da sua consciência berra: “Pare, isso não é correto, espere o tempo certo”. Você devolve o presente ao lugar dele e volta para a sala se sentindo culpado.
Alguns dias depois, uma nova oportunidade surge. Pais fora de casa. Você e o presente sozinhos novamente. Você corre direto para o quarto, desta vez você já sabe onde está. Porém passar a mão já não satisfaz a curiosidade. Dai você pensa: “Vou abrir só um pouquinho para olhar dentro”. Você dá uma olhadinha lá dentro, mas logo pára, pois a voz da consciência novamente te ataca.
Na próxima oportunidade de ficar sozinho com o seu presente, você não aguenta e abre ele, brinca com ele, passam um tempo juntos. Depois de brincar aquela voz vem mais alta e a culpa mais forte do que nunca.
No dia do Natal, quando o seu pai te entrega o seu presente, você é obrigado a forçar uma expressão de surpresa.
Minha querida irmã, será que o seu marido, na noite de núpcias, terá que fingir uma cara de surpresa? Meu querido irmão, será que a sua esposa, na grande noite da vida de vocês, terá que fingir uma expressão de surpresa? Pois o grande presente já está “usado” e com um valor muito menor do que ele deveria ter?
Sexo é um presente de Deus para nossas vidas, é a celebração do amor no casamento. Ele nos abençoou com algo, que além de nos dar a oportunidade de ter uma família (procriação), nos possibilita SER UM com o nosso cônjuge. E a benção maior é que tudo isso foi brilhantemente regado de muito prazer pelo nosso Criador.
Nós poderíamos comparar o Sexo a um remédio, pois ele pode fazer muito bem para sua vida, pode ajudar você a ter saúde, porém, se usado na hora errada e na quantidade errada pode te MATAR. Por isso, escolha esperar pelo tempo de Deus para sua vida. Nunca se esqueça que o tempo dEle é perfeito.
Por Douglas Gonçalves, JesusCopy.