sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Está pensando em divorciar? Leia isto antes!

Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: “Tenho algo importante para te dizer”. Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.
De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.
Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: “Por quê?”
Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou “você não é homem!” Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouvi-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.
Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.
Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.
No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.
Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. E a ignorei e voltei a dormir.
Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possível. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus exames no próximo mês e precisava de um ambiente propício para preparar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.
Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca, mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.
Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. “Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio” – disse Jane em tom de gozação.
Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então, quando eu a carreguei para fora da casa, no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo “O papai está carregando a mamãe no colo!” Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho “Não conte para o nosso filho sobre o divórcio” Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.
No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.
No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.
No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.
Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles, mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse “Todos os meus vestidos estão grandes para mim”. Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.
A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso… ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração….. Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.
Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse “Pai, está na hora de você carregar a mamãe”. Para ele, ver seu pai carregando sua mãe todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.
Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: “Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo”.
Eu não consegui dirigir para o trabalho… fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia… Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela “Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar”.
Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa “Você está com febre?” Eu tirei sua mão da minha testa e repeti.” Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe”.
A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouvi-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.
Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: “Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe”.
Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama – morta.
Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio – e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.
Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, do seu marido, façam pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!
Um casamento centrado em Cristo é um casamento que dura uma vida toda.

Fonte:Literalmente Verdade

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Ore para encontrar, não encontre para orar



Um dos grandes erros que os jovens têm cometido na vida sentimental é iniciar uma busca por um(a) companheiro(a) e quando encontram alguém que os agrada, começam a orar por esta pessoa.
O problema deste método de escolha é que a busca pela “pessoa certa” talvez seja feita carnalmente. Quantas vezes depois de termos escolhido com os olhos deste mundo, pedimos “ajuda do céu” para que o relacionamento de certo?
O método que Deus nos propõe é: ore e depois escolha. 
Quando estamos em um processo de oração, em favor de nossa vida sentimental, Deus faz com que as pessoas certas para nós se destaquem aos nossos olhos e as pessoas erradas passem despercebidas.
Em Genesis 24, Abraão pediu para seu servo ir até a cidade onde os parentes dele viviam a fim de escolher uma esposa para seu filho. O servo pegou 10 camelos, encheu-os de presentes e saiu em busca da “pessoa certa” para Isaque. Veja o método de escolha que este sábio homem usou:
V.11- Quando o empregado chegou, fez os camelos se ajoelharem perto do poço, fora da cidade. Era de tardinha, a hora em que as mulheres vinham buscar água. V12. Aí ele orou assim: — Ó Senhor, Deus do meu patrão Abraão, faze com que tudo dê certo e sê bondoso para o meu patrão.
Gênesis 24:11-12.
Ele parou diante do lugar onde as moças passavam, eantes de escolher, orou. E a Bíblia diz no verso 15 que ele nem havia terminado a oração e Rebeca apareceu para pegar água.
É no meio de nossa vida de oração, é durante o nosso clamor, que Deus vai atrair os nossos olhos a aquele(a) que Ele sonhou para nós.
A oração não apenas nos ajuda a fazer a vontade de Deus, mas também a negar a nossa própria. Ela cega nossos olhos carnais, que querem nos atrair a caminhos de morte, e abre nossos olhos espirituais que nos levam a vida abundante que Ele tem preparado a nós.
A Palavra de Deus é muito clara em Jeremias 17:9 ao dizer que o nosso coração é enganoso, por isso, não espere que seu coração se envolva com alguém para você começar a buscar a Deus, mas comece a buscar a Deus e deixe que Ele encontre para você alguém segundo o coração dEle.
Por que você não tenta, ORAR para ENCONTRAR, e não ENCONTRAR para ORAR?
Fonte: JesusCopy.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Jesus fala à Igreja Católica Romana

Vocês ouviram o que foi dito aos antigos: “Peça à Maria e faça petição aos santos”. Eu, porém, lhes digo que que há somente um mediador entre Deus e os homens (1 Timóteo 2:5). Vocês não têm necessidade de outro intermediário além de mim. Não sabem que já têm um advogado junto ao Pai (1 João 2:1)? Vocês não sabem que eu sou o caminho, a verdade e a vida, e que ninguém vem ao Pai senão por mim (João 14:6)? Então, quando orarem, peçam em meu nome, para que o Pai seja glorificado no Filho (João 14:13).
Vocês ouviram o que foi dito: “Prostre-se diante da hóstia consagrada, e adore aquele que foi sacrificado na missa”. Mas eu lhes digo que quando fui oferecido para sempre em um único sacrifício pelos pecados, assentei-me à direita de Deus, aguardando até que os meus inimigos sejam colocados como estrado dos meus pés. Por meio de um único sacrifício, aperfeiçoei para sempre os que estão sendo santificados (Hebreus 10:12–14). E vocês não ouviram que onde há perdão de pecados, não há mais necessidade de sacrifício pelo pecado (Hebreus 10:18)? Eu realmente quis dizer “está consumado” na cruz (João 19:30).
Vocês ouviram o que foi dito: “Honre o Papa”. Eu, porém, lhes digo que esta é uma compreensão tristemente errônea do papel que meu discípulo Pedro executou e da realidade da sucessão na igreja. A Rocha sobre a qual construí minha igreja (Mateus 16:18) por dois milênios não é somente Pedro, mas o grupo de apóstolos reunidos (Efésios 2:20). Todos os meus apóstolos especialmente designados, não apenas Pedro, são meus porta-vozes autoritativos expressamente comissionados para minha igreja (João 14:26; 15:26-27; 16:13). A autoridade deles não vem de si, mas de mim. Eu sou aquele que tem autoridade (Mateus 7:29), não os seus escribas eclesiásticos. Quando eu ascendi, foram meus apóstolos unidos, não Pedro apenas, que serviram como meus porta-vozes autoritativos terrenos na primeira geração da igreja. Por minha ordem, foram as palavras faladas e escritas pelos apóstolos que serviram como autoridade final da igreja primitiva – e quando os apóstolos se foram, foram seus escritos preservados que levaram minha voz como autoridade final da igreja por estes dois mil anos, não as tradições acumuladas da igreja.
Vocês também ouviram o que foi dito aos antigos: “Os sacerdotes estão proibidos de casar”. Contudo, eu lhes digo, agrada-me que vocês estejam ouvindo 1 Coríntios 7, mas o que dizer sobre as outras coisas que falei por meio dos meus porta-vozes inspirados? Eu disse duas vezes que um presbítero deve ser marido de uma esposa (1 Timóteo 3:2; Tito 1:6) – sem, de alguma forma, excluir o celibatário (como eu e Paulo) do oficialato da igreja, porém, enfaticamente sem também excluir os casados. Por que vocês os excluem do sacerdócio, exceto sob exceção especial? Celibato é um chamado especial, não deve ser forçado com lei eclesiástica. Não fui igualmente claro que é melhor casar-se a viver abrasado (1 Coríntios 7:9)?
Vocês ouviram o que foi dito: “Sua aceitação diante de Deus não se baseia apenas na bondade de outro, mas também na sua”. Contudo, eu lhes digo, não roube de mim a glória total por sua aceitação total diante de Deus. Deixe-me ser honrado como o único que perdoa seus pecados (Marcos 2:10), e o único que providencia a perfeita justiça de que vocês precisam para serem aceitos por Deus (Filipenses 3:9). É verdade que você é envolvido com santidade crescente quando minha justiça é comunicada a vocês depois que foram totalmente aceitos (Romanos 6:12-14). Não queime a largada pensando que vocês poderiam ajuntar santidade suficiente para conquistar sua aceitação junto ao Deus triplamente santo. Não é o piedoso que meu Pai justifica, mas o ímpio (Romanos 4:6). Vocês não sabem quão profundamente pecaminosos são (Romanos 3:23), que é impossível para os que estão na carne agradar a Deus (Romanos 8:8), que nenhum esforço humano poderia justificar-lhes à vista do meu Pai (Romanos 3:20)? Vocês precisam da obra de Outro por vocês – vida e morte perfeitas do único Deus-homem que veio a terra para conquistar por vocês a aceitação junto a Deus que não alcançariam por si mesmos.
Vocês ouviram o que foi dito: “As Escrituras são produto da Igreja. A tradição autorizada une-se às Escrituras como sua autoridade final”. Mas, eu lhes digo, por causa de sua tradição, vocês esvaziaram a palavra de Deus (Mateus 15:6). Em meu casamento com minha noiva na nova aliança, o Noivo fala com a palavra final e autoritativa, não a Noiva. É a minha voz que a ovelha ouve e segue (João 10:3-4, 27), não a voz da igreja.
Foram os singulares e insubtituíveis apóstolos quem eu treinei especialmente por três anos e designei especialmente como meus porta-vozes autoritativos. Os profetas da antiga aliança e os apóstolos da nova aliança falaram por mim e sobre mim (João 5:39, 46; Lucas 24:25-27, 44-45; Efésios 3:5; 2 Pedro 3:1-2). É minha voz em suas palavras registradas que servem como sua autoridade final para doutrina e prática. Quando digo que sua autoridade final é somente a Escritura – sola Scriptura – eu falo dos escritos dos apóstolos e dos profetas (Efésios 2:20). E quando falo dos apóstolos e dos profetas, digo que eu mesmo sou a Palavra (João 1:1), a declaração final de Deus (Hebreus 1:2). Eu sou a autoridade final da Igreja, e a maneira que escolhi mediar esta autoridade a vocês não foi por meio de uma tradição contínua da igreja, mas por meio da palavra apostólica e profética somente.
Ao colocar sua tradição acumulada em pé de igualdade com as Escrituras, vocês esvaziaram minha palavra de seu poder (Mateus 15:6). Vocês foram escravizados a filosofias vãs e enganosas, que se fundamentam nas tradições humanas e nos princípios elementares deste mundo, e não em Cristo (Colossenses 2:8). Colocar as tradições dos homens em igualdade com as palavras de Deus significa perder as palavras de Deus. Não importa o esforço que vocês fazem para considerar a revelação divina igual à tradição humana como sua autoridade final, as palavras do homem inevitavelmente distorcerão e diminuirão as palavras de Deus.

David Mathis | Traduzido por Josaías Jr | iPródigo.com | Original aqui

domingo, 21 de outubro de 2012

Não existe casamento perfeito


Um casal estava celebrando suas bodas de ouro. O jornal local enviou seu repórter para entrevista-los. O marido estava em casa.
“Qual é sua receita para um casamento duradouro e feliz?”
“Bem, eu lhe direi meu jovem”, falou vagarosamente o idoso esposo. “Sara foi a minha primeira e única namorada.
Quando ela pensou que devíamos nos casar, eu temi. Mas, depois do casamento o pai dela me chamou à parte, deu-me um pequeno pacote e me disse: ‘Aqui está tudo que você realmente precisa saber’ e isto era o que estava no pacotinho.” Tirou do bolso um relógio grande de ouro, abriu-o e mostrou ao repórter. Lá dentro, no vidro que ele deveria olhar dezenas de vezes ao dia, estava escrito: “Diga alguma coisa bonita à Sara”! Muito simples, mas deu resultado. (Happiness Walll to Walll, p. 16)
Eis cinco outros conselhos que podem melhorar nossa vida matrimonial e do lar, enfim, tendo-se em vista que não há casamentos perfeitos ou ideais, e nem casamentos modelos. Cada casal é diferente. A única coisa que cada matrimônio precisa fazer é satisfazer a duas pessoas: você e seu cônjuge.

1 – Não compare seu casamento com outros; trate-o como sendo um relacionamento todo singular; todos os casais têm problemas; seu modelo é Jesus.

2 – Analise os objetivos de seu casamento; faça-o periodicamente; estão sendo alcançados? Deve fazê-lo pelo menos uma vez ao ano: que necessita ser melhorado? Quais as áreas de atrito? Quanto tempo passam juntos?

3 – Converse com o outro; não basta estarem juntos; alguém disse que se não houvesse comerciais na TV, ninguém falaria com ninguém! Uma esposa se queixava ao pastor de que em casa não havia tempo para diálogo e que os problemas eram discutidos apuradamente nos intervalos dos programas de TV…

4 – Controlem juntos o dinheiro. Dizem que as maiores preocupações dos casais são: sexo, dinheiro e os sogros. O dinheiro do casal deve ser administrado pelos dois, de acordo com o que planejaram. O dinheiro é uma área de atrito muito sensível.

5 – Procure repetir as palavras bonitas e os agrados do tempo do namoro e noivado. Admire o penteado dela, a gravata dele, a comida, o trabalho… Se há conversão, há amor, atenção e felicidade. A repetição dos elogios mantém o romance. Digam que se amam e façam provas disto com um beijo sincero e amoroso!

Amai-vos de coração… ardentemente!

(Moysés S. Nigri)

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Um bom marido não deve ser …


O maior problema enfrentando nas famílias da atualidade é a falta de compreensão, tanto da parte do marido quanto da esposa, do seu papel no lar e como desempenhá-lo.
Liderança e amor são características indispensáveis para o marido que quer desempenhar bem o seu papel.
Para ser um bom líder o marido não deve ser:
- Marido passivo: raramente toma decisões a respeito da família.
- Marido ditador: alguém que governa autoritariamente, suprimindo liberdades individuais.
- Marido teimoso: nunca admite estar errado.
- Marido insensível: não demonstra percepção nem sabedoria no lar. Não é sensível aos medos, desapontamentos, segredos, alegrias, ou sonhos de sua esposa.
- Marido silencioso: governa seu lar sem comunicação verbal.
- Marido explosivo: traz muita insegurança e medo ao lar porque a família nunca sabe quando ele vai explodir.
- Marido brincalhão demais: não leva nada a sério, nunca desenvolve uma intimidade emocional com sua esposa e filhos.
Seja o tipo de marido que você for, reconheça sua necessidade, pois este é o primeiro passo para aprender a liderar como Cristo também liderou.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Perigos físicos e espirituais da masturbação ou "abuso próprio"


Poucos tópicos têm gerado mais ridicularização por parte dos críticos do que as declarações de Ellen White a respeito do "abuso próprio", "vício solitário", "auto-satisfação", "vício secreto", "poluição moral", etc. Ellen White nunca empregou o termo "masturbação".

A primeira referência que ela fez a este assunto apareceu num livreto de 64 páginas intitulado An Appeal to Mothers , em abril de 1864, nove meses depois de sua primeira visão abrangente sobre saúde. Dedicadas em grande parte à masturbação, as páginas 5 a 34 foram de sua própria pena; o restante consistiu de citações de autoridades médicas. [1]

Ellen White não disse que todas as conseqüências potencialmente sérias da masturbação, nem mesmo que a maior parte delas, aconteceriam a cada indivíduo que tivesse este hábito. Nem disse que o maior grau possível de uma grave conseqüência aconteceria à maioria daqueles que o praticavam.

Pesquisas modernas indicam que as veementes declarações de Ellen White podem ser confirmadas quando o que ela disse é devidamente compreendido. O ponto de vista geral hoje em dia, contudo, é que a masturbação é normal e saudável.

Dois médicos especialistas sugeriram uma ligação entre a masturbação e anormalidades físicas devido à deficiência de zinco. O Dr. David Horrobin, M.D. e Ph.D. pela Universidade de Oxford, declarou:

"A quantidade de zinco no sêmen é tanta que é possível uma ejaculação eliminar todo o zinco que pode ser absorvido pelos intestinos em um dia. Isto tem diversas conseqüências. A menos que a quantidade perdida seja substituída com uma dieta reforçada, as repetidas ejaculações podem levar a uma deficiência real de zinco e vários problemas podem ocorrer, incluisive a impotência".

"É até possível, dada a importância do zinco para o cérebro, que os moralistas do século dezenove estivessem corretos quando diziam que a masturbação repetidal poderia deixar alguém louco!" [2]

Uma pesquisa mais recente confirmou o papel fundamental do zinco como principal protetor do sistema imunológico, com inúmeras doenças físicas atribuídas à sua deficiência.

Dois profissionais na área de psicologia clínica e terapia familiar compararam as declarações de Ellen White sobre masturbação com o conhecimento médico atual. [3] O Dr. Richard Nies defendeu o conselho geral de Ellen White sobre masturbação, realçando quatro pontos principais:

01. A masturbação leva a "deterioração mental, moral e física. ... Não é a estimulação em si que é errada. É o que acontece com ... [as pessoas] quando elas se concentram em si mesmas e se tornam egocêntricas." 

02. A masturbação "avaria as mais finas sensibilidades de nosso sistema nervoso. ... Não é difícil ver, em termos da mediação elétrica de nosso sistema nervoso, como a doença se torna um resultado natural para indivíduos que colocaram a satisfação própria no centro de seu ser. ... A doença é o resultado natural disto."

03. A masturbação é uma predisposição que pode ser "herdada, passada e transmitida de uma geração a outra, podendo levar mesmo à degeneração da raça".

04. Ao tratar com outros, especialmente com crianças, o conselho de Ellen White vai na direção de lidar com as conseqüências, de mostrar-lhes que devemos estar preparados para o amor e para a eternidade, e não para a gratificação própria com suas terríveis conseqüências. O Dr. Nies concluiu seu ensaio afirmando que "satisfação própria é sinônimo de destruição."

Alberta Mazat observou que a preocupação de Ellen White a respeito de masturbação se concentrava mais nas conseqüências mentais do que no "ato puramente físico. Ela estava mais preocupada com processos de pensamento, atitudes, fantasias etc." Mazat citou as referências de Ellen White para o fato de que "os efeitos não são os mesmos em todas as mentes", que "pensamentos impuros tomam e controlam a imaginação", e que a mente "adquire prazer em contemplar cenas que despertam paixões baixas".

Mazat observou também que alguns talvez fiquem embaraçados com as declarações chocantes de Ellen White a respeito de masturbação. Contudo, muitas outras declarações da Sra. White também pareciam "irrealistas e exageradas antes de a ciência confirmá-las, como por exemplo o câncer ser causado por vírus, os perigos do fumo, do comer em excesso, do consumo exagerado de gordura, açúcar e sal, para citar somente algumas. ... Parece que vale a pena lembrarmos que o conhecimento médico em qualquer assunto não é perfeito." [4]

Visto sob outra perspectiva, Deus sempre confirma o ideal para o Seu povo através de Seus mensageiros. Não importa como alguém reaja ao conselho específico de Ellen White, claramente a masturbação não era o que Deus tinha em mente quando Ele criou o homem e a mulher, uniu-os em casamento, e então instruiu-os para serem frutíferos e multiplicarem-se. O ideal de Deus no que diz respeito à sexualidade é o relacionamento de amor dentro do casamento entre marido e mulher. Qualquer outra coisa, incluindo a masturbação, fica aquém do ideal de Deus.

Fonte:Bíblia e a Ciência

As bem-aventuranças do casamento



Bem-aventurado o casal que continua a demonstrar carinho e consideração um com o outro depois que a empolgação dos primeiros anos passou.
Bem-aventurado o casal que é educado e cortês um com o outro como eles são com seus amigos.
Bem-aventurados são aqueles que têm senso de humor, pois este atributo é um grande “amortecedor de choques”.
Bem-aventurados são aqueles que amam seus companheiros mais do que qualquer outra pessoa no mundo e que cumprem com alegria seus votos de casamento com uma vida inteira de fidelidade e respeito mútuos.
Bem-aventurados são aqueles que alcançam a paternidade, pois os filhos são herança do Senhor.
Bem-aventurados os que se lembram de agradecer a Deus por sua comida antes de tomá-la, e que separam tempo para a leitura da Bíblia e oração diariamente.
Bem-aventurados os cônjuges que nunca levantam a voz para o outro e que fazem de seu lar um lugar onde palavras desencorajadoras são pouco ouvidas.
Bem-aventurado o casal que fielmente vai a igreja e que trabalha junto para a expansão do reino de Deus.
Bem-aventurado o marido e a esposa que sabem lidar com suas diferenças e se ajustam sem a interferência dos parentes.
Bem-aventurado é o casal que tem um completo entendimento das finanças e que conseguiu uma parceria perfeita onde todo o dinheiro está sob o controle dos dois.
Bem-aventurados são o esposo e a esposa que humildemente dedicam suas vidas e seu lar a Deus e que praticam seus ensinamentos sendo leais, amorosos e não egoístas.