sábado, 3 de março de 2012

Ali Não Haverá Noite



Suas portas jamais se fecharão de dia, pois ali não haverá noite. Apocalipse 21:25

Você consegue imaginar como deve ser morar em um lugar em que nunca fica escuro?

As pessoas que habitam as regiões do extremo norte têm uma ideia de como seria viver assim. Quanto mais ao norte do planeta estivermos, notaremos que o Sol demora mais a se pôr durante o verão, até chegarmos ao Círculo Ártico. Ao norte do Círculo Ártico passam-se vários dias sem que o Sol se ponha.

Passei alguns dias no Alasca durante o mês de junho, e vivi uma experiência totalmente nova. Apesar de ter ficado em Palmer, cerca de 50 quilômetros ao norte de Anchorage e bem abaixo do Círculo Ártico, o pôr do sol ocorreu apenas às 23h45. Mesmo depois de o Sol ter desaparecido, ainda ficou claro. Às 4h30 da manhã seguinte, o Sol nasceu, e eu acordei. As pessoas já estavam saindo para trabalhar. O caminhão de lixo estava passando, os jornais já tinham sido entregues.

Pelo fato de não escurecer, dormir é um problema. Mesmo com as cortinas fechadas, o quarto fica claro; e assim que o raio de Sol encontra uma brecha, penetra seus olhos.

Com luz contínua, a terra produz em abundância extraordinária. Vi a peônia mais bela que já encontrei – de vermelho intenso, com múltiplas camadas e 23 centímetros de largura. Disseram-me que os repolhos chegam a pesar 45 quilos (isso é muita salada!), as cenouras chegam a 13,5 quilos cada uma, e são muito suculentas por causa do crescimento acelerado.

Ali não há noite! Mas apenas por um tempo. Após a glória do verão, os dias começam a encurtar, e a noite vem a passos largos. Na metade do inverno em Anchorage, o Sol exibe-se apenas por algumas horas. Ao norte do Círculo Ártico, mal aparece.

Com a noite vem a maldição das trevas: alcoolismo, divórcio, suicídio. Em nível puramente natural, somos criaturas da luz. Trevas infindas nos encobrem.

No novo céu e na nova Terra, o povo de Deus passará a ter uma existência que não podemos compreender nesta vida. Ali, andaremos na luz do Cordeiro, que veio para o nosso planeta, armou Sua tenda entre nós por um período, revelou a glória do Pai e morreu no Calvário para nos oferecer a vida eterna. Ali não haverá noite.

Belas diferenças



Temos diferentes dons, de acordo com a graça que nos foi dada. Romanos 12:6, NVI

Tenho observado que as diferenças não são um desafio com o qual conviver, mas um privilégio concedido por Deus. As variações estão presentes não só entre os seres humanos, mas também na cor, forma e brilho da natureza. O reino animal não fica muito atrás. Exemplos de diferenças incluem as elegantes girafas, os delicados gatos, os cães amigos, a lenta preguiça, as ocupadas formigas, coloridas borboletas, aves que cantam e os leões, com seu penteado exuberante. Essas diferenças nos ensinam o grande amor de Deus.

Em meio a tantas ideias, personalidades e criatividade, Ele protege e ama toda a criação, cuidando dela.

Não seria interessante passar horas me arrumando para sair e descobrir outras exatamente como eu; tampouco seria divertido falar com alguém cujos pensamentos fossem exatamente iguais aos meus. Eu me sentiria um robô se fosse escolher roupas e encontrasse sempre a mesma coisa – nenhuma diferença em estilo, cor, estampa ou tipos de tecido. Fazer compras não seria nada divertido. Imagine todos os bebês iguaizinhos. E a estatística dos divórcios cresceria ainda mais. Os cônjuges não precisariam trocar ideias, já que o companheiro pensaria de modo semelhante. As coisas seriam complicadas!

Todavia, nossos diferentes dons são nossos maiores desafios. Para alguns de nós, parecem complicados; para outros, são fáceis. As crianças, também, sentem o peso de ser diferentes, quer seja por causa da idade, cor da pele, inteligência ou amigos. Essas características nos seguem ao longo da vida e devem ser melhoradas e multiplicadas. Fico feliz por ser diferente e por aprender com as diferenças dos que me rodeiam. Amar e respeitar os outros transforma as diferenças, de fardos para algo com que se possa conviver de modo leve e fácil. Isso também nos ajuda a amadurecer e crescer.

Lembre-se de que Deus é o Criador de tudo e usa Sua santa criatividade para transformar o mundo, enchendo-o com belas diferenças. Como presente, Ele nos oferece o Sol que brilha para todos e a chuva que umedece a terra. Estes nos dão os diversos nutrientes de cada estação. Temos a oportunidade de viver vencendo os obstáculos. Se achamos que ser diferente é um obstáculo, devemos fazer a mudança dentro de nós, para dessa maneira sermos felizes. Como diz nosso texto, todos temos diferentes dons.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Dez passos para evitar o câncer



O Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) elaborou algumas dicas, simples de serem incorporadas no dia-a-dia, que podem auxiliar a prevenir o câncer. A doença é a segunda maior causa de morte entre a população.
Confira abaixo os 10 principais passos para prevenir o câncer.
1. Não fume. Mesmo uma pequena quantidade de tabaco pode fazer um grande estrago.
2. Não abuse de bebidas alcoólicas, principalmente se estiver violando a regra número um.
3. Mantenha hábitos de sexo seguro. Use camisinha. O contato com alguns vírus transmitidos por via sexual, como o papiloma vírus humano e o HIV podem desencadear no surgimento de alguns tipos de câncer.
4. O sexo seguro é caminho, ainda, para evitar os vírus da hepatite B (para a qual há vacina) e da hepatite C, ambos com potencial para levar ao câncer de fígado.
5. Evite o consumo excessivo de açúcares, de gorduras, de carne vermelha, de porco e das processadas. Invista em uma dieta saudável, rica em verduras, legumes e frutas.
6. Na mesma linha da dieta saudável, vale reforçar a importância de evitar o consumo de alimentos com muito sódio e conservantes, como é o caso dos enlatados, embutidos e fast foods em geral.
7. Cuidado com o sol. Use filtro solar diariamente e evite a exposição entre 10h e 16h. Na praia ou na piscina, lance mão, também, de barreiras físicas, como chapéu, camiseta e guarda-sol.
8. Pratique atividades físicas todos os dias. Recomendação de que o exercício tenha duração mínima de 30 minutos.
9. Mantenha-se atento à sua saúde. Procure assistência especializada caso note qualquer anormalidade em seu corpo.
10. Faça um check-up anual e realize todos os exames de diagnóstico precoce (screening) indicados pelo seu médico. Esta também é uma atitude fundamental.
Fonte: Instituto do Câncer do Estado de São Paulo

O Sábado de pôr-do-sol a pôr-do-sol


Com amor e fundamentados no “Assim diz o Senhor”, devemos ensinar constantemente a nossa igreja os princípios corretos que devem nortear a observância do sábado no contexto da adoração, graça e salvação. A seguir, vamos lembrar quatro desses princípios:

O preparo semanal
Há fatores determinantes no preparo semanal:

1. Manter espírito de adoração sabática. O espírito de reverência e companheirismo que mantemos com Ele durante as horas sagradas é esperado que nos acompanhe durante a semana em todos os segmentos da vida. O adorador do Criador e observador do sábado demonstra em seus contatos diários que é amoroso, honesto, respeitoso e agregador.

2. Conservar a mesma comunhão. A guarda do sábado é um símbolo do tipo de comunhão que precisamos ter com Deus durante a semana. A forma de nos relacionarmos com Ele, o amor que demonstramos à igreja e ao próximo durante o sábado devem se estender durante a semana.

3. Comunhão diária na primeira hora da manhã. A retroalimentação diária da vida espiritual por meio da renovação da graça e da misericórdia, através da oração e do estudo habitual da Bíblia, se constitui na base do preparo adequado para o sábado.

Sexta-feira, dia da preparação
Sexta-feira é o dia em que se conclui a preparação final para o sábado (Mc 15:42; Lc 23:50-56). Como já vimos, os preparativos maiores devem começar no primeiro dia da semana. Quando tudo estiver em ordem para a recepção do santo sábado resultará o sentimento de descanso e felicidade. O contrário, fará do sábado um dia de tensão e tristeza e, certamente, em algum aspecto se comprometerá a qualidade de sua observância. A seguir, consideremos algumas orientações proféticas com respeito ao dia da preparação:

1. Preparo nos deveres domésticos: “Na sexta-feira deverá ficar terminada a preparação para o sábado. Tendo o cuidado de pôr toda a roupa em ordem e deixar cozido o que houver para cozer. Escovai os sapatos e tomai vosso banho [...] Antes do pôr do sol, ponde de parte todo trabalho secular, e fazei desaparecer os jornais profanos” (Ellen G. White, Testemunhos Seletos, v. 3, p. 22).

2. Preparo nos relacionamentos e negócios: “Afaste-se da alma toda amargura, ira ou ressentimento [...] Antes de começar o sábado, tanto a mente como o físico devem desembaraçar-se de todos os negócios seculares” (Ibid.).

3. Preparo para uma recepção em adoração e louvor: “Antes do pôr do sol, todos os membros da família devem reunir-se para estudar a Palavra de Deus, cantar e orar” (Ibid., p. 23). Quando o sábado é recebido com reverência e respeito, certamente será observado com esse mesmo espírito.

Sábado pela manhã
Mais uma vez, voltamos a ressaltar: muitas coisas que ocorrem na sexta-feira acabam influenciando na qualidade da observância do sábado. Quando recebemos o santo dia no devido espírito de adoração e reverência isso se refletirá durante as horas sagradas.

Um dos momentos mais tensos e complicados para muitas famílias é quando saem para a igreja. A maioria chega atrasada à Escola Sabatina. Muitos tentam encontrar as mais diferentes explicações. Realmente, para muitas pessoas isso é um verdadeiro desafio. O certo é que cada um deve buscar uma saída para esse dilema. A grande pergunta é: o que fazer? Onde está a causa do problema? Bem, vamos escutar a orientação profética:

“Vocês não devem perder as preciosas horas do sábado, levantando-se tarde. No sábado a família deve levantar- se cedo [...] Disso (levantar-se tarde) resulta pressa, impaciência e precipitação [...] Assim profanado, o sábado se torna um fardo, e sua aproximação será … antes motivo de desagrado do que de regozijo” (Ibid., p. 23).

Cremos que, para muitos, essa é uma questão de oração. Para outros, é mais fácil. Basta ser mais cuidadoso com as claras orientações da Bíblia e do Espírito Profecia. O certo é que, quando chegamos à igreja a tempo, isso se constitui num dos elementos favoráveis para uma adequada adoração.

Sábado à tarde
“A Escola Sabatina e o culto de pregação ocupam apenas uma parte do sábado, o tempo restante poderá ser passado em casa e ser o mais precioso e sagrado que o sábado proporciona. Boa parte desse tempo os pais deverão passar com os filhos” (ibid., p. 24).

Será que não estamos marcando muitas reuniões e compromissos para a tarde de sábado e comprometendo o tempo que, em grande parte, deveria ser da família? Gostaríamos que cada líder considerasse a seguir, em espírito de oração e adoração, as seguintes orientações quanto à observância do sábado no contexto da família.

Oportunidade para desfrutar e falar de Deus por meio da natureza: “Numa parte do dia (de sábado) todos devem ter oportunidade de ficar ao ar livre” (Ellen G. White, Testemunhos Seletos, v. 1, p. 280).

“Quando faz bom tempo, os pais deverão sair com os filhos a passeio pelos campos e matas. Em meio às belas coisas da natureza, expliquem-lhes a razão da instituição do sábado” (Ellen G. White, Testemunhos Seletos, v. 3, p. 24).

Oportunidade para falar aos filhos da Bíblia e do plano da salvação: “Falem aos filhos sobre o plano da salvação, [...] repitam-lhes a doce história de Belém. Apresentem-lhes como Jesus foi filho obediente aos pais, como foi jovem fiel e diligente, ajudando a prover o sustento da família [...] Perguntem-lhes acerca do que aprenderam na Escola Sabatina, e estudem com eles a lição do sábado seguinte” (Ibid., p. 25).

Nosso primeiro compromisso, como observadores do sábado, deveria ser salvar a própria família. Depois de colocar em prática esse mandamento, teremos muito mais poder para testemunhar e fazer aquilo que Jesus fez no sábado: ensinar, curar, pregar e fazer o bem. O culto JA também deve estar na agenda da família. É outro módulo de adoração semanal e é importante para manter nossos filhos na igreja.

Despedida do santo sábado
“Ao pôr do sol, elevem a voz em oração e cânticos de louvor a Deus, celebrando o findar do sábado e pedindo a assistência do Senhor para os cuidados da nova semana” (Ibid.).

Aquele que criou o sábado disse: “O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado” (Mc 2:27). Como seguidores de Cristo devemos imitar a forma como Ele observou esse dia e veremos em nossa vida o mesmo poder que, como humano, O fez vencedor aqui. A fidelidade por gratidão e adoração a esse mandamento não somente nos renova nas horas sagradas, mas também nos projeta como vencedores para a nova semana.

Miguel Pinheiro Costa
Diretor do Ministério de Mordomia Cristã da Divisão Sul-Americana
Fonte:A Bíblia e a Ciência

Como surgiu o dogma católico da veneração de Maria?


O Novo Testamento deixa claro que Jesus foi gerado pelo Espírito Santo no ventre de Maria quando ela ainda era virgem (Mt 1:18-25; Lc 1:26-56; 2:1-7). Mas a igreja apostólica jamais atribuiu a Maria qualquer função especial junto à comunidade dos crentes. No entanto, várias teorias especulativas a respeito de Maria começaram a se infiltrar no cristianismo pós-apostólico. Justino Mártir, Irineu e Tertuliano sugeriam que, como Eva havia sido a fonte do pecado e da morte, Maria trouxe a bênção da redenção ao mundo. Não demorou muito para que se consolidasse também a noção da perpétua virgindade de Maria.


No Concílio de Éfeso (431), Maria foi declarada “mãe de Deus” (grego Theotokos), o que ajudou a estimular a crescente veneração da Virgem Maria através de cultos e orações a ela dedicados. Mas foi, sem dúvida, a oração da “Ave Maria”, originária do século 11, que mais contribuiu para popularizar essa veneração. Philip Schaff declara que durante a Idade Média “a veneração de Maria degenerou-se gradualmente na adoração de Maria”, a ponto de suplantar a própria “adoração de Cristo”.


A teoria da imortalidade natural da alma proveu o embasamento necessário para abrigar o dogma católico da assunção de Maria. Na Idade Média difundiu-se a crença de que a alma de Maria teria sido levada para o Paraíso logo após a sua morte; mas, quando o seu corpo estava para ser sepultado, Jesus o buscou a fim de ser reunido com a alma dela. Como se isso não bastasse, Maria passou a ser considerada como exercendo a função de mediadora humana junto ao trono de Cristo, através da qual os seres humanos poderiam ter acesso à majestade divina e obter graça especial. Em 1854, o papa Pio IX decretou o dogma da Imaculada Conceição de Maria, sugerindo que ela “foi preservada imune de toda mancha do pecado original”.


A veneração de Maria continua ocupando um lugar central na teologia católica romana. O novo Catecismo da Igreja Católica (publicado em 1992) corrobora a crença: “Cremos que a Santíssima Mãe de Deus, nova Eva, Mãe da Igreja, continua no Céu sua função materna em relação aos membros de Cristo.” E mais: “Esta maternidade de Maria na economia da graça perdura ininterruptamente… Assunta aos céus, não abandonou este múnus salvífico, mas, por sua múltipla intercessão, continua a alcançar-nos os dons da salvação eterna.”


A revista Newsweek de 25 de agosto de 1997 revelou que “um crescente movimento na Igreja Católica Romana” estava sugerindo que o papa aprovasse um novo dogma reconhecendo Maria como co-redentora com Cristo. Naquela ocasião, o papa já havia recebido em apoio a essa proposta “4.340.429 assinaturas de 157 países”, entre as quais constavam as assinaturas de “aproximadamente 500 bispos e 42 cardeais”.


Por mais significativa que a veneração da Virgem Maria tenha se tornado para a Igreja Católica Romana, ela não possui qualquer base bíblica. Jesus mesmo advertiu contra tal postura em Lucas 11:27 e 28: “Ora, aconteceu que, ao dizer Jesus estas palavras, uma mulher, que estava entre a multidão, exclamou e disse-lhe: Bem-aventurada aquela que te concebeu, e os seios que te amamentaram! Ele, porém, respondeu: Antes, bem-aventurados são os que ouvem a palavra de Deus e a guardam!” Em Lucas 8:21, Cristo acrescenta: “Minha mãe e meus irmãos são aqueles que ouvem a palavra de Deus e a praticam.”


A teoria da mediação de Maria diante de Cristo a favor dos seres humanos é contrária ao ensino de Cristo de orarmos diretamente ao Pai em Seu nome. Jesus mesmo afirmou: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por Mim” (Jo 14:6). “E tudo quanto pedirdes em Meu nome, isso farei, a fim de que o Pai seja glorificado no Filho” (Jo 14:13). E o apóstolo Pedro acrescentou: “E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos” (At 4:12).


O próprio dogma da assunção de Maria ao paraíso cai por terra se levarmos em consideração o ensino bíblico de que os mortos permanecem em estado de completa inconsciência na sepultura (ver Sl 115:17; 146:4; Ec 3:19, 20; 9:5, 6 e 10), aguardando o dia da ressurreição final (ver Jo 5:28 e 29; I Co 15:51-54; I Ts 4:13-18). Se os justos fossem levados ao céu por ocasião da morte, o apóstolo Pedro jamais poderia ter afirmado no Pentecostes que Davi, um dos heróis da fé, ainda não havia subido “aos Céus” (At 2:29 e 34).


Cremos, por conseguinte, que Maria foi uma pessoa piedosa e temente a Deus; mas, como Davi, ela ainda não se encontra no céu e, como qualquer outra criatura, ela jamais deveria ser venerada (ver Ap 22:8 e 9).


Texto de autoria do Dr. Alberto Timm, publicado na Revista Sinais dos Tempos, setembro/outubro de 2003, p. 30. Via Sétimo Dia

quinta-feira, 1 de março de 2012

A influência dos livros de vampiros e bruxos


Quer virar um vampiro? Uma boa maneira de começar, aparentemente, é lendo bastante sobre eles. Ah, se preferir se tornar um bruxo, a dica também vale. Nós nos identificamos tanto com os personagens dos livros que lemos (e curtimos!) que acabamos adotando, semperceber, algumas características do comportamento deles. Isso já foi comprovado por vários estudos, e é considerado normal. A novidade maluca aqui é que o efeito é verdadeiro mesmo quando os tais personagens são seres que não existem.
Pesquisadores da Universidade de Buffalo (EUA) colocaram 140 voluntários para ler, por 30 minutos, trechos de um livro da série Crepúsculo ou da série Harry Potter. Depois, todos tiveram que responder a questionários que incluíam, no meio de perguntas normais (para ninguém desconfiar), questões mais direcionadas – para os que leram sobre vampiros, “quanto tempo você conseguiria ficar sem dormir?” e “o quão afiados são os seus dentes?”, por exemplo; para os que ficaram com os bruxinhos, coisas como “você acha que, se tentasse bastante, poderia ser capaz de mover um objeto usando apenas o poder da mente?”.
“A análise mostrou que os participantes que leram sobre bruxos começaram a pensar como bruxos, enquanto os que leram sobre vampiros começaram a pensar como vampiros”, diz o estudo. Ou seja, os dois grupos ficaram mais propensos a acreditar que tinham ou poderiam desenvolver capacidades sobrenaturais após lerem as histórias. Na prática, isso não significa muita coisa – a mudança, normalmente, é inconsciente, e o efeito do livro tende a se dissipar em pouco tempo, conforme a gente se foca em outra história. Mas não é muito louco?
Vale tomar cuidado para não sair mordendo ninguém por aí, tentando voar etc.

Nota: O cuidado, por parte dos cristãos preocupados com a formação do caráter e dos padrões de pensamento, tem que ser muito maior. O tipo de leitura (inclua aí filmes, músicas, sites, etc.) que consumimos vai determinar a influência modeladora sobre nossos pensamentos e ações. Jesus mesmo disse que “o homem bom, do bom tesouro do seu coração [mente] tira o bem, e o homem mau, do mau tesouro do seu coração [mente] tira o mal” (Lucas 6:45). Que tipo de influência você quer dominando sua mente? Com quem você quer se identificar? Faça a sua escolha.[MB]

Fonte:O Criacionismo

Não temas


Deus não nos tem dado espírito de covardia, mas de poder, de amor e de moderação. 2 Timóteo 1:7

Eu estava envolvida com aquilo que considerava ser uma tarefa particularmente difícil, e me sentia indiscutivelmente desanimada – por isso, fui adiando. O tempo passou e parecia que eu não avançava. Graças à tecnologia moderna, minha mãe e eu tínhamos videoconversas on-line quase todos os dias, mesmo separadas por milhares de quilômetros, ela no Texas e eu em Santa Lúcia. A princípio, quando minha mãe perguntava pelo trabalho, eu dizia: “As coisas estão indo”, e rapidamente mudava de assunto.

Minha mãe, porém, gosta de pormenores, e continuou insistindo. Suas perguntas prosseguiram por algum tempo, até que, certos dias, eu nem mesmo queria conversar com ela, porque uma das primeiras coisas que ela perguntava era: “Brenda, como está indo o seu trabalho?”

Minha resposta era um rápido “Andando” ou “Vai aos poucos”.

Um dia, aquilo foi demais para mim e, finalmente, desabafei. Disse-lhe quão difícil era o trabalho, que o prazo de entrega se aproximava rapidamente e que eu parecia não estar fazendo progresso. Ela saiu do módulo “amiga” e passou imediatamente para o módulo “mãe cristã”. Incentivou-me a pedir sabedoria e exercer fé em Deus, crendo que Ele me atenderia. Informou-me que estaria orando por mim a esse respeito.

Embora eu aceitasse seu conselho, ainda me sentia desanimada com meu lento avanço – havia momentos em que simplesmente queria desistir. Meu esposo também me animava, mas um dia eu estava aflita, sentada à escrivaninha, meditando antes de começar a tarefa. Abri a Bíblia e encontrei João 20:19: “Veio Jesus, pôs-Se no meio e disse-lhes: Paz seja convosco!” Nesse momento, senti essa paz e entendi que tudo ficaria bem. Com renovada energia, comecei a trabalhar na tarefa e prossegui até concluí-la. Entendi que Deus havia tirado meu espírito de temor e me dado um espírito de paz e confiança.

Talvez não seja uma tarefa escrita que você precise completar, mas alguma outra coisa que a esteja paralisando com o receio do fracasso. Deus nos deu a certeza de Sua paz. Como Suas filhas amadas, devemos espontaneamente aceitá-la.

Brenda D. Hardy Ottley