sábado, 21 de janeiro de 2012
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Como superar a dor e a saudade ocasionadas pela morte
Perder um familiar ou amigo muito próximo não é uma situação muito fácil de ser administrada. Porém, é preciso encarar decididamente o drama. Selecionei dez dicas, escritas pela Dra. Heloísa Helena Guedes, que podem ser úteis para você que está vivendo um momento de luto ou para alguma pessoa de seu relacionamento:
1 – Procure avaliar os sentimentos de acordo com sua dor. Conscientize-se de que a dor traz sentimentos confusos e desconcertantes. Lembre-se que nesse processo doloroso as coisas que ocorrem permitem com que mais cedo ou mais tarde você possa desligar-se da pessoa que se foi e passar a se lembrar dela com saudade e serenidade olhando a vida de frente e seguindo adiante.
2 – Em datas especiais como Natal, Ano Novo, Dia dos Pais, Dia das Mães, aniversário, etc., você deve procurar conscientizar-se da ausência da pessoa querida procurando lembrar-se dela com alegria, pensando nos bons momentos que passou ao seu lado e nunca lembrar com choro e tristeza. Recorde sempre os momentos felizes e encha sua alma de gratidão a Deus por ter lhe permitido o convívio com alguém que foi muito especial e continua sendo em seu coração.
3 – Os sintomas físicos tais como: exaustão, palpitação, fraqueza, perda de apetite, insônia, pesadelos, úlceras, etc., são normais e você deve enfrentá-los procurando reagir favoravelmente. A ajuda do médico pode ser oportuna, mas lembre-se que com o passar do tempo esses sintomas desaparecerão. Dê tempo ao tempo e tudo se normalizará.
4 – Entre as emoções mais comuns está a sensação de perda, de vazio e de solidão que traz angústia e pode levar até ao desespero. Não esqueça de canalizar todas as emoções e sentimentos que o envolvem procurando encher a mente com pensamentos otimistas, com boas recordações e com leituras agradáveis, de preferência, de fundo espiritual. Tire tempo para você mesmo e verá que a recuperação será boa e logo você estará reintegrado à vida.
5 – Se sentir vontade de chorar, tenha em mente que isso é saudável, pois, assim, a dor sufocada é colocada para fora trazendo-lhe o alívio das tensões que seriam muito mais prejudiciais se ficassem reprimidas.
6 – Procure falar e conversar com os outros. A presença dos amigos durante o processo doloroso da perda é muito importante. Você pode estar se sentindo como que abandonado ou alienado, o que é natural nessas ocasiões. Fale, expresse suas dores e angústias em palavras. Quanto mais você falar, melhor se sentirá pois estará dividindo com os outros o pesado fardo de sua dor.
7 – Deixe as decisões mais importantes para depois. Quando o período crítico passar e você estiver com sua vida normalizada, poderá ter condições de tomar decisões sábias. Não é prudente que você tome decisões importantes enquanto está vivendo as primeiras emoções e sentimentos da dor da separação. Tenha cautela e muita prudência.
8 – Diga adeus a um relacionamento que existiu e nunca mais existirá aceitando a realidade atual e procurando ajustar-se a ela, e assim terá maior possibilidade de seguir adiante e reorganizar sua vida. Lembre-se que não se trata somente de aceitar a realidade da morte, é importante que você procure desligar-se emocionalmente da pessoa que se foi para que tenha condições de continuar a vida e possa guardar apenas as boas recordações do que passou.
9 – A dor é real, e não é uma experiência simples nem fácil, por isso algumas pessoas precisam de mais ajuda do que outras. Se você sentir que é necessário, busque a ajuda de um profissional qualificado. A dor pode arruinar completamente a vida se você não tiver a ajuda e o apoio adequado para as suas necessidades. A cura de problemas emocionais pode chegar através de alguém que tenha preparo e possa oferecer toda a ajuda que você precisa na ocasião ou fase que está vivendo.
10 – Lembre-se que você tem ao seu lado o Médico dos médicos que está disposto a ajudar nos momentos difíceis. Faça uso do recurso da oração e deixe-se em Suas mãos. Nas adversidades, não ceda à tentação de abandonar a fé em Deus. Se você permanecer firme será recompensado com as bênçãos que virão depois do sofrimento. Deus é amor e não tem prazer na dor.
Fonte:Amilton Menezes
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Preciso freqüentar a igreja para me tornar cristão?
A idéia de reunir um grupo de crentes num corpo organizado não é humana, mas divina. Sobre Si mesmo – afirmou Cristo – Sua Igreja seria edificada (veja Mateus 16:8). E o apóstolo Pedro convida: “Chegando-vos para Ele, a perda que vive, rejeitada, sim, pelos homens, mas para com Deus eleita e preciosa, também vos mesmos, como pedras que vivem, sois edificados casa espiritual.” (I Pedro 2:4 e 5).
Cristo confiou à Igreja “as chaves do reino” (Mateus 16:19). Estas chaves podem abrir ou fechar o Céu à humanidade. Que são elas? Jesus deu a entender, certa feita, quando falava sobre a liderança judaica: “Ai de vós… porque tomaste a chave da ciência” (Lucas 11:52).
Onde, portanto, se pode encontrar a chave do conhecimento da salvação que abrirá as portas do Céu? Tal conhecimento, obviamente, somente pode ser encontrado na Palavra de Deus, “as sagradas letras que podem tornar-te sábio para a salvação, pela fé em Cristo Jesus” (II Timóteo 3:15).
O ato de adoração, o estudo das Escrituras e o hábito de comungar junto com aqueles que amam a Deus, unindo as habilidades e talentos para a divulgação das boas novas de salvação – tudo isso ajuda o cristão individual a desenvolver uma forte e radiante experiência cristã.
E fica aqui um conselho importantíssimo: “Guardemos firme a confissão da esperança, sem vacilar… Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas outras. Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações, e tanto mais quanto vendes que o dia se aproxima.” (Hebreus 10:23-25).
Fonte: Evidências Proféticas
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Há mais planetas que estrelas na Via Láctea
Planetas são a regra, não a exceção
Uma equipe internacional de astrônomos utilizou a técnica de microlente gravitacional para determinar quão comuns são os planetas na Via Láctea.
Após uma busca que durou seis anos, com a observação de milhões de estrelas, a equipe concluiu que os planetas em torno de estrelas são a regra e não a exceção.
Durante os últimos 16 anos, os astrônomos detectaram mais de 700 exoplanetas confirmados - o telescópio espacial Kepler já possui milhares de "candidatos a exoplanetas", que ainda precisam ser confirmados.
Alguns desses planetas extrassolares já começam a ser estudados em profundidade: em 2010, os astrônomos conseguiram pela primeira vez captar a luz direta de um exoplaneta e analisar a atmosfera de uma super-Terra.
Embora o estudo das propriedades dos exoplanetas individuais seja extremamente importante, uma questão básica ainda permanecia: quão comuns são os planetas na Via Láctea?
Microlentes gravitacionais
A maioria dos exoplanetas conhecidos foram encontrados ou pelo efeito gravitacional que exercem sobre a sua estrela hospedeira ou quando de sua passagem em frente do seu sol, o que diminuindo ligeiramente o brilho da estrela.
Ambas as técnicas são muito mais sensíveis a planetas que ou são de grande massa ou se encontram próximo das suas estrelas. Por consequência, muitos planetas não podem ser encontrados por estes métodos de detecção.
Uma equipe internacional de astrônomos procurou exoplanetas utilizando um método totalmente diferente - as microlentes gravitacionais - que permite detectar planetas num grande intervalo de massas e também os que se encontram muito mais afastados das suas estrelas.
"Durante seis anos procuramos evidências de exoplanetas a partir de observações de microlentes. Curiosamente, os dados mostram que os planetas são mais comuns na nossa Galáxia do que as estrelas. Descobrimos também que os planetas mais leves, tais como super-Terras ou Netunos frios, são mais comuns do que os planetas mais pesados," afirma Arnaud Cassan, do Instituto de Astrofísica de Paris.
Os astrônomos utilizaram observações nas quais os exoplanetas são detectados pelo modo como o campo gravitacional das suas estrelas hospedeiras, combinado com o de possíveis planetas, atua como uma lente, ampliando a luz de uma estrela ao fundo.
Se a estrela que atua como uma lente tem um planeta em órbita, esse planeta pode contribuir de forma detectável para o efeito de brilho provocado na estrela de fundo.
A maior parte das observações desta pesquisa utilizou um telescópio dinamarquês instalado no observatório La Silla, no Chile, coordenado pelo Observatório Europeu do Sul. [Imagem: ESO/Z. Bardon]
Exoplanetas encontrados
As microlentes gravitacionais são uma ferramenta com potencial de conseguirem detectar exoplanetas que não poderiam ser descobertos de outro modo. No entanto, é necessário o alinhamento, bastante raro, entre a estrela de fundo e a estrela que atua como lente para que possamos observar este evento.
E, para descobrir um planeta, é preciso ainda que a órbita do planeta se encontre igualmente alinhada com a das estrelas, o que é ainda mais raro.
Embora encontrar um planeta por meio de microlente esteja longe de ser uma tarefa fácil, nos seis anos de procura, três exoplanetas foram efetivamente detectados: uma super-Terra e dois planetas com massas comparáveis à de Netuno e à de Júpiter.
Uma super-Terra tem uma massa entre duas a dez vezes a da Terra. Até agora foram publicados um total de 12 planetas detectados pela técnica de microlente, utilizando diversas estratégias observacionais.
Em termos de microlente gravitacional este é um resultado excepcional.
Ao detectar três planetas, ou os astrônomos tiveram imensa sorte e acertaram em cheio, apesar da baixa probabilidade, ou os planetas são tão abundantes na Via Láctea que este resultado era praticamente inevitável.
Mais planetas do que estrelas
Os astrônomos combinaram seguidamente a informação sobre os três exoplanetas detectados com sete detecções anteriores e com um enorme número de não-detecções durante os seis anos do trabalho.
A conclusão foi que uma em cada seis estrelas estudadas possui um planeta com massa semelhante à de Júpiter, metade têm planetas com a massa de Netuno e dois terços têm super-Terras.
O rastreio era muito sensível a planetas situados entre 75 milhões de quilômetros e 1,5 bilhões de quilômetros de distância às suas estrelas (no Sistema Solar estes valores correspondem a todos os planetas entre Vênus e Saturno) e com massas que vão desde cinco massas terrestres até dez massas de Júpiter.
A combinação destes resultados sugere que o número médio de planetas em torno de uma estrela seja maior que um. Ou seja, os planetas serão a regra e não a exceção.
"Anteriormente pensava-se que a Terra seria única na nossa Galáxia. Mas agora parece que literalmente bilhões de planetas com massas semelhantes à da Terra orbitam estrelas da Via Láctea," conclui Daniel Kubas, co-autor do artigo científico.
Fonte:A Bíblia e a Ciência
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
“Por que eu odeio a religião, mas amo Jesus”, vídeo ultrapassa 11 milhões de acessos
Foram mais de 70 mil comentários no canal de Jefferson Bethke.
O jovem evangelista Jefferson Bethke, membro da igreja Mars Hill Church em St. Auburn, Washington, diz que tem no coração “o desejo de levar o Evangelho de Jesus Cristo para mudar vidas”.
Dia 10 de janeiro ele publicou no YouTube um vídeo intitulado “Why I Hate Religion, But Love Jesus” [Por que eu odeio a religião, mas amo Jesus]. Com uma produção simples, da CIK Productions e dirigido por Matthew Robertson, que já produziu vários grupos cristãos.
O rapaz, em frente a uma câmara declama sua poesia em forma de versos rimados que procura mostrar a diferença entre Jesus e a religião.
Para sua surpresa, ele se tornou vídeo mais assistido do ano no Youtube, com mais de onze milhões de acessos. Com toda essa repercussão, acabou gerando centenas de comentários sobre o verdadeiro significado da fé e se tornou matéria de vários sites cristãos e ateus.
A maioria dos críticos diz que Bethke usa de falsos argumentos, pois diz não gostar de religião mas defende o cristianismo (que é uma religião) e de tentar desacreditar a igreja, criticando-a.
Foram mais de 70 mil comentários no seu canal do Youtube. Ele esclarece que procurou apenas expor a hipocrisia e legalismo de muitas igrejas. Mesmo assim, foi bombardeado de perguntas de outros cristãos sobre as suas motivações.
Acabou escrevendo em seu Facebook um desabafo: “Se você estiver usando o meu vídeo para detonar com a ‘igreja’, tenha cuidado. Eu nunca tive a intenção de fazer isso”.
Segue a versão legendada para que cada um tire suas próprias conclusões:
Fonte:Sétimo Dia
domingo, 15 de janeiro de 2012
O UFC e as crianças
Existe uma coisa que me assusta nesse movimento de popularização do MMA no Brasil. Não importa se o esporte (?!) do momento, cheio de brasileiros campeões, faz sucesso em São Paulo, no Rio de Janeiro, em Manaus ou alhures. Ele está em alta no mundo inteiro. Desde que sejam maiores de idade e devidamente vacinados, cada um com seus problemas. Mas quando chega às crianças, a luz vermelha acende. Ontem, durante a transmissão do UFC na Globo, um pequeno garoto, na faixa dos 6 ou 7 anos de idade, recebeu uma atenção generosa da transmissão. Devidamente “equipado” para o evento, o menino aparecia com luvas idênticas às usadas pelos lutadores, além de um traje semelhante a um quimono. O sorriso azulado do menino revelou que até mesmo um protetor bucal ele fez questão de usar.
O pequeno “gladiador do novo milênio”, alcunha inventada por Galvão Bueno, se esforçou para copiar até as carrancas e os socos no ar dados pelos profissionais do octógono. A transmissão deve ter realmente apreciado a cena, pois ela foi reprisada poucos minutos depois, em câmera lenta.
Além dele, contei pelo menos outros dois garotos com menos de 10 anos de idade que foram filmados nas arquibancadas. Crianças que, pelo horário, suponho, não deveriam estar ali.
Sou completamente leigo acerca das leis que regem sobre isso, mas basta um mínimo de senso para saber que aquele ambiente não é o mais adequado à infância, assistindo uma pancadaria gratuita, prato principal do UFC.
Quando a pessoa já tem um mínimo de caráter formado (seja bom ou mal), as escolhas são feitas com naturalidade, há discernimento suficiente para você ver uma briga e simplesmente não sair arrebentando qualquer um por aí – imagino que este seja o caso dos apreciadores de artes marciais, não sei. Geralmente, é na adolescência que passamos por esse processo de discernir o que é certo do que é errado, o que é de bom grado e o que é pura sacanagem. Mas quando ainda vivemos a infância, temos a tendência de imitar quem nos rodeia.
Essas crianças não têm a menor ideia do que estão fazendo. Estão apenas copiando nossos movimentos, mostrando, com toda aquela inocência da infância, como somos ridículos.
(Fábio Monteiro, UOL)
Nota: É absurdo qualquer um assistir a essa rinha humana (a de galos é proibida...), quanto mais crianças. Mas o pior é saber que há cristãos, pretensos seguidores do pacifista Jesus de Nazaré, que se deleitam em ver um homem espancar outro até lhe arrancar sangue. Isso, sem dúvida, é parte do cumprimento da profecia de Jesus segundo a qual, por se multiplicar o pecado, no fim dos tempos, o amor de muitos esfriará (Mt 24:12). Só pode ser isso.
Nas férias em Santa Catarina, li algumas edições do Diário Catarinense e fiquei feliz em ver que há mais pessoas inconformadas com essa invasão de violência nos ringues e nas telas. No dia 28/12, em sua coluna, Ancelmo Gois tratou do tema: “Veja aqui [foto abaixo] algumas caras deformadas no MMA, publicadas no UOL. Quem chamou a atenção para essa galeria de horrores foi mestre Zuenir Ventura, que, a exemplo deste escriba, não entende o porquê de tanta celebração com estes sangrentos gladiadores do século 21.”
Parabéns ao Ancelmo Gois pela coragem, especialmente levando em conta que o Diário pertence à RBS, afiliada da Globo (promotora do UFC) no Sul do Brasil.[MB]
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