segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

“Por que eu odeio a religião, mas amo Jesus”, vídeo ultrapassa 11 milhões de acessos


Foram mais de 70 mil comentários no canal de Jefferson Bethke.

O jovem evangelista Jefferson Bethke, membro da igreja Mars Hill Church em St. Auburn, Washington, diz que tem no coração “o desejo de levar o Evangelho de Jesus Cristo para mudar vidas”.

Dia 10 de janeiro ele publicou no YouTube um vídeo intitulado “Why I Hate Religion, But Love Jesus” [Por que eu odeio a religião, mas amo Jesus]. Com uma produção simples, da CIK Productions e dirigido por Matthew Robertson, que já produziu vários grupos cristãos.

O rapaz, em frente a uma câmara declama sua poesia em forma de versos rimados que procura mostrar a diferença entre Jesus e a religião.

Para sua surpresa, ele se tornou vídeo mais assistido do ano no Youtube, com mais de onze milhões de acessos. Com toda essa repercussão, acabou gerando centenas de comentários sobre o verdadeiro significado da fé e se tornou matéria de vários sites cristãos e ateus.

A maioria dos críticos diz que Bethke usa de falsos argumentos, pois diz não gostar de religião mas defende o cristianismo (que é uma religião) e de tentar desacreditar a igreja, criticando-a.

Foram mais de 70 mil comentários no seu canal do Youtube. Ele esclarece que procurou apenas expor a hipocrisia e legalismo de muitas igrejas. Mesmo assim, foi bombardeado de perguntas de outros cristãos sobre as suas motivações.

Acabou escrevendo em seu Facebook um desabafo: “Se você estiver usando o meu vídeo para detonar com a ‘igreja’, tenha cuidado. Eu nunca tive a intenção de fazer isso”.

Segue a versão legendada para que cada um tire suas próprias conclusões:
Fonte:Sétimo Dia

domingo, 15 de janeiro de 2012

O UFC e as crianças



Existe uma coisa que me assusta nesse movimento de popularização do MMA no Brasil. Não importa se o esporte (?!) do momento, cheio de brasileiros campeões, faz sucesso em São Paulo, no Rio de Janeiro, em Manaus ou alhures. Ele está em alta no mundo inteiro. Desde que sejam maiores de idade e devidamente vacinados, cada um com seus problemas. Mas quando chega às crianças, a luz vermelha acende. Ontem, durante a transmissão do UFC na Globo, um pequeno garoto, na faixa dos 6 ou 7 anos de idade, recebeu uma atenção generosa da transmissão. Devidamente “equipado” para o evento, o menino aparecia com luvas idênticas às usadas pelos lutadores, além de um traje semelhante a um quimono. O sorriso azulado do menino revelou que até mesmo um protetor bucal ele fez questão de usar.
O pequeno “gladiador do novo milênio”, alcunha inventada por Galvão Bueno, se esforçou para copiar até as carrancas e os socos no ar dados pelos profissionais do octógono. A transmissão deve ter realmente apreciado a cena, pois ela foi reprisada poucos minutos depois, em câmera lenta.
Além dele, contei pelo menos outros dois garotos com menos de 10 anos de idade que foram filmados nas arquibancadas. Crianças que, pelo horário, suponho, não deveriam estar ali.
Sou completamente leigo acerca das leis que regem sobre isso, mas basta um mínimo de senso para saber que aquele ambiente não é o mais adequado à infância, assistindo uma pancadaria gratuita, prato principal do UFC.
Quando a pessoa já tem um mínimo de caráter formado (seja bom ou mal), as escolhas são feitas com naturalidade, há discernimento suficiente para você ver uma briga e simplesmente não sair arrebentando qualquer um por aí – imagino que este seja o caso dos apreciadores de artes marciais, não sei. Geralmente, é na adolescência que passamos por esse processo de discernir o que é certo do que é errado, o que é de bom grado e o que é pura sacanagem. Mas quando ainda vivemos a infância, temos a tendência de imitar quem nos rodeia.
Essas crianças não têm a menor ideia do que estão fazendo. Estão apenas copiando nossos movimentos, mostrando, com toda aquela inocência da infância, como somos ridículos.

(Fábio Monteiro, UOL)

Nota: É absurdo qualquer um assistir a essa rinha humana (a de galos é proibida...), quanto mais crianças. Mas o pior é saber que há cristãos, pretensos seguidores do pacifista Jesus de Nazaré, que se deleitam em ver um homem espancar outro até lhe arrancar sangue. Isso, sem dúvida, é parte do cumprimento da profecia de Jesus segundo a qual, por se multiplicar o pecado, no fim dos tempos, o amor de muitos esfriará (Mt 24:12). Só pode ser isso.
Nas férias em Santa Catarina, li algumas edições do Diário Catarinense e fiquei feliz em ver que há mais pessoas inconformadas com essa invasão de violência nos ringues e nas telas. No dia 28/12, em sua coluna, Ancelmo Gois tratou do tema: “Veja aqui [foto abaixo] algumas caras deformadas no MMA, publicadas no UOL. Quem chamou a atenção para essa galeria de horrores foi mestre Zuenir Ventura, que, a exemplo deste escriba, não entende o porquê de tanta celebração com estes sangrentos gladiadores do século 21.”
Parabéns ao Ancelmo Gois pela coragem, especialmente levando em conta que o Diário pertence à RBS, afiliada da Globo (promotora do UFC) no Sul do Brasil.[MB]


Fonte:O Criacionismo

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Se Enoque, Moisés e Elias já estão no Céu, como explicar a declaração de Cristo de que “ninguém subiu ao Céu, senão aquele que de lá desceu, ... o Filho do homem” (Jo 3:13)?


Quando Jesus declarou, em Seu diálogo com Nicodemos, que “ninguém subiu ao Céu, senão Aquele que de lá desceu, ... o Filho do homem” (Jo 3:13), pelo menos Enoque, Moisés e Elias já estavam no Céu. A respeito de Enoque é dito que ele andou “com Deus e já não era, porque Deus o tomou para Si” (Gn 5:24) e que, “pela fé, Enoque foi trasladado para não ver a morte; não foi achado, porque Deus o trasladara” (Hb 11:5). Sobre Moisés somos informados de que o arcanjo Miguel “contendia com o diabo e disputava a respeito do corpo de Moisés” (Jd 9). Quanto a Elias, o texto sagrado fala de um tempo “quando estava o Senhor para tomar Elias ao Céu por um redemoinho” (2Rs 2:1) e que, realmente, “Elias subiu ao Céu num redemoinho” (v. 11). Já no evento da transfiguração de Jesus (ver Mt 17:1-8; Mc 9:2-8; Lc 9:28-36), Moisés e Elias “apareceram em glória” para consolá-Lo a respeito de Sua morte (Lc 9:30, 31). 
Os espíritas costumam usar esse reaparecimento de Moisés e Elias para sustentar a teoria antibíblica da reencarnação, ou seja, de que uma pessoa pode morrer várias vezes, reencarnando o seu espírito em uma sucessão de novos corpos. Mas o texto bíblico é claro em afirmar que “aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo” (Hb 9:27). Além disso, o pretenso reaparecimento do profeta Samuel para o iníquo rei Saul, relatado em 1 Samuel 28, não passa de uma experiência mediúnica de origem satânica. A Bíblia condena toda e qualquer forma de necromancia, ou seja, de comunicação com os mortos (ver Lv 19:31; 20:6, 27; Dt 18:9-12; Is 8:19, 20), e Saul foi condenado pelo Senhor, entre outras coisas, “porque interrogara e consultara uma necromante” (1Cr 10:13). Portanto, os reaparecimentos de Moisés e Elias não podem ser considerados reencarnações espíritas, e sim, manifestações reais, possíveis apenas porque Moisés fora ressuscitado dentre os mortos e Elias havia sido trasladado ao Céu sem provar a morte. 
Mas permanece a indagação: se Enoque, Moisés e Elias foram levados ao Céu, como explicar a declaração de que “ninguém subiu ao Céu, senão Aquele que de lá desceu, ... o Filho do homem” (Jo 3:13)? Uma possibilidade de se entender o sentido do texto seria restringir temporalmente a sua abrangência, assumindo que Jesus estava Se referindo apenas aos Seus contemporâneos. Em outras palavras, Jesus estaria dizendo que ninguém vivo em Seus dias havia subido ao Céu. Portanto, a única pessoa daquela época que estivera no Céu era o próprio Cristo, o que Lhe colocava em uma posição única como revelador pleno dos propósitos divinos. 
Outra possibilidade, talvez mais consistente que a anterior, seria reconhecermos a existência de uma distinção de status entre os três seres humanos levados ao Céu (Enoque, Moisés e Elias) e Cristo que, além de ter vindo do Céu, fizera parte dos conselhos da Divindade. Ellen G. White parece endossar essa posição ao se referir ao texto em discussão (Jo 3:13) com as seguintes palavras: “Jesus Cristo era a Testemunha Verdadeira. Ele declara que veio do Pai” com o propósito de “revelar o Pai” (The Ellen G. White 1888 Materials, p. 885). “Havendo estado nos conselhos de Deus e habitado nas eternas alturas do santuário, todos os elementos da verdade estavam nEle e eram Seus, pois era um com Deus” (Fundamentos da Educação Cristã, p. 190). Nesse sentido a expressão “ninguém subiu ao Céu” deveria ser entendida, não simplesmente como ser levado ao Céu (como Enoque, Moisés e Elias), mas como participar dos “conselhos de Deus” no Céu (como apenas Cristo). Sem dúvida, a ênfase do Evangelho de João é que “o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus” (Jo 1:1). 


Revista do Ancião (outubro – dezembro de 2008) 
Dr. Alberto Timm

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Frases Poderosas de Ellen G. White sobre a Bíblia



A escritora adventista do sétimo dia Ellen G. White, é reconhecida e premiada no mundo inteiro pela qualidade singular dos seus escritos. O livro “Caminho a Cristo”, por exemplo, já foi publicado em mais 150 línguas e o livro “Grande Conflito” já ultrapassou a casa dos 15 milhões de exemplares vendidos. São fatos como esses que a tornam especial para a juventude adventista da América do Sul.


Confira algumas citações espetaculares desta autora sobre este magnífico livro chamado – Bíblia Sagrada:


"Devem os jovens estudar a Palavra de Deus e entregar-se à meditação e à oração, e acharão que seus momentos vagos não poderão ser melhor empregados." O Senhor Vem - MM - 1977, de 4 de Março, p.69.


"A única segurança para o povo de Deus é estar completamente familiarizado com a Bíblia e conhecer os ensinamentos de nossa fé." No deserto da Tentação, p.106 e 107.


"A todo jovem de ambos os sexos, e aos de idade avançada, testifico que o estudo da Palavra é a única salvaguarda para a alma que quiser permanecer firme até ao fim." Mensagens Escolhidas. Vol. II, p. 326.


“Nunca houve tempo em que fosse tão importante que os seguidores de Cristo estudassem a Bíblia como agora. Influências enganadoras se acham de todos os lados, e é essencial que vos aconselheis com Jesus, vosso melhor amigo... Declara Davi: "Escondi a Tua Palavra no meu coração, para eu não pecar contra Ti." Sal. 119:11.” O Cuidado de Deus – MM – 1995, de 21 de Janeiro, p. 35. 


“O estudo da Bíblia dará vigor ao intelecto. Diz o salmista: "A exposição das Tuas palavras dá luz e dá entendimento aos símplices." Sal. 119:130. Muitas vezes tem-me sido perguntado: Deve a Bíblia tornar-se o livro mais importante em nossas escolas?" Ela é um livro precioso e admirável. É um tesouro que contém jóias de grande valor. É uma história que descerra perante nós os séculos passados. Sem a Bíblia estaríamos entregues a conjeturas e fábulas no tocante às ocorrências dos tempos antigos. Dentre todos os livros que têm inundado o mundo, por mais valiosos que sejam, a Bíblia é o Livro dos livros, e merece o mais profundo estudo e atenção.” Fundamentos da Educação Cristã, p. 129.


“Em uma época como a nossa, abundante de iniqüidade, e em que o caráter de Deus e Sua lei são igualmente olhados com desdém, especial deve ser o cuidado tomado em ensinar a juventude a estudar, reverenciar e obedecer à vontade divina relevada aos homens. O temor do Senhor está-se extinguindo no espírito de nossos jovens, devido à sua negligência de estudar a Bíblia.” Conselhos Aos Pais Professores e Estudantes, p. 89.


“No sistema de instrução usado nas escolas seculares, é negligenciada a parte mais importante da educação - a religião da Bíblia. A educação não afeta somente em alto grau a vida do aluno aqui na Terra, mas sua influência se estende para a eternidade.” Conselhos Sobre Educação, p. 66.


“Tanto adultos como jovens negligenciam a Bíblia. Não fazem dela seu estudo, a regra de sua vida. Os jovens, especialmente, são culpados dessa negligência. A maioria deles encontra tempo para ler outros livros, mas aquele que indica o caminho da vida eterna não é diariamente estudado. Histórias ociosas são lidas atentamente, ao passo que a Bíblia é negligenciada. Esse Livro é nosso guia para uma vida mais elevada e santa. Os jovens o declarariam o mais interessante livro que já leram, não estivesse sua imaginação pervertida pela leitura de histórias fictícias.” Conselhos Aos Pais Professores e Estudantes, p. 139.


“A Bíblia é o grande guia de Deus. É lâmpada para os nossos pés e luz para o nosso caminho. Ilumina adiante, para que possamos ver a senda pela qual jornadeamos; e seus raios se volvem para a história passada, mostrando a mais perfeita harmonia naquilo que para a mente em trevas parece erro e discordância. Naquilo que para os mundanos parece ser um mistério inexplicável, vêem os filhos de Deus luz e beleza.” Cristo Triunfante – MM – 2002, de 17 de Novembro, p. 327.


“A Bíblia é nosso guia nos caminhos seguros que conduzem à vida eterna. Deus inspirou homens a escreverem aquilo que nos apresentará a verdade, que atrairá e que, sendo praticado, habilitará o recebedor a adquirir força moral para ocupar um lugar entre as mentes mais altamente educadas.” Filhos e Filhas de Deus – MM – 1956, de 4 de Março, p. 70.


“Uma única frase da Escritura é de muito mais valor que dez mil idéias e argumentos humanos. Os que se recusam a seguir os caminhos de Deus receberão por fim a sentença: "Apartai-vos de Mim." Mat. 25:41.” Conselhos Sobre Saúde, p. 253.


“A religião da Bíblia é a única salvaguarda dos jovens. Moralidade e religião devem receber especial atenção de nossas instituições educativas.” Conselhos Sobre Educação, p.62.


“Nenhum outro livro pode satisfazer as indagações da mente e os anseios do coração.” Conselhos Sobre Educação, p. 62.


“É impossível a qualquer mente humana esgotar mesmo uma única verdade ou promessa da Bíblia.” Educação, p.171.


“A Bíblia é o grande padrão do que é certo e do que é errado, pois define claramente o pecado e a santidade. Seus vivos princípios, penetrando em nossa vida como fios de ouro, são a nossa única salvaguarda na provação e tentação.” Exaltai-O – MM – 1992, de 26 de Abril, p.131.


“A Bíblia é a espada do Espírito, que nunca deixará de vencer o adversário.” A Nossa Alta Vocação – MM – 19962, de 25 de Janeiro, p.29.


“A Bíblia é um mapa que nos mostra os marcos da verdade. Os que estão familiarizados com esse mapa serão habilitados a palmilhar com segurança o caminho do dever, seja para onde for que tenham de ir.” Exaltai-O – MM – 1992, de 26 de Abril, p.131.


“Quando examinamos a Palavra de Deus, anjos estão ao nosso lado, fazendo incidir brilhantes raios de luz sobre suas páginas sagradas.” Mente, Caráter e Personalidade, Vol. I, p.92.


Como você acabou de ver com os seus próprios olhos, que um dia verão a Jesus pessoalmente, por tudo isso, exaltado seja o nome de Deus.


Um abraço vivaz,

Pr. Otimar Gonçalves
Ministério Jovem DSA

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Os remidos no Céu verão a Deus Pai?



Algumas pessoas alegam que os remidos jamais verão a Deus Pai, pois o apóstolo Paulo diz que Deus “habita em luz inacessível, a quem homem algum jamais viu, nem é capaz de ver” (1Tm 6:16), e o apóstolo João acrescenta que “ninguém jamais viu a Deus” (Jo 1:18; 1Jo 4:12). Se isolarmos o conteúdo desses textos do consenso das Escrituras, poderemos ser tentados a assumir indevidamente que Deus é invisível a todas as Suas criaturas, mesmo aos seres que nunca pecaram. Mas, para entendermos melhor o assunto, devemos reconhecer que, no Jardim do Éden, Adão e Eva mantinham plena comunhão com a Divindade, inclusive com Deus Pai. No entanto, “desde o pecado de nossos primeiros pais, não tem havido comunicação direta entre Deus e o homem”, pois “o Pai entregou o mundo nas mãos de Cristo” (Patriarcas e Profetas, p. 366). Portanto, os textos acima mencionados devem ser compreendidos no contexto do pecado. Como “Deus é fogo consumidor” para o pecado (Hb 12:29), se seres humanos pecaminosos O vissem, seriam por Ele destruídos.
Por outro lado, existem várias declarações bíblicas que falam a respeito de Deus como sendo visto pelos remidos no Céu. Por exemplo, o apóstolo João afirma que, quando Deus Se manifestar, “seremos semelhantes a Ele, porque haveremos de vê-lo como Ele é” (1Jo 3:2, 3); e que os servos de Deus “O servirão” e “contemplarão a Sua face” (Ap 22:3, 4). Embora a manifestação de Deus possa se referir à segunda vinda de Cristo, a contemplação da face de Deus parece algo mais amplo do que a comunhão apenas com Cristo. Mas, a
realidade da contemplação de Deus Pai é confirmada nas seguintes palavras de Cristo: “Bem-aventurados os limpos de coração, porque verão a Deus” (Mt 5:8). Nessa declaração, Cristo não estava Se referindo apenas a Si mesmo, que já estava sendo visto pelos Seus discípulos, e sim a Deus Pai.
Nos escritos de Ellen G. White encontramos várias ocasiões em que ela se refere a Deus Pai como sendo visto pelos remidos no Céu. Por exemplo, no livro O Maior Discurso de Cristo, p. 27, ela afirma: “Os puros de coração vivem como na visível presença de Deus durante o tempo que Ele lhes concede neste mundo. E também O verão face a face no estado futuro, imortal, assim como fazia Adão quando andava e falava com Deus no Éden. ‘Agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face’ (1Co 13:12).” Já em O Grande Conflito, p. 676-677, aparece a seguinte declaração: “O povo de Deus tem o privilégio de entreter franca comunhão com o Pai e o Filho. ‘Agora vemos por espelho em enigma’ (1Co 13:12). Contemplamos a imagem de Deus refletida como que em espelho, nas obras da natureza e em Seu trato com os homens; mas então O conheceremos face a face, sem um véu obscurecedor de separação. Estaremos em Sua presença, e contemplaremos a glória de Seu rosto.” E em Testemunhos para a Igreja, v. 8, p. 268, a Sra. White comenta Apocalipse 22:4 de forma ainda mais explícita: “E qual é a felicidade do Céu senão a de ver a Deus? Que maior júbilo poderá ter o pecador salvo pela graça de Cristo do que contemplar a face de Deus, e tê-Lo por Pai?”
Além disso, a Sra. White nos adverte a respeito de distinções especulativas entre as Pessoas da Divindade: “Os sentimentos dos que andam em busca de avançadas idéias científicas, não são para confiar. Fazem-se definições como essas: ‘O Pai é como a luz invisível; o Filho é como a luz corporificada; o Espírito é a luz derramada.’ … Todas essas definições espiritualistas são simplesmente nada. São imperfeitas, inverídicas. … O Pai é toda a plenitude da Divindade corporalmente, e invisível aos olhos mortais (Evangelismo, 614).” Quaisquer distinções entre as Pessoas da Divindade, como as mencionadas acima, acabam distorcendo os atributos divinos. Portanto, existem suficientes evidências bíblicas e nos escritos de Ellen White para crermos que Deus Pai é “invisível aos olhos mortais”, mas não aos seres imortais, e que os remidos no Céu realmente “contemplarão a Sua face”.

Uma escola chamada Casamento



Há quanto tempo você está matriculado nesta escola?
Qual têm sido suas notas como marido/esposa?
Que nota o seu cônjuge daria à você hoje?
O que é necessário para ser bem sucedido nesta escola:

Reconhecer que não sabe. Ninguém que se casa pela primeira vez, casa sabendo tudo sobre marido, esposa, sexo, sexualidade, economia doméstica, relacionamento com a família de origem do outro, educação de filhos etc. Tudo é novo e tem que ser aprendido, por isso uma das chaves do sucesso no processo de aprendizagem é a humildade. Só aprende quem reconhece com humildade que não sabe.


O orgulho é o principal impedimento para que as pessoas não se libertem da ignorância. Toda pessoa que pensa que sabe tudo, ainda não sabe como convém saber. O caminho da humildade é o caminho do sucesso conjugal.
Estar aberto para aprender sempre. No casamento, um deve aprender com o outro a ser mais organizado, limpo, paciente, amoroso, prestativo, generoso, educado, gentil, disciplinado, justo etc. Os casais que atingem um nível de qualidade de vida marcado pela significância, são aqueles que nunca param de aprender.
Fazer a lição de casa. O segredo é estudar para praticar, isto tem a ver com ler bons livros sobre relacionamento, ouvir e assistir palestras sobre assuntos que tenham a ver com família, conversar com quem sabe mais e tem maior experiência. Quantas vezes quando eu termino de ler um livro no avião ou no hotel, volto para casa muito melhor do que sai. Alunos bem sucedidos, são alunos aplicados.

Estudar mais sobre aqueles assuntos em que você tem maior dificuldade.

Reveja com seu cônjuge aquilo em que tem mais dificuldade: temperamento, falta de romantismo…

Pare por um instante e responda para você mesmo: Qual é a sua maior dificuldade no seu casamento? Em que ponto você não está conseguindo ser aprovado pelo cônjuge?

Faça uma auto avaliação, escreva isso em um papel e comece a investir nesta direção. As áreas de dificuldades pode ser comunicação, finanças, sexual, confiança, tempo, educação dos filhos etc.
Quando damos uma pausa para fazer uma auto-avaliação e listamos os nossos pontos fracos, fica mais fácil trabalhar para melhorar. Não existe ninguém que possa afirma, não preciso melhorar em nada, todos nós, uns mais, outros menos, todos temos áreas que precisamos de tratamento.

Fonte: Novo Tempo