quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Alienígenas, Anjos, ou Adotados? Quem São os Filhos de Deus?


30 outubro de 1938. Era noite de Halloween, e grande parte da América tinha seus rádios sintonizados com a Columbia Broadcasting System, que tinha acabado de informar sobre o clima e começava a tocar música. Dentro de instantes, a transmissão foi interrompida por um flash de notícias sobre estranhas explosões em Marte. O locutor assegurou ao público que quando mais informação se tornasse disponível, mais anúncios seriam feitos. Em seguida, a música continuou.
Conforme a noite avançava, a música era interrompida com freqüência, agora com relatos terríveis de uma invasão. Alienígenas de Marte teriam desembarcado em Nova Jersey e em cidades ao redor do mundo. A Terra estava sob ataque. O pânico tomava conta das ruas com muitas pessoas fugindo de suas casas.

Mas era tudo ficção.

O jovem Orson Wells havia adaptado o livro “A Guerra dos Mundos” de H.G.Wells e modificou o script para apresentar a história como se estivesse acontecendo em tempo real. Muitos ouvintes acreditaram que a história ficcional trasmitida pela rádio fosse mesmo real.
Aqueles que entraram em pânico estavam operando com informações incompletas. Eles não conseguiram ouvir a estação anunciar no início e no fim da transmissão, que tudo se tratava de um mero drama. Sintonizando no meio da notícia e ouvindo apenas uma parte da história, sem nenhum contexto, saíram correndo pensando que o céu estivesse desabando.
Similarmente, uma passagem do Gênesis quando lida fora do seu contexto têm levado muitos a acreditarem que a Terra foi invadida por alienígenas do espaço sideral. Vamos dar uma olhada neste versículo desafiador:
“E aconteceu que, como os homens começaram a multiplicar-se sobre a face da terra, e lhes nasceram filhas, Viram os filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas; e tomaram para si mulheres de todas as que escolheram.” (Gênesis 6:1-2)
Alguns acreditam que o termo “filhos de Deus” refere-se aos invasores extraterrestres. Eles acreditam que esses seres são anjos caídos ou alienígenas do espaço que tomaram as fêmeas humanas como esposas e produziram descendência. Eles racionalizam essa crença dizendo que os filhos gerados como resultado dessas uniões eram “gigantes” (Verso 4). Eles acreditam que essas uniões profanas foram responsáveis pelo aumento da maldade do homem.
Na superfície, esta parece ser uma explicação razoável das Escrituras. Mas, como veremos, sem entender o contexto que rodeia esta passagem, você pode realmente ficar confundido e acreditar que certas ficções sejam reais. Felizmente, podemos esclarecer qualquer confusão sobre os filhos de Deus muito facilmente reunindo mais informações da Bíblia.
Os anjos são espíritos

A Bíblia King James usa o termo “filhos de Deus” 11 vezes em duas formas principais. No entanto, ela nunca usa o termo para se referir a um ser angelical.
“Faz dos seus anjos espíritos …” (Salmos 104:4). Os anjos são espíritos, não são carne. Todos eles estão em torno de nós agora, mas não podemos vê-los. Eles geralmente permanecem em sua forma espiritual e não têm integração física em nosso mundo, eles não vão à escola, conseguem emprego, ou constituem família. Eles estão aqui para “servir a favor daqueles que hão de herdar a salvação” (Hebreus 1:14).
Mesmo que quisessem se casar e ter filhos, eles não poderiam, pois não possuem DNA humano. Seria mais fácil para uma água-viva se casar com uma cabra da montanha do que os anjos se casarem com pessoas. Assim, não faz sentido prático acreditar que a nossa passagem em Gênesis refere-se à união de anjos, caídos ou santos, com os seres humanos.
Anjos não nascem, eles são criados. Se Deus quisesse mais anjos, Ele não teria necessidade de casá-los com os seres humanos ou outros anjos para se reproduzir. Ele poderia criá-los do zero. Falando de Lúcifer, Deus disse: “Seus engastes e guarnições eram feitos de ouro; tudo foi preparado no dia em que você foi criado.” (Ezequiel 28:13 NVI, ênfase adicionada).

Além disso, Jesus nos diz claramente que os anjos não se casam. O casamento é uma instituição exclusivamente humana, reservado para a humanidade. “Porque na ressurreição nem casam nem são dados em casamento; mas serão como os anjos de Deus no céu” (Mateus 22:30). Marcos e Lucas sugerem a mesma coisa: “e não podem mais morrer, pois são como os anjos. São filhos de Deus” (Lucas 20:36). Observe aqui que Jesus faz uma distinção entre anjos e filhos de Deus. Eles são classificados separadamente, o que significa que eles não são a mesma coisa.
Então, se os filhos de Deus não são anjos, quem são eles?

Vida Cósmica?
Embora os filhos de Deus não sejam invasores do espaço, a Bíblia parece ensinar que há outras formas de vida no cosmos. É claro nas Escrituras que Jesus fez outros planetas: Deus “nestes últimos dias falou-nos por meio do Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas e por meio de quem fez o universo” (Hebreus 1:2).
Na parábola da ovelha perdida, a Terra representa a ovelha perdida, um mundo errante que se extraviou, o qual Cristo veio para salvar. É fácil imaginar que Deus, em Sua existência infinita, criou outros mundos com outros seres físicos. Assim, em um mínimo, sabemos que existe, pelo menos, essas criaturas extraterrestres. “Pois, nele, foram criadas todas as coisas que estão nos céus e que estão na terra” (Colossenses 1:16). “Então ouvi todas as criaturas existentes no céu, na terra, debaixo da terra e no mar, e tudo o que neles há, que diziam: Àquele que está assentado no trono e ao Cordeiro sejam o louvor, a honra, a glória e o poder, para todo o sempre!” (Apocalipse 5:13).
No entanto, a maioria desses outros seres criados não visitam este mundo. A Terra está infectada com uma doença mortal e contagiosa chamada pecado, e nós estamos provavelmente ​​em quarentena. Os únicos autorizados a entrar em uma enfermaria de hospital em quarentena são os funcionários do hospital, neste caso, os anjos de Deus. Eles são espíritos ministradores.
Príncipes de Planetas

Milhares de anos atrás, uma reunião intrigante aconteceu no céu. “E num dia em que os filhos de Deus vieram apresentar-se perante o SENHOR, veio também Satanás entre eles”(Jó 1:6).
Estiveram presentes nesta reunião os filhos de Deus, assim como o próprio Satanás. Satanás disse que veio da Terra. Os filhos de Deus estavam lá representando seus mundos não-caídos no universo de Deus. Satanás estava lá para representar a Terra.
Por que Satanás estava representando o nosso mundo? Originalmente, Adão tinha domínio sobre a Terra. Ele foi criado por Deus para subjugá-la e gerenciá-la. Deus disse a Adão e Eva “dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra” (Gênesis 1:28).
Enquanto Adão esteve em obediência a Deus, ele gozava domínio sobre o mundo. Mas uma vez que Adão pecou e obedeceu a Satanás, este domínio foi perdido para o inimigo. “A quem vos apresentardes por servos para lhe obedecer, sois servos daquele a quem obedeceis, seja do pecado para a morte, ou da obediência para a justiça” (Romanos 6:16).
Até mesmo Jesus se referiu a Satanás como “príncipe deste mundo” (João 12:31). No Evangelho de Lucas, a genealogia de Jesus é traçada de volta até Adão. Observe o que Lucas diz sobre esta linhagem: “filho de Enos, que era filho de Seth, que era filho de Adão, que era o filho de Deus” (Lucas 3:38, grifo nosso).
A diferença entre Seth e Adão é o umbigo. Adão foi criado pela mão de Deus; Seth nasceu de Eva. Adão era o filho de Deus, criado para ter domínio sobre a Terra. Assim, uma definição para Filhos de Deus é que esses seres o próprio Deus criou para terem domínio sobre os mundos que Ele fez. Esses seres não nasceram, mas foram criados diretamente por Deus.
Jó 38:7 nos diz que quando o nosso mundo foi criado, “as estrelas da alva juntas alegremente cantavam, e todos os filhos de Deus rejubilavam.” As “estrelas da alva” são anjos, enquanto que “os filhos de Deus” são os líderes de outros mundos. (Ver Apocalipse 1:20).
Com isso esclarecido, vamos falar sobre a segunda forma que o termo “filhos de Deus” é usado.

Herdeiros da Justiça

O outro significado de filhos de Deus refere-se a seres humanos que foram recriados pelo Espírito de Deus. “Pois todos quantos são guiados pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus” (Romanos 8:14). Mateus 5:9 acrescenta: “Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus” (NVI).
Aqui Jesus está, obviamente, referindo-se a seres humanos, mas não é qualquer ser humano, estes são os pacificadores, os filhos justos de Deus. De nenhuma maneira isso deve ser interpretado para se referir a anjos ou alienígenas.
“Mas a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus, aos que crêem o seu nome” (João 1:12). Note-se que havia aqueles que não eram filhos de Deus, mas que através de recebê-Lo tornaram-se filhos de Deus.
Deve ser mencionado que “filhos de Deus” não significa apenas machos. Muitas traduções da Bíblia vertem a frase “filhos de Deus.” Gálatas 3:26 diz: “Todos vós sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus.” É pela fé que um homem ou uma mulher se torna “filho de Deus” (Ver também Isaías 56:5; Filipenses 2:15).
A conclusão inevitável a partir destes versos e outros é que a expressão filhos de Deus em Gênesis 6 refere-se aos filhos justos de Deus.

Filhas dos Homens

O termo “filhas dos homens”, portanto, refere-se aos filhos dos homens injustos, aqueles seres humanos que não invocam o nome do Senhor. No contexto da nossa passagem da Bíblia, “filhas dos homens” refere-se a descendência de Caim e sua esposa.
Originalmente, Adão e Eva tiveram dois filhos, Caim e Abel. Caim matou Abel, então Deus deu a Adão e Eva outro filho, Seth. Ele começou a ter seus próprios filhos, e eles “começaram a invocar o nome do Senhor” (Gênesis 4:25, 26). E pelo que vimos na Bíblia, aqueles que invocam o nome do Senhor são chamados filhos de Deus.
Agora Caim tinha sido banido da presença de Deus. Instalou-se “na terra de Node, à leste do Éden. Caim teve relações com sua mulher, e ela engravidou e deu à luz Enoque. Depois Caim fundou uma cidade, à qual deu o nome do seu filho Enoque” (Gênesis 4:16-18).
Aqui, antes do dilúvio, temos os descendentes de Caim vivendo em cidades e os descendentes de Seth vivendo no interior. Enquanto eles permaneceram separados, os filhos de Deus permaneceram puros em suas crenças e práticas religiosas.
No entanto, eventualmente, eles começaram a misturar-se. Talvez os filhos de Deus precisassem de suprimentos que poderiam ser facilmente obtidos nas cidades onde as filhas dos homens residiam. Os filhos de Deus e as filhas dos homens tornaram-se familiarizados uns com os outros, até mesmo amigáveis. Seja qual for o caso, logo os descendentes de Seth, ou filhos de Deus, começaram a se casar com as filhas dos homens, ou os descendentes de Caim.

Os Casamentos Mistos

É até bem possível que os filhos de Deus entraram nesta situação com boas intenções. Talvez eles acreditassem que poderiam converter estas filhas de Caim, apresentando-lhes ao Senhor seu Deus. No entanto, o conselho de Deus é claro:
“Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; pois que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas? E que concórdia há entre Cristo e Belial? ou que parte tem o fiel com o infiel? E que consenso tem o templo de Deus com os ídolos? pois sois o templo do Deus vivo” (2 Coríntios 6:14-16).
Deus não quer que Seus filhos se casem com os não convertidos ou incrédulos, mesmo que tenham um rosto bonito, a mais agradável disposição, ou uma crença apaixonada em outra religião. Não faz diferença, Deus diz que o relacionamento terá problemas.
Assim, o resultado desses casamentos mistos não eram apenas gigantes, mas tristes. Em vez de os filhos de Deus influenciarem as filhas dos homens, as filhas dos homens influenciaram os filhos de Deus.
“Nem te aparentarás com elas; não darás tuas filhas a seus filhos, e não tomarás suas filhas para teus filhos; Pois fariam desviar teus filhos de mim, para que servissem a outros deuses; e a ira do SENHOR se acenderia contra vós, e depressa vos consumiria” (Deuteronômio 7:3-4).
A Bíblia está repleta de histórias sobre os filhos de Deus misturando-se com as filhas dos homens e os desastres que seguiram como resultado. Sansão, escolhido por Deus, foi sabotado por uma mulher filistina. Seus pais suplicaram-lhe para que evitasse se casar com uma noiva pagã, mas ele insistiu em ter a que ele queria (Juízes 14:3).
Salomão, sem dúvida, acreditava que ele poderia se casar com as filhas das nações pagãs e convertê-las. No entanto, essas filhas pagãs afastaram o coração de Salomão de Deus. É por isso que Deus é tão inflexível quanto Seus filhos não se casarem com incrédulos. É quase sempre o caso que o crente é gradualmente transformado pelo incrédulo, e não o contrário.
Jesus também tem um aviso para nós nestes tempos finais:
“E, como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem. Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca” (Mateus 24:37-38)
Jesus aqui estava provavelmente referindo-se aos casamentos mistos de Gênesis 6, que trouxe a maldade universal levando à inundação.
Como nos dias de Noé, antes do dilúvio, as coisas que levaram à destruição do mundo com um dilúvio de água irão acontecer novamente. Elas são uma amostra do que vai acontecer antes da destruição do mundo por um dilúvio de fogo quando Jesus voltar. A história vai se repetir, mas não temos de estar entre os reincidentes.

Opção de Adoção

Nem todo mundo que pensa ser um filho ou filha de Deus realmente o é. Os fariseus se gabavam à Jesus que eles eram os filhos de Abraão. Jesus os corrigiu. “Se fôsseis filhos de Abraão, faríeis as obras de Abraão” (João 8:39). Este é um princípio simples para testar a nossa herança. Que “pai” que seguimos em nossas ações? Jesus disse aos líderes religiosos, “Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai” (João 8:44).
Quando nascemos de novo e somos adotados na família de Deus, vamos querer imitar o nosso Pai celestial. “Aquele que diz que permanece nEle, esse deve também andar assim como Ele andou” (1 João 2:6).
Se você não é um filho ou filha de Deus agora, a maravilhosa notícia é que você pode escolher uma nova família.
“Pela fé Moisés, sendo já grande, recusou ser chamado filho da filha de Faraó, Escolhendo antes ser maltratado com o povo de Deus, do que por um pouco de tempo ter o gozo do pecado; Tendo por maiores riquezas o vitupério de Cristo do que os tesouros do Egito; porque tinha em vista a recompensa” (Hebreus 11:24-26).
Quando chamado por Deus, Moisés trocou sua adoção egípcia pela celestial. Através de Jesus, você também pode.
“Mas, quando chegou a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido debaixo da lei, a fim de redimir os que estavam sob a lei, para que recebêssemos a adoção de filhos. E, porque vocês são filhos, Deus enviou o Espírito de seu Filho aos seus corações, o qual clama: “Aba, Pai”. Assim, você já não é mais escravo, mas filho; e, por ser filho, Deus também o tornou herdeiro.” (Gálatas 4:4-7)
Agora mesmo você pode escolher ser um filho do Rei, um herdeiro da vida eterna, e se tornar um filho ou filha de Deus, em quem Ele se agrada! Basta pedir a Ele.

Texto de autoria do Pr. Doug Batchelor, extraído do site Amazing Facts. Crédito da Tradução: Blog Sétimo Dia http://setimodia.wordpress.com/

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Branca de Neve



Hoje quero fazer uma relação da nossa vida com a história da Branca de Neve.
Com certeza você já leu, ouviu ou assistiu a esse conto.
E dias atrás, enquanto eu fazia meu devocional e refletia sobre algumas coisas, Deus me mostrou algumas lições que podem ser retiradas desse conto.
Vamos lá:
Uma rainha certo dia enquanto costurava, picou-se e deixou que gotas de sangue caíssem sobre a neve. 
Observando como era belo o contraste entre o vermelho e o branco, desejou que tivesse uma filha “alva como a neve e rubra como o sangue”.
Não muito tempo depois, a rainha teve uma filha com essa descrição e de acordo com o conto original dos irmãos Grimm, o rei, seu pai, lhe deu o nome de Branca de Neve.
E me pergunto, se não somos como a Branca de Neve. Alvos como a neve, rubros como o sangue. Calma, eu explico.
O sangue de Cristo nos limpa de todo o pecado, tornando nosso coração alvo como a neve.
Branca de Neve fugiu da maldade da sua madrasta, tal qual nós fugimos da maldade do mundo. Branca de Neve encontrou abrigo, proteção, descanso, alimento na casa dos 7 anões, assim como nós encontramos abrigo, proteção, descanso, alimento e muito mais, na casa do Pai. Nos braços de Deus, é o nosso refúgio, nosso esconderijo, onde podemos descansar.
Até que um dia, a tentação bata à nossa porta, como bateu à porta de Branca de Neve.
E o pecado se apresenta, disfarçado de uma maçã saborosa.
Mas ninguém estava lá para lhe falar: “não morda a maçã”.
E talvez, Deus tem colocado alguém na sua vida, que está te falando isso, mas você não quer ouvir.
O pecado não vem em forma de coisa ruim. Branca de Neve jamais teria aceitado uma maçã podre. O pecado aparece em forma de coisa boa, mas é seu disfarce; por dentro, está envenenado, tal como a maçã de Branca de Neve.
“E viu a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento; tomou do seu fruto, e comeu, e deu também a seu marido, e ele comeu com ela.” Gênesis 3:6
Eva caiu na mesma história. A fruta tinha boa aparência, tinha cheiro bom, e uma “cara ótima”. Mas o amargo gosto da desobediência.
E o pecado, não é assim? Com uma aparência boa, cheiro bom, que te atrai?
E mesmo sabendo que tem um gosto tão amargo e que as consequências de apenas uma mordida naquela maçã, também são amargas, mesmo assim, damos ouvidos à boa vendedora de maçãs. Damos ouvidos ao diabo.
- Come!
Lembre-se que muitas vezes você não pode evitar que a tentação bata à sua porta, trazendo o pecado na cesta de frutas. Mas é sua escolha abrir a porta.
O pedaço da maçã envenenada, engasgou na garganta de Branca de Neve, fazendo com que ela entrasse em uma espécie de coma, assim como nós, quando mordemos a maçã envenenada do pecado, também entramos em uma espécie de coma.
Você duvida?
“Assim também vós considerai-vos como mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus nosso Senhor.”Romanos 6:11
Mas, se estamos vivos para o pecado, estamos morrendo espiritualmente. Com o pecado engasgado em nossa garganta, não conseguimos respirar direito e começamos a morrer.
Como se livrar disso então? Como se livrar do pedaço engasgado na garganta?
Lembra como termina a história da Branca de Neve?
Ela é despertada do coma, com o beijo de um príncipe.
No mundo real também existe um príncipe que quer nos despertar do feitiço da maçã envenenada, do pecado.
Seu nome?
O Príncipe da Paz!
Que não apenas tira o pecado da sua vida, mas que te purifica de todo o mal que esse pecado causou.
Jesus quer ser o teu príncipe. Ele quer te levantar desse coma em que você se encontra, por causa desse pecado engasgado em sua garganta.
Ele não quer te transformar em uma Branca de Neve, mas Ele quer tornar o teu coração tão branco como a neve!
“Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça.” 1 João 1:
“Sabendo isto, que o nosso homem velho foi com ele crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito, para que não sirvamos mais ao pecado. “ Romanos 6:6
Espero que essa comparação, de alguma forma, faça algum sentido para você.
Com amor

Pati Geiger - Não Morda a Maçã

“Vinde, pois e arrazoemos, diz o Senhor; ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a lã.” Is 1:18

Fonte:Megaphone ADV

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

TVs ajudam a banalizar a fé


A religião definitivamente virou o assunto da "moda" na TV aberta. 

Depois de a Record atacar outras igrejas evangélicas no "Domingo Espetacular", e de a Globo anunciar que terá um especial de Natal gospel, agora é o SBT quem tenta incrementar seu ibope com a fé alheia. 


O "Domingo Legal" acaba de anunciar o sorteio de uma "bênção" do padre Marcelo Rossi. O ganhador terá direito a uma visita do padre, que vai abençoar sua residência e sua família. Sim, leitores, vocês leram corretamente. O "Domingo Legal" não está sorteando uma casa, está sorteando apenas a bênção do padre, campeão de vendas de livros e CDs, ícone do movimento carismático católico. O "sorteio" começou a ser anunciado no SBT esta semana [assista ao vídeo].

No último domingo, a religião entrou novamente na berlinda depois que o "Domingo Espetacular", da Record, fez uma reportagem de mais de 40 minutos atacando as congregações pentecostais que praticam o chamado "cair no espírito" [leia aqui].

Nesta quinta, o F5 informou que a Globo também colocou a religião na pauta, e vai exibir no próximo dia 18 de dezembro o primeiro especial gospel da história da emissora.

Aos sábados, no SBT, o "Programa Raul Gil" também está promovendo um showde calouros só com o estilo gospel, que se propaga no Brasil especialmente no meio evangélico.


Nota: A palavra certa foi usada na matéria acima: show. As emissoras estão preocupadas com o ibope, os artistas com as vendas e ninguém (pelo visto) com a evangelização. Agora imagine Jesus sorteando bênçãos..

Celebridades que não acreditam em Deus



Woody Allen: De ascendência judia, o cineasta manifesta frequentemente sua dúvida em relação à existência de Deus. Uma de suas frases famosas, presente no filme autobiográfico “Stardust Memories”, é: “Para você, eu sou um ateu. Para Deus, eu sou a oposição leal”.


Jodie Foster: A atriz Jodie Foster diz que celebra o Natal com os filhos, mas que não acredita em uma força superior. “Eu amo religiões e rituais, apesar de não acreditar em Deus”, disse ao “Entertainment Weekly”.


Deborah Evelyn: Deborah, que esteve na novela “Insensato Coração” como a personagem Eunice, também não acredita em Deus. “Fé é uma coisa que ou você tem ou não tem. E eu nasci sem fé”, disse em 2011 ao “Diário de São Paulo”.


John Malkovich: O ator se considera ateu. Apesar de não falar muito sobre o assunto, certa vez, disse: “Eu acredito em pessoas, acredito em seres humanos, eu acredito em um carro, mas não consigo acreditar em algo sobre o qual não tenho absolutamente nenhuma evidência há milênios”.


Caetano Veloso: O compositor escreveu no livro “Verdade Tropical” que o Brasil deveria ser ateu. Em entrevista à “Ípsilon”, falou sobre a polêmica. “(Fui) criticado com razão. Não há o menor indício de que o Brasil tenha vocação para isso. Mas o ateísmo filosófico moderno, que tem a ver com a experiência do mundo moderno que vivemos, não pode ser simplesmente negado”, defendeu.


Chico Buarque: O músico é avesso a entrevistas e a levantar bandeiras, mas se diz ateu. “Eu não tenho crença. Eu fui criado na Igreja Católica, fui educado em colégio de padre. Eu simplesmente perdi a fé. Mas não faço disso uma bandeira. Eu sou ateu, como o meu tipo sanguíneo é esse”, disse em entrevista à revista “Brazuca”.


Lima Duarte: Lima Duarte é ateu declarado, mas discordou da implicância do autor português José Saramago (morto em 2010) com Deus. “Sou ateu como o Saramago, mas eu não preciso ficar amando Deus pelo avesso como ele fica”, disse à Folha de São Paulo, sobre o livro “Caim”.


Daniel Radcliffe: Quando tinha 19 anos, o protagonista de “Harry Potter” declarou à revista Esquire não acreditar em Deus. “Sou ateu, mas sou muito tranquilo quanto a isso. Eu não prego meu ateísmo”, revelou. Em seguida, brincou: “Agora, metade dos Estados Unidos não vai ver o próximo ‘Harry Potter’”.


Brad Pitt: Em uma entrevista ao site “Bild.com”, o ator se declarou 20% ateu e 80% agnóstico. “Não, não, não (acredito em uma força superior). Ninguém sabe ao certo. Você vai descobrir quando morrer ou não. Até lá, é inútil pensar sobre isso”, argumentou. Sua esposa, Angelina Jolie, disse ao site “A.V. Club” que “não há a necessidade”, para ela, de acreditar em Deus.


Zac Efron: Até o astro de High School Music surpreendeu o mundo ao declarar sua ausência de crenças. “Fui criado em uma família agnóstica, então nós nunca praticamos religiões, mas meus pais eram muito severos”, disse à revista Rolling Stone, em 2007. 



Nando Reis: O cantor afirmou que perdeu a fé quando dois irmãos tiveram sequelas de uma meningite: um perdeu a audição e outra teve paralisia cerebral. "Eu não acredito em Deus. Eu não peço a Deus...”, disse o músico, em entrevista à Playboy.


Fonte: Yahoo

Quantas Vezes Satanás foi Expulso do Céu?



O texto de Apocalipse 12:7-12, parece que fala de duas expulsões de Satanás – uma quando ele se rebelou e guerreou contra Cristo no Céu e outra quando o Cordeiro derramou Seu sangue na cruz. Seria isso assim?


O contexto do capítulo 12 de Apocalipse mostra que os versos 7-12 são um parêntese entre 12:6 e 13, que falam do dragão (Satanás) em sua obra de perseguir a igreja, representada por uma mulher. E a razão para esse texto parentético é que ele explica como um anjo criado perfeito chegou a se tornar “diabo” (acusador, caluniador) e “Satanás” (adversário).


O texto de Apocalipse 12:7-12 mostra que houve dois momentos em que Satanás foi expulso do Céu – em um, como seu lugar de habitação (v. 9) e em outro, como “acusador dos irmãos” (v. 10).


Os versos 7-9 falam da primeira expulsão de Satanás e seus anjos do Céu como “o lugar deles” (v. 8). Ou seja, ele e seus anjos foram expulsos de sua morada celeste. Isaías 14:12 lamenta esse fato: “Como caíste do céu, ó estrela da manhã, filho da alva!” E Ezequiel aponta a razão para essa expulsão: “Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura, corrompeste a tua sabedoria por causa do teu resplendor; lancei-te por terra…” (Ez 28:17). Foi o orgulho de Satanás, que resultou em rebelião e guerra contra Deus, que acarretou sua expulsão do Céu. Então ele e seus anjos “foram atirados para a Terra” (Ap 12:9), não por uma escolha arbitrária da parte de Deus, mas porque foi neste planeta que as mentiras desse anjo rebelde foram aceitas, em contraposição à clara ordem de Deus para que o fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal não fosse comido (Gn 2:17). Fazendo nossos primeiros pais transgredirem a ordem divina, Satanás tomou de Adão o título de “Príncipe deste mundo” (Jo 14:30)


Os versos 10-12 de Apocalipse 12 falam da segunda expulsão de Satanás, dessa vez com respeito ao acesso dele ao Céu. Jesus, referindo-Se à Sua morte na cruz (Jo 12:27), exclamou: “Chegou o momento de ser julgado este mundo, e agora o seu príncipe será expulso” (12:31). O Salvador não estava Se referindo à primeira expulsão de Satanás porque: (1) o verbo está no futuro passivo (“será expulso”). Ou seja, era uma expulsão a ocorrer ainda no futuro, e (2) é dito que o momento dessa expulsão seria quando chegasse a “hora” de Cristo (12:27), e quando Ele fosse “levantado da terra” – expressões inequívocas para Sua morte na cruz. Foi olhando ao futuro, ao momento de Sua morte (cf. Comentário Adventista, em inglês, v. 5, p. 781), que Cristo pôde dizer: “Eu via Satanás caindo do Céu como um relâmpago” (Lc 10:18), momento em que seu poder seria quebrado. Os versos 10-12 de Apocalipse 12 aludem a essa segunda expulsão pelas seguintes razões: (1) a expressão “Agora, veio a salvação…, pois foi expulso o acusador de nossos irmãos” não pode ser aplicada à primeira expulsão de Satanás, visto que só depois dela é que ele se tornou “acusador dos irmãos” (Comentário Adventista, em inglês, v. 7, p. 810), e (2) o “agora” aponta, não à primeira expulsão de Satanás, mas para aquela que ocorreu no momento em que o “sangue do Cordeiro” foi vertido na cruz (v. 11).


Apocalipse 12:12 mostra o resultado dessa segunda expulsão de Satanás, de seu acesso, mesmo que limitado, ao Céu, bem como aos mundos que não pecaram: “Por isso, festejai, ó céus, e vós, que neles habitais. Ai da Terra e do mar, pois o diabo desceu até vós, cheio de grande cólera, sabendo que pouco tempo lhe resta.” Anjos e seres de outros mundos que não pecaram podem festejar, pois não mais podem ser tentados nem incomodados pelo diabo. A Terra e seus habitantes devem se lamentar, visto que, após a cruz e restrito a esse planeta, Satanás e seus anjos concentram todos os seus malignos esforços na degradação deste mundo e na perdição de seus habitantes.


Expulso de sua morada celestial, Satanás não ficou restrito somente à Terra. Isso é evidenciado pelos dois concílios celestiais aos quais ele se fez presente, mencionados no livro de Jó (1:6; 2:1). Embora não saibamos onde ocorreram (e parece que não foi no Céu, visto que ele foi expulso de lá), vê-se que não foi na Terra, pois, ao ser perguntado de onde vinha, ele respondeu: “… de rodear a Terra e passear por ela” (Jó 1:7; 2:2). Tais concílios ocorreram em algum lugar do Universo, que não a Terra.


Ellen G. White menciona que, mesmo após sua expulsão do Céu, Satanás tinha acesso (limitado) a ele: “Um anjo do Céu está passando. Ele o chama e suplica uma entrevista com Cristo. Isto lhe é concedido. Então, relata ao Filho de Deus que está arrependido de sua rebelião e deseja voltar ao favor divino. [...] Cristo chorou ante o infortúnio de Satanás, mas disse-lhe, como pensamento de Deus, que ele jamais poderia ser recebido no Céu. [...] as sementes da rebelião ainda estavam nele. [...] Como não poderia ser admitido no interior dos portais celestes, aguardaria, mesmo à entrada, para escarnecer dos anjos e procurar contender com eles ao passarem” (História da Redenção, p. 26).


A verdade é que, até a morte de Cristo, ainda havia simpatia por Lúcifer entre os seres de outros mundos que não pecaram. Mas ao verem o que ele fez com Cristo na cruz, “desarraigou-se Satanás das simpatias dos seres celestiais. Daí em diante, sua obra seria restrita” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 761). E essa restrição se deu quando, na cruz, “foi expulso o acusador dos nossos irmãos” (Ap 12:10), sendo ele restrito apenas a esse mundo. É por isso
que “os céus e os que nele habitam” (Ap 12:12) podem festejar, pois estão para sempre livres do tentador.


Por Ozeas C. Moura, doutor em Teologia Bíblica e professor no SALT Unasp – Campus 2, Engenheiro Coelho. Publicado na RA de Set/2011

ONU quer nova moeda global para substituir o dólar



Em um relatório radical, a Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) disse que o sistema monetário e as regras do capital que ligam a economia mundial não estão funcionando corretamente, e foram os grandes responsáveis pela crise econômica. E acrescenta que o sistema atual, em que o dólar funciona como moeda de reserva mundial, deveria ser sujeito a uma reconsideração por atacado.


Embora países como China e Rússia têm sugerido substituir o dólar como moeda de reserva mundial, com o relatório da UNCTAD é a primeira vez que uma grande instituição multinacional tem manifestado tal posição [...]


"Substituir o dólar por uma moeda artificial resolveria alguns dos problemas relacionados ao potencial de grandes déficits dos países, e ajudaria a estabilidade", disse Detlef Kotte, um dos autores do relatório.


"Mas você também vai precisar de um sistema de taxas de câmbio administradas. Os países deveriam manter taxas de câmbios reais (ajustadas pela inflação) estáveis. Os Bancos Centrais teriam de intervir, ou senão, uma instituição multilateral como o FMI lhes diria o que fazer" [...]




NOTA: Essa recomendação reduziria a identidade nacional (até mesmo a soberania) dos países e aumentaria a centralização do poder econômico nas mãos da elite ocultista mundial (e por tabela, do Vaticano). Traduzindo: CONTROLE, CONTROLE, CONTROLE... Por que será que as chamadas "instituições multilaterais" ou o próprio Vaticano nunca mencionam a real causa do problema econômico? Só não vê quem não quer..

Três crises e a supremacia da Babilônia



A Babilônia moderna - o movimento religioso inspirado na antiga religião de mistério da Babilônia - está preparando o mundo para a chegada do anticristo. Em especial, três "crises" estão contribuindo para acelerar esse processo e para provocar o caos e a desestabilização social da atual ordem mundial e, consequentemente, a implantação de uma "Nova Ordem". Com uma paternidade comum, essas três "crises" foram geradas (ou forjadas) e cresceram lentamente alcançando no estágio atual a sua maioridade - graças também à cumplicidade da mídia. A necessidade de "criar" um inimigo comum é sociologicamente fácil de se entender: O status quo é mantido pela submissão a uma sociedade e a seus valores. A submissão requer uma causa; e uma causa requer um inimigo. E melhor ainda se forem três:


1) Guerra contra o terrorismo: atingiu seu clímax com o 11 de setembro. Segundo o historiador Michael Scheuer que trabalhou para a CIA por vinte anos, "o maior inimigo dos EUA - o islã radical - nunca existiu, nem quando Bin Laden estava vivo nem agora". Os EUA tornaram-se mais tarde alvo de extremistas devido sua política externa expansionista e exploradora.


2) Crise ambiental: batizada de mudanças climáticas ou aquecimento global, atingiu seu clímax em 2007 com a divulgação do relatório da ONU (IPCC). Centenas de cientistas têm questionado a premissa básica desta "crise": que o homem é o culpado pelo aquecimento global.


3) Crise financeira: atingiu seu clímax atualmente com a crise na Europa, depois de ter feito vítimas também nos EUA (2008). Devido a intensidade com que está atingindo alguns países da União Européia, especialistas afirmam que pode provocar um "apocalipse econômico". Da mesma forma que as outras "crises", esta também é manipulada pela elite ocultista mundial (a serviço do Vaticano) - os donos dos grandes bancos centrais do mundo e detentores do poder especulativo do mercado. Note que no Apocalipse eles são chamados de "mercadores da terra" (18:3, 11, 15 e 23). 


Essas três crises estão levando o mundo à máxima centralização do poder político-econômico-religioso, exatamente como na Babilônia antiga. Prova disso e também do envolvimento do Vaticano neste objetivo foi a recente defesa do próprio Vaticano de uma "autoridade política global" e um "Banco Central Mundial" para resolver o problema da crise financeira. "Solução"idêntica àquela defendida pela mídia secular (controlada pela elite ocultista). Por que será?


Fonte:Minuto Profético