quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Zeca Pagodinho afirma à Globo que prefere ir para o inferno do que ir para o céu: “O inferninho é legal”



“Pra mim ficar no céu com duas asinhas e uma harpinha na mão… Nesse caso, eu prefiro até descer.”, afirmou o pagodeiro no programa Fantástico da Rede Globo. O Programa Fantástico da Rede Globo estreou neste domingo o novo quadro “O que vi da vida” com o cantor de pagode Zeca Pagodinho. No quadro, o cantor falou sobre diversos temas, entre eles, a fé.
Confira abaixo a transcrição de algumas frases ditas pelo cantor:
Zeca Pagodnho disse que foi criado em terrero de macumba.
“Eu sou criado em terrero. Medico de pobre é pai-de-santo. Psicólogo era no centro, chinelo e uma boa macumba para tirar o… é, não tinha este negócio não.”
O cantor declarou ainda que as pessoas têm uma tendência de se afastar da religião quando melhoram financeiramente.
“Quando você tem mais poder de grana, poder, a religião fica um pouco de lado. Quanto mais rico, mais descrente. Me desculpem, mas eu vejo deste lado.”
Para ele, a religião é necessária para se ter uma “direção boa”.
“Se eu estivesse morando em Xerém, meus filhos certamente estariam indo na igreja ou no centro, no culto. Porque tem que ter uma religião, tem que ter uma fé, tem que ter uma direção boa, uma coisa que te diga uma coisa boa. Porque tu passa a creditar que… a vida não é só isso que tu vê, né? Como diz Paulino, né?”.
A declaração mais polêmica, foi quando ele deixou clara a sua visão equivocada de céu e inferno, chegando a afirmar que preferia ir para o inferno a ter que ficar no céu tocando harpa.
“Eu não queria acreditar na morte, esse é que é o grande problema. Mas eu acho que Deus é bom. Porque me tirar de um mundão desse, tão bom, né? Com cerveja gelada, mulheres bonitas para lá e para cá. Eu como casado, fico só olhando [risos]… Mas, me tirar daqui pra me levar pra onde? Pra mim ficar no céu com duas asinhas e uma harpinha na mão, não fica bem em mim, cara. Nesse caso, eu prefiro até descer. Também não acredito que o inferno seja tão ruim assim, não. O inferninho é legal. O inferninho… é um foguinho, tal, o problema lá é o calor.”
Fonte: Adonainews

Será que a rebelião e o pecado poderão ressurgir na nova terra?


 Essa pergunta não é tão simples quanto parece. Se a resposta for não, temos de lidar com a questão da liberdade das criaturas. Se a resposta for sim, o sacrifício de Cristo não teve poder suficiente para erradicar o pecado de uma vez por todas. O universo, então, existiria sob a sombra de outro conflito inevitável. Sob tais circunstâncias, será que o céu seria um lugar de felicidade total para seres inteligentes? Para tentar responder essa pergunta, direi duas coisas que podemos afirmar com certeza; e baseado nelas, acrescentarei um comentário.

1. O Final de Satanás, Pecadores e Pecado: O originados do pecado não é eterno, nem eterno o seu reino; ambos terão um fim. Isso acontecerá na ocasião do último ataque de Satanás ao povo de Deus, quando ele será consumido pelo fogo( Ap 20:7 e 10). Esse é um dos eventos mais importantes na resolução do conflito cósmico. O originador do pecado e da rebelião, o instigador do pecado nos outros deixará de existir, sem deixar para trás um vácuo no cosmos para ser preenchido por outra pessoa. Por causa da corrupção absoluta de Satanás, sua presença no universo é desnecessária.

Quando o inimigo for eliminado do cosmos, seus seguidores - demônios e humanos rebeldes - não permanecerão como uma extensão de sua pessoa e poder. Eles, também, cairão no esquecimento, sem deixar sequer um traço de sua existência e corrupção. No grande dia do julgamento, os anjos caídos enfrentarão a Deus como juiz e experimentarão a morte eterna (cf. Jd 6; 2Pe 2:4). A destruição do ímpio também será radical e será simultânea à de Satanás e dos anjos caídos (Ap 20:7-15). Malaquias expressa bem essa ideia quando fala concisamente sobre o ímpio:" Não lhes deixará nem raiz nem ramo" (4:1, ARA). Essa cirurgia cósmica extrema destruirá permanentemente a anomalia do pecado em todas as mais diversas formas de expressão.

2.O Reino Eterno de Deus: Com a destruição do inimigo e suas hostes, será restabelecida a soberania universal do reino de Deus. É concedida a visão do mundo novo que recebe uma harmonia cósmica e inalterável. A erradicação do sofrimento e da morte é expressa de um modo que exclui seu ressurgimento (Ap 21:4). Os redimidos “nunca” deixarão o templo de Deus (Ap 3:12), “nunca” mais sentirão fome ou sede (Ap7:16), e seu nome “nunca” será removido do livro da vida (Ap 3:5). Deus e o Cordeiro serão louvados “ para todo o sempre” (Ap 5:13), e Cristo e Seu povo “ reinarão para todo o sempre” (Ap 11:15; 22:5; veja Dn 7:14). A maldição não retornará (Ap 22:3; cf. Na 1:9). Nenhum texto bíblico sugere ou faz menção à idéia de que a nova criação de Deus possa ser arruinada pelo pecado, outra vez.

3.Só na Cruz há Segurança: Liberdade Humana. Aqui está minha sugestão: A cruz de Cristo vacinou o cosmos contra o ressurgimento do pecado. A expiação resolveu o problema cósmico do pecado e é poderosa o suficiente para prevenir outro conflito cósmico. Era o propósito divino de Deus “fazer convergir em Cristo todas as coisas, celestiais ou terrenas, na dispensação da plenitude dos tempos” (Ef1:10). Ele fez isso e continuará a manter toda a plenitude por toda eternidade (cf. Cl1:19). Após Sua ressureição, Cristo “subiu aos céus e está à direita de Deus; a Ele estão sujeitos anjos, autoridades e poderes” (1Pe 3:22). A segurança do futuro do universo tem sua base no significado da morte sacrifical de Cristo. Por essa razão esse será o assunto que analisaremos por toda eternidade. Todas as criaturas inteligentes, voluntária e permanentemente, se submeterão ao Senhor em razão da magnitude e magnificência do amor de Deus por elas, revelado na cruz de Cristo.

Ellen G. White escreveu: “O plano da salvação, fazendo manifesta a justiça e o amor de Deus, proporciona proteção eterna contra a rebelião em mundos não caídos, bem como entre aqueles que serão redimidos pelo sangue do Cordeiro” (Signs of the Times, 30 de dezembro de 1889).

Texto de Angel Manuel Rodríguez, extraído da Revista Adventist World de Julho de 2011, pelo Site
Bíblia e a Ciência

Os dois jardins


Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar. Gênesis 3:15
Havia uma vez um jardim. Nele se escutavam apenas sons de alegria. Deus plantou aquele jardim e nele colocou os nossos primeiros pais para cultivá-lo e guardá-lo. Mas o jardim da vida se tornou o jardim da morte. O vento gelado da transgressão soprou e dissipou a inocente alegria. Feitos para desfrutar da comunhão com o Criador e com os anjos, Adão e Eva se esconderam, com medo de Deus (Gênesis 3:8).
Mas Deus veio em busca deles. “Onde estás?”, Ele perguntou (verso 9). Esta pergunta ressoa em cada livro da Bíblia. Deus está buscando a humanidade – busca-nos porque estamos perdidos, porque sozinhos não podemos encontrá-Lo. Deus vem até nós para trazer salvação.
Aos nossos primeiros pais, chegou uma palavra de esperança. Deus prometeu uma “semente” da mulher que, no tempo certo, iria esmagar a cabeça da serpente. Embora aquele filho de Eva fosse sofrer no processo – “tu lhe ferirás o calcanhar” – Ele seria o agente divino para assegurar o triunfo do bem no grande conflito contra o mal.
Houve outro jardim. Nele, numa quinta à noite quando a lua estava cheia, um Homem ajoelhou-se para orar. Ele tinha vindo a este lugar muitas vezes, a fim de buscar uma comunhão tranquila com Deus, e havia saído refrigerado. Mas agora suava gotas de sangue. Agonizando ele gritou: “Meu Pai, se possível, passe de mim este cálice! Todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres” (Mateus 26:39). Aquele Jardim que se tornou o jardim da morte para Jesus de Nazaré é o jardim da vida para nós. Por estar disposto a sofrer a morte, no lugar de cada homem e mulher (Hebreus 2:9), Jesus reverteu a perda do primeiro jardim.
Embora o calcanhar de Jesus Cristo tenha sido ferido, ao morrer Ele nos salvou libertando-nos da culpa e quebrando o poder do inimigo sobre nós. Agradeço a Deus pela “semente” da mulher!

Autor: William G. Johnsson

Temos uma hora certa para morrer?


Alguns dizem: ‘ele morreu porque era hora dele’, ou ‘ela escapou pois não era o momento de morrer’. Contudo, de acordo com as Escrituras, não temos uma hora certa para morrer.

A Bíblia nos diz que aquilo que ‘o homem semear, isso também ceifará’ (Gálatas 6:7). Portanto, muitas das conseqüências que sofremos (inclusive a morte) se dão por nossas escolhas.

A maioria das mortes que ocorrem no mundo de hoje poderiam ser evitadas, se as pessoas envolvidas seguissem pelos
caminhos da justiça. Pessoas que fumam demasiado, que bebem, que usam drogas, tem muito mais chances de adquirirem uma doença, ou morrerem de outros meios do que alguém que vive uma vida segundo os princípios de saúde apresentados na Bíblia.

Mas a maioria prefere fazer o que acha mais gostoso, e acabam tomando as escolhas erradas: Há caminho que ao homem parece direito, mas ao cabo dá em caminhos de morte? (Provérbios 14:12).

Outros crêem que Deus de alguma forma já fez nosso futuro de um jeito que não pode ser mudado; uns estão destinados para ser felizes e outros não. São os que crêem na predestinação. Este é um conceito muito divulgado entre os meios cristãos, mas não é Bíblico. Deus quer que todos sejam salvos e que cada um decida se quer ou não ser salvo (João 3:16; I Timóteo 2:4; II Pedro 3:9; Apocalipse 22:17).

Mesmo que Deus saiba o dia de nossa morte, isto não quer dizer que Ele o tenha determinado.

Devemos estar prontos como se Cristo fosse voltar hoje mesmo e fazer nossos planos como se Ele fosse voltar daqui a cem anos; ou seja: Estar preparado para a volta de Cristo ou para o dia de nossa morte (para morrer salvo) hoje mesmo; mas viver em busca de nossos alvos e objetivos que se ele viesse a cem anos, aproveitando a cada segundo.
Fonte: Rádio Novo Tempo

50 razões para observar o sábado

Desconectando pessoas

Hoje em dia é normal a gente chegar a um local onde tem muitas pessoas aglomeradas, em um jantar de confraternização, um aniversário, festa ou reuniões similares e perceber que cada um está confinado a um muro invisível de impessoalidade, olhando fixa e hipnoticamente para um pequeno objeto escondido na mão, manuseando com dedos velozes o seu celular, o seu Ipad, seu Ipod, seu Iphone, seu Blackberry ou qualquer novo apetrecho tecnológico do momento...
Estão navegando alto nas redes sociais, se “comunicando” pelo Orkut, Facebook, Badoo, LinkedIn, Flixster, MySpace, Twitter (esqueci algum?) e “chat-ando” no Gtalk ou no MSN, e você verificar estarrecido, que mesmo estando em grupo, circundado de gente real, não estão nem aí para as pessoas reais de carne e osso que estão ombreando com elas, sentadas à mesa do restaurante, da sala de jantar, ou ao lado no sofá.
O que está acontecendo? Creio que a resposta é que as pessoas emergiram nessa em si mesmice viral porque existe uma enorme necessidade de autopromoção como produto de uma imensurável carência afetiva em questão, uma necessidade das pessoas se sentirem reconhecidas e valorizadas, e por isso, põem seus feitos e suas realizações na rede com a intenção de mostrarem o quanto são criativas, originais e antenadas com o mundo.
Creio que ainda é tempo de nos redimir dessa falta de respeito, dessa desatenção pouco educada, desse exibicionismo do ego, e criarmos um dia da abstinência de tecnologia virtual, e proclamarmos o tempo da libertação da dependência eletrônica e informática.
Um dia, quando deixaremos de lado o laptop, o PC, o celular, a televisão e o vídeo game para darmos mais tempo e atenção à família, a passarmos um momento de conversa descontraída com o pai, a trocarmos figurinhas com nossos irmãos, a curtir um período de tempo qualitativo com o filho, a reunir em um café com amigos, a conversar sobre assuntos comuns na hora da refeição, enfim, a dar atenção, cuidado, e canalizando o interesse para quem está disponível ali, do nosso lado. Sei que muitos vão sofrer de delirium tremens, sentir vertigens e ter visões alucinógenas (desculpem aí o exagero...) por causa do período de desintoxicação, mas valerá a pena o esforço!
Aí, consequentemente se sentirá o alívio da liberdade do falso sentimento que o relacionamento virtual pode suprir suas necessidades emocionais, relacionais e espirituais, mesmo que para isso você pusesse um GPS que rastreassem todos os seus passos para saberem “de bandeja” não só o que faz e pensa, mas onde está, e revelasse toda sua criatividade, todos os seus segredos, seus gostos musicais, estilo pessoal, tendências, opiniões sobre política, sobre o mundo, sobre a vida e espremesse o cérebro para extrair as frases mais engraçadas ou inteligentes que pudesse expressar, para descobrirem assim, todo o seu potencial humano, todo o seu charme, tudo isso, no entanto, não seria suficiente para preencher o vazio da solidão da alma e a falta de significância para se viver bem.
Termino, sugerindo a você que abra as Escrituras e aprenda com Jesus de Nazaré aquele que priorizava as pessoas, a ter um relacionamento aberto, sem pretensão ou segundas intenções com os que o cercam, e a descobrir o caminho da discrição, da modéstia e da sobriedade, descobrindo ali a essência do que Ele falou: Ignore a tua mão esquerda, o que faz a tua mão direita.
Jesus, nosso Mestre por excelência, é exemplo para nós de comedimento, quando recusou inúmeras vezes a publicidade de seus feitos e proibiu as pessoas que curou de divulgarem ao povo os seus portentos irrefutáveis.
Ademais sobre tudo que falei, não pense você que sou contra utilizar-se das novidades eletrônicas e das conveniências modernas da informática, antes apelo para que sejamos mais sábios, mais sóbrios e busquemos o caminho do equilíbrio, não só nesse assunto, mas em todos os espaços de nossa existência.
Fonte: Manoel DC

Série "Entre a Fé e a Dúvida" - Nova Semente


Fé e dúvida. Por vezes nós cremos, outras duvidamos. Frequentemente pensamos que a dúvida é o oposto da fé. Mas será que a natureza da fé requer a presença da incerteza? Será que a dúvida pode de alguma forma fortalecer nosso relacionamento com Deus? Afinal, onde está a linha divisória entre a crença real e a incredulidade? Participe conosco dessa série, e descubra por si mesmo a verdade de que Deus deseja você por completo – incluindo suas dúvidas.

Série com o Pr. Kleber Gonçalves - Programa Conexão (Nova Semente)

Fonte: Nova Semente